02 novembro 2015

FanFic Passado Distorcido - Capitulo 33 - Onde você estava quando eu tinha dezessete?

 

Autora(o): Kelly Domingos - Whatsername no Nyah!
Gênero: Angst, Romance, Universo Alternativo, Hentai, Drama
Censura: +18 
Categorias: Saga Crepúsculo 
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo


Onde você estava quando eu tinha dezessete?


POV Edward


Aquilo era uma droga e, com certeza, um serviço para mulher fazer. Eu olhei para o chão de novo, a porra da poeira teimava em persistir. Passei a vassoura com certa raiva sobre o porcelanato, tentando deixar o piso razoavelmente limpo. Eu limparia apenas as partes importantes; sala, quarto, cozinha e banheiros. Possivelmente, Bella não iria visitar minha lavanderia abandonada. Os poucos metros quadrados já eram propriedade de Flip-flop, deveria dizer que, também, o filhote hiperativo apossara de meus tapetes e do canto do sofá.

Eu desistia fácil das coisas que me deixavam entediado e irritado, eu tinha pouco tempo e muita coisa para fazer. Dentre elas, tomar banho e preparar alguma coisa para Bella e eu comermos. Sorri sozinho quando percebi o nível de minha ansiedade, era inegável. Eu estava estupidamente me roendo para vê-la. Não era um encontro, era aquela coisa de namoro. Comer e namorar. Bella e eu entraríamos para as estatísticas se continuássemos comendo daquele jeito.

Revirei minha geladeira, procurando alguma coisa para cozinhar. Abri os armários para puxar pacotes de macarrão. Encarei o fogão, nós não tínhamos intimidade nenhuma; macarrão com molho sempre era uma boa pedida, eu poderia me arriscar fazendo um molho de queijos. Eu busquei meu computador e o deixei sobre a mesa, depois de pesquisas rápidas, encontrei uma receita curta. Eu gostava daquela parte, poucos ingredientes e pouco tempo de preparo também.


O meu senso de medidas nunca funcionava, eu não saberia calcular quanto macarrão usar para duas porções, decidi usar o pacote todo. Vamos pecar pelo exagero, certo? Joguei sal e óleo na panela cheia de água, assim como sugeria a receita. Agora era só aguardar cerca de nove minutos.

Nove minutos era o tempo suficiente para eu tomar banho. Segui para o meu quarto e saquei um par de roupas, a calça jeans usada durante o dia a e camisa preta pareciam boas para mim. Minha cama me chamou atenção, os lençóis estavam amassados e, talvez, sujos. Eu os puxei de qualquer jeito e coloquei lençóis limpos, pedindo a Deus que Bella terminasse na minha cama aquela noite. Deixei meus olhos na cama, imaginando nós dois ali. A sensação era quase palpável, Bella estaria em meus braços e ela estaria sorrindo para mim. A imagem perfeita.

Sem pensar duas vezes, eu me tranquei no banheiro. Todos meus pensamentos estavam em Bella. Céus, aquela mulher era um vulcão cheio de lava. Ela sabia, exatamente, como deixar um homem de sangue quente completamente perdido. Cerrei meus olhos enquanto as imagens vinham e, concomitantemente, a água caia sobre minhas costas. Bella me beijava de um jeito tão languindo, as mãos percorriam a extensão de meus ombros. O toque era gentil e quente; e tudo era convertido em pulsos de excitação se que acumulavam em meu membro.

Eu me toquei sem culpa, aproveitando as imagens formadas, gemendo enquanto a água salpicava contra meu corpo. O nome de Bella saia abafado; eu precisava de libertação e, quando ela veio, meu corpo tremeu minimamente e minha mente nublou e eu sorri feito idiota. Eu fiquei ali me recompondo e tentando terminar meu banho. Aquele alívio seria benéfico, assim, minhas chances de ficar com as bolas roxas diminuíam. Eu poderia contar as vezes que eu aproveitara meu banho para bater sozinho. Não que eu não gostasse de fazer aquilo, mesmo não tendo quatorze, era divertido e satisfatório ter aquele momento. Era minha brincadeirinha particular.

