02 setembro 2013

FanFic: Sempre Esperarei por Ti - Capitulo 6

Sempre Esperarei Por Ti

Autora(o): Paula Halle
Gênero: Romance, Comédia, Fantasia, Hentai, Universo Alternativo
Censura: +18
Categorias: Saga Crepúsculo
Avisos: Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo

**Atenção: Esta história foi classificada como imprópria 
para menores de 18 anos.**


Capítulo 6 - Mas que diabos! De onde ela tirou isso?


– Certo, certo. Brincadeiras a parte, você contara a Bella?
– Contarei o que?
– Que Anthony morreu?
– Anthony morreu? – ambos nos viramos ao som da voz de Bella, e praguejei, ela olhava em choque entre nós.

– Bella eu...
– Como assim ele morreu, ele... você... – ela me interrompeu gaguejando ansiosamente, olhei em pânico para Jasper que parecia tão em choque quanto eu.
– Eu... er... vou deixá-los a sós.
– O que? – guinchei enquanto ele pedia licença e corria para fora do escritório me deixando sozinho, aquele bastardo.
Assim que ele fechou a porta me voltei para Bella que parecia em choque.
– Bella... – comecei, mas parei quando seus intensos olhos azuis me encararam, e ela correu até mim e tocou meu rosto.

Abri a boca, mas não sabendo o que dizer a mantive fechada. Ela me olhou atentamente, seus olhos dentro dos meus, como se procurasse algo lá, algo que só ela via, quando pareceu que estávamos horas ali ela sorriu parecendo ter encontrado o que procurava e ficou nas pontas dos pés escovando seus lábios contra os meus.
– Você poderia me dizer como foi?
– O que? – pedi bobamente e ela sorriu com tristeza.
– Como Anthony morreu? – abri e fechei a boca algumas vezes, não sabendo o que dizer a ela. Acredito que a verdade seria o ideal.
– Na guerra. – ela soluçou e me abraçou apertado, enrolei meus braços em volta dela, querendo nada mais do que tirar sua dor, me sentia triste por ela não ter mais o tal Anthony, mas queria lembrá-la que ela tinha a mim, só esperava que isso bastasse.
– Por favor, não chores. – ela ergueu o rosto me encarando e sorriu tristemente.
– Estou feliz por você estar aqui Edward.
– Está? – ela riu um pouco e voltou a enterrar o rosto em meu peito.
– Sim. Você é muito importante para mim. – meu coração se encheu de esperança, seria possível que finalmente ela entendeu que Anthony e eu não tínhamos nada haver um com o outro?!
– Você é importante para mim também Bella.
– Eu sei Anthony. – parece que ela não entendeu nada. Gemi a afastando para que olhasse em seu rosto.
– Bella, você precisa entender, eu sou Edward não Anthony. – ela sorriu tristemente.
– Eu entendo Edward. Mas eu sei, que meu Anthony me fez uma promessa, e ele a cumpriria de qualquer jeito.
– E qual a promessa?
– Que ele voltaria pra mim.
Mais que Diabo!
– E o que isso quer dizer? – ela tocou meu rosto, seus olhos me olhando com aquela intensidade desconcertante novamente.
– Que ele cumpriu a promessa. – eu estava muito confuso, e com certeza ela sabia, pois riu e me beijou novamente.

Estava tentando pensar em algo coerente para dizer, mas hoje com certeza nada com algum sentido sairia da minha boca, ouve uma batida na porta e ambos olhamos em sua direção.
– Entre. – resmunguei e Laurent colocou a cabeça para dentro.
– Milorde.
– O que há Laurent?
– Hmmm, Sr. Whitlock me deixou saber que o senhor quer os diários do duque.
– Diários? – ele assentiu e notei que entrava com alguns livros de capa marrom escura, ele se aproximou e os colocou sobre a mesa.
– Sim, pertenceram ao primeiro duque, e há alguns do duque Robert.
– Robert? – Bella falou e até me esqueci que estava abraçado a ela.
– Sim, meu bisavô, ele me deixou Masen. – ela sorriu.
– Eu conheci um Robert, mas ele era um menino. – me lembrava agora ela já havia falado sobre isso que conheceu Robert, mas não me lembrava quando.
– Você mencionou. Quem foi ele?
– Eu não sei, ele só apareceu um dia na cabana, ele era muito doce, mas tão jovem. Ele tinha certeza que Anthony voltaria. – ouvi Laurent engasgar e o olhei curioso.
– Anthony Masen?
– O senhor conheceu Anthony? – Bella o olhou curioso e o homem estava meio pálido.
– Você é Bella? – ele sussurrou e Bella franziu as sobrancelhas.
– Hmmm sim.
– Meu Deus! – ele gaguejou se afastando de nós o máximo que pode.
– O que há com você Laurent?
– Ela... ela é a jovem da lenda? – gemi, até os criados acreditavam nisso.
– Laurent pare de fantasiar, Bella não é de nenhuma lenda.
– Que lenda? – Bella perguntou e queria morrer, Laurent tinha que abrir a boca.
– Nada importante Bella. Laurent você pode se retirar agora. Mande entregar o almoço no salão verde, comerei lá com Bella. – ele assentiu freneticamente e correu para fora do escritório.
Rolei os olhos, e notei que Bella me olhava com curiosidade, tentei sorrir, e a vi estreitar os olhos pra mim me soltando.
– O que está escondendo de mim?
– Nada. – tentei tocá-la, mas ela se afastou mais, vi quando seus olhos encontraram o quadro de Anthony Masen, e ela correu para ele.

