03 setembro 2013

FanFic: Sempre Esperarei por Ti - Capitulo 7

Sempre Esperarei Por Ti

Autora(o): Paula Halle
Gênero: Romance, Comédia, Fantasia, Hentai, Universo Alternativo
Censura: +18
Categorias: Saga Crepúsculo
Avisos: Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo

**Atenção: Esta história foi classificada como imprópria 
para menores de 18 anos.**


Capitulo 7 - Mas que diabos! O que eles fazem aqui?



– Edward quem é ela?
– Ela é a noiva de milorde. – Laurent disse e duvidava que fosse a primeira vez, Tânia riu.
– Isso é um absurdo, eu sou a noiva dele. – Bella guinchou se afastando de mim, e rosnei.

– Diabos! Você enlouqueceu?
– Edward, bobinho, eu sei que está chateado, mas não achou que podia se esconder de mim, não é? – grunhi esfregando o rosto.
– Escute bem condessa, eu nunca fiz nenhum pedido para que você acreditasse que temos algum compromisso.
– Oh meu doce Edward, não sejas assim, eu sei que você me ama. – ouvi um guincho e me voltei para Bella que me olhava com lagrimas nos olhos.
Diabos!
– Bella.
 Eu... – ela negou e correu pra fora.
– Mais que Diabos! – rosnei e ouvi Tânia rir.
– Quem é aquela menina Edward? Uma criada? – me virei para Tânia tentando controlar minha vontade de esganá-la.
– Tânia, aquela é minha noiva.
– Você também está repetindo esse absurdo?
– Não é absurdo nenhum, eu vou me casar com ela e se sabe o que é melhor para você saia da minha casa imediatamente. – ela ofegou.
– Está me ameaçando.
– Certamente eu estou. Saia agora, antes que eu não responda pelos meus atos. – sua boca se abriu e fechou algumas vezes, mas não esperei ela formar um pensamento coerente, corri para fora à procura de Bella.
Olhei em volta e não a vi pelo jardim. Diabos onde ela poderia ter ido? De repente, a imagem da cabana veio a minha mente e temi que ela tivesse voltado para lá, comecei a correr em direção aos estábulos, ansioso para achar minha Bella.

Não queria nem pensar no que estava passando pela cabeçinha dela. Com certeza um monte de porcarias. Ela não podia realmente achar que eu estaria com ela se tivesse um compromisso com outra. Mas ela devia pensar isso, pela expressão de dor em seu rosto, com certeza era o que ela pensava.
Quando finalmente alcancei o estábulo ouvi um choramingo vindo de dentro e corri para dentro, paralisei ao ver Bella no chão perto de sua égua, ela parecia tão frágil, sentada abraçando suas pernas e o rosto enterrado em seus joelhos.

– Bella? – ela levantou o rosto e meu coração se apertou ao ver suas lagrimas. Me apressei em chegar a ela, me ajoelhando a sua frente, ela desviou os olhos de mim e suspirei. – Por favor, amor olhe pra mim.
– Não quero.
– Amor, não chore, por favor. – ela negou enterrando seu rosto em seus joelhos novamente e me sentei no chão ao seu lado, a puxando para meu colo, ela tentou me afastar, mas a segurei firmemente contra meu peito.
– Shiii, não chore pequena, por favor, ela não significa nada para mim. – ela ergueu o rosto me encarando.
– Mas... mas, ela disse que você a ama.
– Não, ela está louca, eu nunca disse nada assim para ela.
– Nem para mim.
Diabos!
– Bella eu... – comecei, mas ela gemeu e notei sangue em sua mão. – O que é isso? – seus olhos se encheram de lagrimas.
– Eu me cortei.
– Está tudo bem amor, eu vou cuidar de você. – a coloquei de volta no chão e me levantei, a pegando no colo em seguida, ela deitou a cabeça em meu ombro e comecei a caminhar em direção a casa.
– Edward, acho que há a algo errado comigo. – parei de andar a encarando.
– O que quer dizer?
– Eu nunca me machuco.
– Como?
– Todo esse tempo que esperei por você na cabana eu nunca havia me machucado, nenhuma vez sequer. Será que há algo errado comigo?
– Er... nenhuma vez? – ela negou e voltei a andar. Como isso era possível.

Nunca ter se machucado. Nunca sangrado, nunca envelhecido... parei de andar de novo, mas neguei. Ela só devia ser cuidadosa, não existia lenda e Bella não era um ser místico ou coisa do tipo.
– Edward. – sua mão boa tocou meu rosto e sorri.
– Sim.
– Há algo errado?
– Não, eu só estava pensando. Como está sua mão?
– Dói um pouco.
– Não se preocupe eu cuidarei de você.