Sai de debaixo do chuveiro e entrei em minhas roupas, olhei-me no espelho e descobri que eu esquecera-me de fazer a barba, o relógio me dizia que Bella chegaria dentro de seis minutos, então eu ficaria com a barba. Os pêlos crescidos iriam pinicar a pele de Bella, mas aquilo não me faria ficar longe dela. Não perdi meu tempo arrumando meu cabelo. Voltei para a cozinha para começar o molho de queijo, mas antes que eu pensasse em qual queijo usar, o fogão sujo com água de macarrão me dizia que acontecera alguma coisa. Destampei a panela com temor, meu rosto estampou uma careta ao ver o macarrão embolado e cozido demais, mais parecia uma pasta que qualquer outra coisa. Uma seqüência de palavrões preencheu o silêncio do apartamento, aquilo estaria intragável. Sem usar um pano, lancei a panela sobre a pia.

Escorei-me na mesa, completamente irritado. Minha incompetência me assustava, não poderia ser tão difícil assim cozinhar! Sem contar que não tinha mais nada para comer, Bella iria rir de minha cara, eu poderia prever sem dificuldades. Ótimo namorado, Edward! Ótimo!

Não era justo eu ficar de mau humor; procurei alguma alternativa sem muito êxito. Joguei algumas balas em minha boca para eu evitar morder minha bochecha por causa da irritação. Antes sumisse com a pasta de macarrão, uma batida calma soou vinda da porta. Caminhei a passos largos para a porta, Flip-flop veio atrás de mim. Ele intercalava mordidas e lambidas nojentas em meu calcanhar. Tentei expulsar qualquer resquício de irritação antes de abrir a porta para Bella. Eu abri a porta de madeira para encontrar uma Bella linda e sorridente. Ela tirou os olhos do celular e deixou os olhos nos meus.

“Oi!” A voz quente foi música para mim, eu sorri por puro reflexo.
Eu estendi a mão para ela, o contato foi gostoso e eu aproveitei para puxá-la para um abraço. Bella veio de boa vontade para os meus braços, envolvi-lhe pela cintura e a ergui um pouquinho. Deixei um beijo rápido no alto de sua bochecha.
“Oi!” Falei por fim, deixei mais um beijo na testa dela. “Como passou o dia?”
Ganhei um sorriso tímido. “Estava ansiosa para te ver, Edward!”
“Eu também estava.” Respondi-lhe contra o rosto, lembrei momentaneamente de meu fracasso na cozinha.
Bella afagou minha bochecha. “Você parece irritado, posso saber o motivo?”
“Eu não sei cozinhar.” Minha voz saiu mais divertida que cheia de lamento. “Eu tentei fazer algo para comermos, mas eu demorei muito no banho e deixei o macarrão cozinhar demais.”
Um sorriso verdadeiro se desenhou no rosto de Bella, fazendo-a ficar ainda mais bonita. “Edward, não seja bobo, eu não me importo em te encontrar cheiroso e com os cabelos molhados, eu posso fazer alguma coisa para gente.”
Não a deixei continuar. “Posso pedir pizza? Eu não quero perder nenhum minuto com você na frente do fogão.”

Bella saiu de meus braços e encostou a porta, era engraçado vê-la tão baixinha. Ainda assim, absolutamente bonita no vestido de rendinha que parava no meio das coxas e que, para meu azar, não tinha nenhum decote. Os cabelos estavam soltos, as ondas bateram contra os ombros dela.
“Sua casa parece tão limpa!” Bella disse meio admirada antes de se sentar no sofá.
“Talvez eu tenha dotes domésticos!” Devolvi-lhe divertido, ocupei a outra metade do sofá, eu puxei as pernas de Bella para o meu colo. Sorrateiramente, o filhote importuno apareceu na sala, roubando sorrisos de Bella.
“Ele parece tão animado!” Ela disse encarando o bichano, fiz barulhos estranhos para chamar a atenção dele. Ele correu sem equilíbrio para nossa direção.
“Flip é completamente hiperativo, à noite piora.” Peguei-o em minha mão, ele tinha crescido um pouco e a pelagem estava mais escura. “Não nos importune hoje, sim?” Pedi encarando as fuças dele.
“Como se ele estivesse te entendendo.” Ouvi Bella dizendo com humor. “Dê-me!”
Eu coloquei o cachorro no colo dela, Bella o acariciou delicadamente, fazendo Flip ressonar baixinho. “Ele vai dormir se você continuar passando a mão nele.”
Bella sorriu grande para mim. “Se ele dormir, ele não vai nos incomodar.”