Ela se ajoelhou tocando no quadro com carinho e sorriu, em seguida olhou para mim e de volta para o quadro, alguma coisa martelando em sua mente. E eu podia sentir, que fosse o que fosse que sua mente estava trabalhando, eu ia sofrer para explicar para ela. E claro Bella não me desapontou.

– Há quanto tempo eu estou na cabana?
– O que?
– Há quanto tempo, Edward?
– Eu não sei Bella, como posso saber disso?
– Ah quanto tempo Anthony morreu? – grunhi passando as mãos pelos cabelos.
– Se o Anthony do quadro for o seu Anthony, faz algumas décadas. – ela ofegou e olhou entre mim e o quadro.
– Por que você demorou tanto para voltar?
– Bella? – eu estava confuso com sua pergunta, ela suspirou se levantando e voltou até mim, ergui a mão, e Bella se apressou em pegar e a puxei contra meu peito.
– Shiii, vai ficar tudo bem.
– Por que Anthony, por que ficou longe tanto tempo? – ela choramingou enfiando a cabeça em meu peito e beijei seus cabelos sem saber o que dizer.
– Amor, se acalme, não chore, por favor. – ela soluçou e ergueu o rosto para me olhar.
– Por que me deixou sozinha? – eu queria matar esse Anthony, o infeliz se foi e deixou essa linda mulher sozinha e triste, o bastardo.
– Bella, eu não sou Anthony. Sou Edward e eu prometo que nunca vou deixá-la.
– Eu sei.
– O que você sabe? – perguntei desconfiado e ela riu um pouco.
– Eu sei que nunca vai me deixar.
– Mas saber que não sou Anthony, não é?
– Mas você é.
Diabos! Voltamos a isso.
– Amor eu não sou, sou Edward.
– Edward, aqui, - ela tocou meu coração. – Em seu coração e alma eu sei quem você é. Não importa o nome que usa agora, você é aquele a quem eu sempre vou amar.

Confuso não chegava nem perto do que eu estava agora.
– Eu...
– Estou com fome.
– Hmmm?
– Fome. Não almoçamos ainda. – suspirei, com certeza ela não queria voltar a esse assunto, honestamente eu também não queria.
– Sim, sim, a comida esfriara se não formos logo. – ela assentiu e me deixou a guiá-la para fora do escritório e em direção ao salão verde.

Como previsto a comida já havia sido posta na enorme sala com paredes verdes e pesadas cortinas de um verde claro, com sofás verdes escuro estavam estrategicamente espalhados pela sala. Eu gostava particularmente dessa sala, pela enorme janela que dava para o jardim, e a pequena mesa ladeada de duas cadeiras que havia de frente, o sol atravessava as vidraças deixando o lugar perfeito para desfrutar de uma boa refeição.

– Que bonito Edward. – ela sussurrou soltando minha mão e caminhando pela sala, sorri entrando mais e fui até a mesa, onde nossa comida esperava, puxei uma cadeira, e Bella veio imediatamente se sentar.
Depois de ajudá-la tomei meu lugar em frente a ela.
– Espero que goste. – ela olhou curiosamente para a sopa, mas seguiu meu comando e comeu, quando terminamos, eu peguei a pequena sineta que estava ao lado do meu prato e chamei um criado para trocar os pratos.
Rapidamente foram trocados por carneiro e uma salada, pedi que me trouxesse um vinho também. Comemos em silêncio e quando acabamos, Bella olhava ansiosa para fora.
– Você gostaria de um passeio Bella? – ela se voltou para mim sorrindo.
– Claro Edward.
– Bom, então venha.