Voltei a andar com Bella aninhada a mim, assim que nos aproximamos da propriedade gemi ao ver a carruagem de Tânia ainda em frente à casa, Bella ficou tensa em meus braços.
– Ela vai ficar aqui? – ouvi Bella sussurrar e grunhi.
– Eu a mandei embora.
– De verdade? – ri olhando pra ela.
– De verdade. Eu não a quero aqui, só você. – ela fungou e voltou a deitar a cabeça em meu peito.
Assim que entramos, encontrei Laurent olhando ansiosamente para mim, ele olhou para Bella e seus olhos se arregalaram ao notar o sangue em sua mão.
– Ela sangra?
– Mas é obvio que sim, o que você achava?
– Bem, fantasmas... – ele se calou com o meu olhar. – Nada milorde, eu vou buscar água e alguns panos para limpar o machucado de senhorita Bella.
– Obrigada, leve para meu quarto. Quero que preparem um banho em meu quarto também.
– Imediatamente milorde. – ele saiu e bufei, esqueci de perguntar onde estava Tânia, quando ele viesse ao quarto eu perguntava.
Comecei a subir as escadas encontrando Ângela no caminho.
– Oh meu... milorde, senhorita Bella está bem?
– Estou bem Ângela, eu só me machuquei no estábulo. – a jovem pareceu aliviada e sorri, ela havia sido a melhor escolha para cuidar de Bella.
– Ângela, Laurent foi buscar água e alguns panos para limpar o corte de Bella, vá ajudá-lo e peça que ele venha ao meu quarto imediatamente. – ela assentiu, correndo para fora das minhas vistas e levei Bella para meu quarto, assim que entramos a coloquei no centro da cama e sentei ao seu lado, pegando sua mão e verificando o machucado.
– Como se cortou amor?
– Na baia de Lua, eu queira cavalgar com ela.
– Amor, peça a um dos rapazes para colocar a cela para você no futuro, está bem? – ela assentiu sorrindo.

Ângela entrou logo em seguida carregando um jarro com água e alguns panos, Laurent a seguia trazendo uma travessa e atrás dele alguns rapazes trazendo baldes de água. Assim que os vi, dei um beijo na testa de Bella, pedindo que Ângela limpasse seu machucado e puxei Laurent para fora do quarto.
– Onde está a condessa?
– Ela está no quarto de hospedes da ala sul milorde.
– O que? – rosnei e ele me olhou assustado.
– Ela... milady disse que o senhor a convidou a ficar? – ele falou hesitante e minhas mãos ficaram em punhos, com a vontade de socar algo, ou uma condessa.
– Me leva até Tânia. – ele assentiu e comecei a segui-lo, mas parei o pedindo que me esperasse e corri para o quarto.
– Edward onde estava?
– Amor preciso resolver um problema. – me inclinei beijando seus lábios rapidamente, eu sabia que não devia evitar as demonstrações de afeto em publico, mas eu não podia evitar beijá-la ou tocá-la. – Mandei prepararem um banho, eu voltarei em breve.
– Está bem. – ela esticou os braços pra mim e vi Ângela virar de costas e rindo me inclinei deixando ela me abraçar e a beijei.

Quando nos separamos, sai do quarto, mas pude ouvir a risadinhas das mulheres, sorrindo segui Laurent que me guiou ao quarto de Tânia, felizmente ficava bem longe do meu, mas já estava na hora dela ir. Se havia algo que eu odiava era mulheres como Tânia, fingindo que aceitavam os termos que combinamos quando nos envolvemos e aí de repente agiam como se eu lhe tivesse prometido o mundo. Falsidade era a pior coisa que existia e infelizmente notei tarde demais, que Tânia era empesteada de falsidade.

– Aqui milorde.
– Obrigada Laurent, pode se retirar.
– Sim senhor. – assim que ele se foi bati na porta, ouvi um entre e abri a porta entrando no quarto, engasguei ao encontrar Tânia semi-nua na cama.
– Que Diabos!
– Edward amor, sabia que você viria. – ela ronronou e grunhi.
– Pelo amor de Deus Tânia, e se fosse Laurent, o homem é velho. – ela riu.
– Edward eu sabia que era você.
– Não importa. Por que não foi ainda? – seus olhos se estreitaram.
– Ir? Por que eu iria?
– Por que não é bem vinda em Masen Hill.
– Está realmente me expulsando?
– Sim Tânia. Não a quero aqui. Nosso acordo acabou em Londres, você sabe disso muito bem.
– Mas eu esperei que voltasse para que continuássemos de onde paramos, e quando você demorou tanto acreditei que gostaria da surpresa. – sussurrou docemente piscando seus grandes olhos azuis pra mim, não me enganando nem por um segundo.
– Tânia não se faça de inocente, eu sei bem o que você pensou. Mas eu não vou me casar com você, você sabia muito bem o tipo de acordo que nós tínhamos e o aceitou. Não vou aceitar ser manipulado por você.
– Edward... – guinchou, mas não me importei, eu não a queria aqui incomodando minha Bella.
– Eu quero que você parta de Masen Hill imediatamente.
– Edward, isso é por causa daquele menina? – respirei fundo tentando me acalmar.
– Tânia, é exatamente por causa dela, eu vou me casar com ela. E sua presença incomoda minha noiva, então eu estou pedindo educadamente que você parta de Masen Hill, não me fala usar a força.
– Entendi. Partirei imediatamente.
– Obrigada. – sai do quarto mais leve, sabendo que havia me livrado de um imenso problema e fui ver como Bella estava.