Tentei não interpretar maliciosamente aquela afirmação, mas era impossível quando Bella sorria daquele jeito para mim. Preferi não fazer nenhum comentário na mesma linha. Esperei que Bella ditasse as regras daquela noite. Eu daria todo o tempo e espaço que ela precisasse; aquilo também não era muito ruim, eu estava completamente feliz em ficar apenas na segunda base com Bella. Era engraçado ficar apenas nos beijando e nos esfregando como adolescentes cheios de hormônios.

Eu a entendia perfeitamente, o que abria margem para pensamentos ruins. Bella perdera, talvez, a melhor parte do final da adolescência; a fase de descobertas e, por assim dizer, da libertinagem. E, agora, ela estava livre para fazer tudo isso, recuperar o tempo perdido. Eu me via quase como um empecilho, eu não queria privá-la da nada, mas, minha parte egoísta, gritava para ela ficar apenas comigo. Sempre.

“Pensando em quê, Edward?” Bella perguntou baixinho, curiosa.
Eu a olhei por um breve instante, minhas argumentações se esvaíram. “Só uns pensamentos de derrotado, não se preocupe.”
Bella segurou meu olhar, ela sorriu complacente no fim. Delicadamente, ela se moveu para o meu lado e colocou Flip no tapete. Senti as mãos pequenas circulando meu pescoço.
“Eu não gosto quando você fica assim, Edward.” Bella disse calmamente, os dedos fizeram círculos pequenos em minha pele.
“Podemos conversar sobre isso mais tarde? Não é nada de mais.” Propus a ela, aquele era um assunto que eu realmente queria discutir.
Bella acenou positivamente, ela se inclinou para mim logo depois. Eu biquei os lábios vermelhos rapidamente, embora eu quisesse repetir o ato milhões de vezes.
“Beije-me direito, Edward!” Bella pediu fingindo irritação, eu me perdi no mar de chocolate.
“Estamos ansiosos essa noite?” Perguntei-lhe rindo, minhas mãos pousaram nas bochechas quentinhas, meus lábios colaram aos dela também.

A verdade era que eu amava beijá-la, senti o par de lábios dançando com os meus e a língua quente pedindo passagem. Bella era quem ditava nosso ritmo, nossas línguas eram vagarosas; minhas mãos correram para abraçá-la. Senti as mãos em minhas costas também, ela massageava toda a região. Eu não tinha pressa alguma, mordisquei-lhe nos lábios e aticei-a com sugadinhas pequenas. Quando Bella começou arfar, diminui o contato gradativamente. Minha testa descansou na testa de Bella.
Nós nos olhamos e sorrimos, sorvi o restinho do gosto de Bella que estava em meus lábios. Ela fez o mesmo e, depois, selou com demora nossos lábios. “Eu nunca canso de te beijar.”
“Eu também não.” Confidenciei a ela. “Amo você!”

Eu recebi em troca um sorriso tímido, Bella aconchegou-se ao meu lado e passou a perna sobre as minhas. Minhas mãos foram sem minha permissão para a pele descoberta. Eu sabia que Bella gostava daquilo, gastei muito tempo nas panturrilhas durinhas. Recebi um beijo longo em troca. As mãos subiram pelas coxas dela, levando um pouco do vestido também, o que fez Bella sorrir. O beijo continuou intenso e quente, Bella explorou cada pedaço de minha boca, eu senti o suor formando poças em minha nuca e uma leve vibração em minha virilha.