A ajudei a se levantar, e a guiei para fora indo diretamente para o jardim, notei que alguns criados a olhavam com curiosidade, parece que Laurent tem uma boca grande, felizmente Bella parecia alheia a tudo, exceto o bonito jardim que rodeava Masen Hill.
Caminhamos por algum tempo, apreciando o lugar, mas logo comecei a guiá-la para os estábulos, poderia ensinar Bella a cavalgar, era uma das minhas atividades favoritas desde menino, e ter sua companhia seria muito gratificante.

– Onde estamos indo? – ela perguntou com certeza notando que nos afastávamos do jardim.
– Aos estábulos.
– Oh, ira realmente me dar um cavalo? – ri da sua surpresa.
– Eu lhe prometi não foi? – ela sorriu se aconchegando ao meu lado.
– Verdade. E você sempre cumpre todas as suas promessas. – murmurou sorridente, e quis perguntar o que ela queria dizer, mas duvidava que eu fosse entender, Bella ainda era um mistério.
Ao chegarmos aos estábulos, senti Bella se encolher contra mim, a olhei preocupado e vi que ela olhava para o rapaz do outro dia.
Diabos!

Me apressei em abraçá-la.
– Está tudo bem Bella. Aquele é um dos cavalariço, ele nunca a machucaria. Eu não deixaria. – jurei, e ela assentiu.
– Eu sei.
– Bom. – caminhamos para dentro do grande estábulo, onde ficava os cavalos mais dóceis.
Levei Bella até as baias, e a deixei olhar os cavalos, ela parou em frente de uma bonita égua caramelo com a crina branca e uma manchinha em forma de lua na testa.
– Olhe Edward.
– Gostou dela?
– É ela?
– Sim, chama Lua.
– Oh! Ela é maravilhosa.
– Então é sua. – ela sorriu se virando pra mim e me abraçou apertado a puxei contra mim a erguendo, ela riu, e não pude deixar de sorrir, beijei seus lábios rapidamente e a coloquei no chão um pouco relutante.

Ela sorriu brilhantemente e foi até Lua, e encostou sua testa na dela e sussurrou algo, ouvi um suspiro e olhei para trás, todos os rapazes que cuidavam dos estábulos estavam encarando minha Bella com fascínio.
Grunhi, chamando a atenção deles, e todos se apressaram em ir fazer suas obrigações. Me voltei para Bella que sorriu me olhando, sorri de volta.
– Quando posso passear com ela?
– Amanhã, você precisa de roupas de montaria. – ela fez um biquinho adorável e como se eu fosse atraído para ela eu estava ao seu lado a abraçando.
– Você que vai me ensinar não é?
– Claro, e podemos fazer um piquenique depois. O que acha?
– Será maravilhoso, não vejo a hora.
– Eu também amor. Agora venha, vamos voltar para dentro, sua Lua estará ai amanhã. – ela assentiu me soltando e foi se despedir de Lua.
Voltamos para dentro e a levei em um passeio pela mansão. Bella conhecia até bem o lugar, o que foi muito estranho, mesmo dizendo que o lugar estava diferente, e lhe contei das mudanças que o velho duque fez. Bella gostou, na verdade estava bem entusiasmada com todos os cômodos.

Quando chegamos a imensa biblioteca da família, notei que sua alegria sumiu um pouco, ela olhou tristemente para os livros e a abracei.
– Oh que há amor? – ela suspirou.
– Nada. Só... – ela negou e peguei em seu rosto, olhando profundamente em seus bonitos olhos azuis.
– Vamos me diga.
– É que Anthony nunca teve a oportunidade de me ensinar a ler.
– Não sabe ler? – ela negou, suas bochechas ficando rosadas e seus olhos baixos. – Hey olhe pra mim.
– Sim?
– Eu vou te ensinar.
– Realmente?
– Sim, ensinarei e você poderá ler todos os livros que desejar, comprarei mais se achar os que tem aqui chato. – ela riu me abraçando pelo pescoço.
– Você é maravilhoso Edward. – ri beijando seus lábios bonitos.
Ela gemeu contra minha boca e não demorou nada para nosso beijo se tornar urgente e cheio de necessidade. Antes que pudesse me conter, eu tinha Bella pressionada contra uma das estantes de livros, suas saias erguidas e minhas mãos cheias da sua linda bunda macia.