Encontrei Jasper no caminho e gemi ao ver seu sorrisinho.
– Olá meu amigo.
– O que quer Whitlock?
– Nada, só vim prestar meus pêsames, soube que Tânia está aqui. – grunhi.
– Sim, mas já está de partida.
– Tão cedo. – contive a vontade de socá-lo e tentei me lembrar por que éramos amigos mesmo.
– Por favor, Jasper eu não estou com paciência para isso agora. – ele riu me abraçando pelos ombros.
– Ah meu amigo, eu lhe avisei quando começou a se envolver com Tânia.
– Diabos! Eu sei, e me arrependo de não ter te ouvido.
– É verdade que ela chegou alardeando ser sua noiva?
– Infelizmente sim. Foi difícil convencer Bella que aquela louca nada significa para mim. – ele riu.
– Ah a doce Bella. Ela ficou muito chateada com a presença de Tânia? – esfreguei o rosto em frustração.
– Muito. Correu para o estábulo e se machucou e ela... – hesitei em contar a Jasper sobre o sangue, eu sabia que não ouviria o fim disso, mas eu precisava falar com alguém.
– Ela está bem? Os cavalos a machucaram? – perguntou parecendo genuinamente preocupado e me apressei em negar.
– Ela está bem, foi só um corte na mão. Mas ela... bem ela ficou um pouco assustada com o sangue.
– O sangue?
– Bem, ela disse que nunca sangrou quando esteve na cabana. – ele ofegou e me apressei em negar. – Não, nada disso, ela só deve ter sido cautelosa e nunca se machucado quando estava lá. – me apressei em dizer, mas pela sua expressão eu sabia que ele iria começar.
– Ela é a moça da lenda.
– Não existe lenda, pelo amor de Deus, Jasper.
– Sim é. Aí está a prova, ela nunca se machucou quando estava lá, porque enquanto ela estava na cabana ela era protegida por algum tipo de magia que a mantinha imortal.
– Jasper você ouve o que está dizendo? Esse... essa lenda fantasiosa não faz o mínimo sentido.
– Edward por que você se nega a acreditar? Olhe os fatos, seu bisavô a conheceu, e deixou Masen Hill para você, por que você se parece com Anthony, ele sabia que Bella iria se apaixonar por você.

– Isso... Você... – ele riu presunçosamente e grunhi me afastando dele e indo para meu quarto, ao entrar encontrei Bella enrolada em uma toalha aos pés da cama, ela sorriu a me ver.
– Edward, eu queria esperá-lo, mas a água ficou fria. – murmurou com pesar e sorri, seu cabelo comprido estava molhado e pingando e sua pele parecia linda toda úmida.
– Tomaremos outro mais tarde amor. – ela sorriu assentindo. – Onde está Ângela? – mal terminei de falar, ela entrou pela porta que ligava nossos quartos e corou ao me ver.
– Milorde.
– Ângela pode sair eu ajudo Bella. – ela corou vermelho brilhante e deixou as coisas sobre a cama e saiu com uma reverencia.

Assim que ela se foi olhei Bella que sorriu com suas bochechas rosadas. Rindo fui até ela e a abracei.
– Ângela pensara mal de nós. – ela sussurrou e neguei.
– Não se preocupe amor, ela será discreta. – ela sorriu me abraçando pelo pescoço e ficando nas pontas dos pés, até seus lábios estarem a centímetros dos meus.
– Você conseguiu resolver seus problemas? – arqueou uma sobrancelha, com certeza ela sabia que meus problemas eram Tânia.
– Sim. – pelo seu sorriso satisfeito, realmente ela sabia que os problemas eram Tânia.
– É só meu agora?
– Todo seu. – ela sorriu abertamente e não resistindo mais colei meus lábios nos dela. Ela gemeu agarrando meu cabelo e a apertei contra mim até deitá-la na cama, comigo sobre ela.