– Edward... – ela gemeu enrolando as pernas em volta do meu quadril, suas pequenas mãos em meu cabelo puxando forte o meu cabelo.
Ambos gememos quando esfreguei minha dura ereção contra seu centro, seu calor só me fez mais duro e edento por ela.
Afastei nossos lábios a olhando ofegante, ela sorriu e sorri de volta.
– Te quero Bella.
– Me tome Edward. – ela gemeu e grunhi, com a sua ajuda desfiz minhas calças e no minuto seguinte estava dentro dela.
Meu pau abrindo caminho e sua pequena e apertada boceta, ela gritou cravando as unhas em meus ombros.
Agarrando sua bunda com força, entrei profundamente dentro dela, ela gemeu rebolando em meu pau, seu corpo se arqueando contra o meu. Seus seios se esfregavam contra meu peito prazerosamente.
– Diabos...
– Oh meu... – ela gemeu, minhas investidas eram longas e profundas, e a cada metida, sua boceta sugava mais meu pau para dentro.

Sabendo que eu viria logo, tomei seus lábios, enquanto aumentava minhas investidas, indo cada vez mais forte e rápido. Bella gritou, com sua boceta ordenhando meu pau. Levei uma mão entre nossos corpos e provoquei seu botão de prazer. Ela gritou muito alto quando veio, seu corpo tremendo contra o meu, seu gozo banhando meu pau latejante. Eu estava muito perto.
Me retirei dela, e sua mãozinha agarrou meu pau, nem dois segundos depois eu vim em suas saias. Olhamos-nos ofegantes e sorridentes. E em um pedido de desculpas retirei minha camisa e a limpei, me limpando como deu depois.
– Acho que precisamos de outro banho.
– Irei pedir que preparem um imediatamente. – grunhi arrastando ela para meu quarto com tanta pressa que ela riu o caminho todo.


**Uma semana depois...**


Beijei seus bonitos seios arrebitados a fazendo rir, fazer amor com Bella era sempre delicioso, mas adorar seu corpo ao ar livre era sempre maravilhosamente indescritível.
– Edward pare. – ela riu e sorri subindo meus beijos até sua boca, ela sorriu afagando meu cabelo.
– Está cansada amor?
– Um pouco, melhor voltarmos.
– Mas já? – ela riu do meu bico.
Sim eu estava um bobo apaixonado a sua volta. Na verdade a semana toda. Passávamos cada minuto do dia juntos, eu não conseguia ter o suficiente dela.
Ou a estava ensinando a cavalgar, ou a ler e escrever, Bella era uma mulher inteligente e aprendia muito rápido, qualquer coisa que lhe ensinasse.
Também saiamos todas as tardes para fazer um piquenique, em uma parte mais afastada perto de um riacho. Eu simplesmente amava ver Bella nua sobre a grama, e amá-la ao ar livre.
Eu já havia mandado uma carta para meu pai pedindo o anel de noivado que minha avó havia deixado para mim. A cada dia mais eu tinha certeza sobre meus sentimentos por Bella. Tinha que ser amor essa necessidade de estar com ela o tempo todo.

Senti seus dedos em minha bochecha e sorri.
– Eu te amo Edward. – ela sussurrou, ela sussurrava todos os dias, e eu queria dizer algo, mas eu ainda temia que ela amasse Anthony e não a mim.
– Está na hora de voltar. – ela sorriu e beijei seus lábios mais uma vez a fazendo sorrir.
– Sim está.
Depois de nos vestirmos e ajeitarmos todas as coisas. E montamos nos cavalos que estavam amarrados em uma arvore ao lado.
Cavalgamos lentamente de volta para a propriedade conversando, Bella era muito doce e divertida, e gostaria de conversar com ela sobre meus pais. Estava ansioso para que ela os conhecesse.
Ao chegarmos a mansão notei uma carruagem estranha. Não prestei atenção de quem era, e ajudei Bella a desmontar, entregamos os cavalos para um dos cavalariços e levei Bella para dentro.
Assim que entramos Laurent veio correndo em minha direção, nunca vi o homem andar tão rápido, ele ainda estava um pouco receoso de chegar perto de Bella.

– Milorde. – fez uma pequena reverencia.
– Laurent o que há?
– Eu tentei pará-la milorde, mas ela chegou dando ordens, eu... – o homem parecia mal.
– Laurent de quem está falando?
– Milorde.
– Ah até que enfim chegou. – alguém gritou e gemi ao ver condessa Denali me olhando irritada.
Bella se agarrou ao meu braço com força, e vi Tânia olhando com olhos astutos para Bella.
– Edward quem é ela?
– Ela é a noiva de milorde. – Laurent disse e duvidava que fosse a primeira vez, Tânia riu.
– Isso é um absurdo, eu sou a noiva dele. – Bella guinchou se afastando de mim, e rosnei.

Mais que diabos! De onde ela tirou isso?  



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