Já podia sentir meu pau endurecendo sob o seu calor e me apressei em retirar minhas roupas, Bella ria enquanto me ajudava, e eu já estava puxando sua toalha e acariciando seu lindo corpo.
Ela estremeceu em minhas mãos, gemendo quando acariciei seus seios, beliscando os mamilos rosados. Suas mãos passearam por minhas costas enquanto as minhas desciam para sua barriga até seu centro, senti o calor que emanava entre suas coxas e provoquei seus lábios com meus dedos.
Ela gemeu caindo na cama e a cobri com meu corpo, levando meus lábios aos seus seios, os chupei e lambi seus bicos, ela suspirou cravando as unhas em minha pele, esfregando sua boceta contra meu pau.
Não aguentando mais ficar longe dela, agarrei sua coxa a abrindo para mim e guiei meu pau para sua entrada, deslizando lentamente para dentro do seu calor apertado. Ela gritou arranhando minhas costas, suas unhas descendo até minha bunda e a apertando, gemi começando a investir lenta e profundamente para dentro dela.

– Edward... – ela gemeu meu nome a cada impulso do meu pau dentro dela, eu sentia seu sexo pulsando em volta de mim de uma maneira tão deliciosa.
– Diabos, Bella, você é tão perfeita. – gemi deixando seus seios e subindo meus beijos para seu rosto, sem deixar de investir contra ela, tomei seus lábios.

Beijei sua boca bonita com paixão, provando seu gosto com minha língua, dominando sua boca, assim como ela fazia com a minha. Minhas mãos subiram por seu corpo apertando cada parte que podia, até chegar aos seus cabelos. As mãos dela subiram pelo meu corpo, me imitando e quando chegaram ao meu cabelo, eu as peguei colocando acima da sua cabeça entrelaçando nossos dedos.
Afastamos nossos lábios nos encarando, nossas respirações estavam ofegantes e eu já podia sentir meu orgasmo se aproximando, Bella gemeu arqueando seu corpo contra o meu e gemi aumentando a velocidade dos meus quadris.
Senti sua boceta mastigando meu pau e rosnei me enterrando mais fundo nela, sua boceta ordenhou meu pau, quando ela veio com força, beijei seus lábios, me sentindo esvaziar dentro dela gemendo alto.
Meu corpo caiu sobre o dela, minha cabeça apoiada entre seus seios e sorri, até perceber o que acabei de fazer. Gemi internamente.

Diabos! Eu não devia ter feito isso.
Senti os dedinhos de Bella em meu cabelo e um beijo em seguida, acabei sorrindo.
Bem, eu só teria que adiantar o casamento.

[...]

Terminei de abotoar minha camisa, enquanto olhava Bella pentear seus cabelos, ela me pegou olhando-a e riu. Ela estava linda em um bonito vestido rosa pálido que a costureira já havia mandado entregar. Já haviam chegados vários vestidos e Bella estava encantada com todos.
Todos os dias experimentava um novo e cada dia ficava mais bonita. Ela riu novamente com certeza da minha cara de bobo. Caminhei até ela ficando atrás dela na cadeira onde ela estava de frente para o espelho e beijei seu pescoço.

– Você está deslumbrante amor. – ela sorriu.
– Obrigada Edward. – sorri.

Ela quase não me chamava mais de Anthony, eu realmente estava começando a acreditar que Bella me amava, a mim, e não o tal do Anthony. E só conseguia ficar mais e mais feliz com isso. Estava explodindo de alegria na verdade, se ela amava a mim, seria muito mais fácil dizer as palavras que estavam presas em minha garganta.

Ao olhar Bella eu percebi que a amava. Era só olhar seu sorriso que meus joelhos fraquejavam e quando seus bonitos olhos azuis encaravam os meus, eu sentia que ela podia ver minha alma. Mas quando ela dizia que me amava eu tinha certeza que meu coração ia sair para fora do meu peito de tão forte que ele batia. Isso tinha que ser amor, eu não podia encontrar outra coisa. Eu amava Bella e eu diria para ela hoje.

Ouvi uma batida na porta e bufando dei mais um beijo em seu pescoço e fui ver quem era, olhei para Laurent que sorriu se desculpando por incomodar.

– O que há Laurent?
– Milorde o senhor tem visitas.
– Visitas? – gemi e abaixei a voz para que Bella não ouvisse. – A condessa?
– Não, não, ela partiu senhor, muito furiosa devo dizer. – acabei rindo.
– Imagino. Então quem é?
– Conde e Condessa de Weston.
– Meus pais? – gemi e ele assentiu.

Mas que diabos! O que eles fazem aqui?


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