“Eu estou com saudade de você, Edward!” Bella disse entre os beijos, ganhei uma mordida em meu lábio inferior. “Muita saudade.”

Se eu estava esperando Bella dar os sinais, definitivamente, aquele era um ótimo sinal. Eu a beijei em resposta, não sendo muito delicado. Deixei mordidas também, afundei minhas mãos nos cabelos soltos e pressionei-lhe a nuca com as pontas dos dedos.

“Também estava morrendo de saudade de você, baby! Seu cheiro, sua pele...” Falei indo para a orelha dela, beijei a pele molinha. Eu segurei um gemido quando Bella arfou rendida.
Eu a trouxe para o meu colo, sentando-a de frente para mim. “Por que você está corada?” Perguntei ao vê-la com as bochechas tingidas de escarlate.
Ela sorriu abertamente cerrou os olhos para mim. “Você não sabe o quanto você é irresistível!”
“Não resista!” Eu lancei-lhe presunçoso, beijei-a nos lábios superficialmente. “Qual pizza você quer?”
Bella retribuiu o pequeno gesto. “Pode ser qualquer uma, não estou com muita fome.”

Sai do sofá contra minha vontade, meu celular estava em algum lugar na sala, encontrei-o perto da televisão. Disquei para o primeiro Delivery que avistei na porta da geladeira. Aproveitei que eu estava na cozinha e joguei o macarrão fodido fora, fiquei entre suco e refrigerante. Lembrei-me de Esme e, então, escolhi o suco.

Encostei-me contra o batente da porta, depois de cincos toques, o homem me atendeu. Eu tinha sérios problemas em conversar com desconhecidos, principalmente ao telefone. Era estranho, não me pergunte o motivo para minha cisma. Até minha voz saia cortada, pedi rapidamente a pizza mais tradicional que eles tinham. Mal senti Bella me abraçando por trás, as mãos afagaram o alto de minha barriga.

“Você é fofo, Edward!” Bella disse sorrindo, eu a fiz ficar em minha frente.
“Por quê?” Questionei-a, pedindo que ela tivesse um bom argumento, pois não existia adjetivo pior para um homem.
Ela ficou na ponta dos pés para me beijar. “Você cora ao falar ao telefone!”
“Eu acho estranho conversar com desconhecidos.” Coloquei vagamente. Meus braços passaram pela cintura dela, afaguei os ossinhos protuberantes do quadril.
Bella segurou um sorriso grande, cheio de travessura. “Você é tão fofo que eu tenho vontade de te lamber inteiro.”
Não pense besteiras, Edward! Não pense!
“Lamber-me como um cachorro?” Perguntei e fiz bico para ela.
Eu vi o rubor tomando conta do rosto de Bella, talvez eu sentisse até o calor. Ela ergueu o rosto e, atrevidamente, deixou uma lambidela no canto de minha boca. “Acho que isso é melhor que a lambida de um cachorro.”
Guiei-nos para o sofá, Bella dava passos pequenos. Eu cai de costas e trazendo Bella para ficar em cima de mim. O peso era desprezível.

Bella prendeu os cabelos no alto da cabeça, eu queria entender com as mulheres prendiam os cabelos com os próprios cabelos e mil movimentos estranhos com as mãos. Eu ganhei um beijo rápido em meus lábios. “Eu gosto quando você usa camisa preta, fica bem em você!” Bella traçou a pele de meu pescoço, ela brincou com a barba da região.

“Eu gosto de barba!” Bella desceu para colocar beijos em meu pescoço. “Você fica com cara de mais velho, eu gosto dessa parte também.”

Os lábios de Bella arrastaram em minha pele, me fazendo queimar de um jeito bom. O trajeto era quente, indo desde a base de meu pescoço até minha boca. Eu não resisti quando ela pegou meus lábios, sem nenhum cuidado.

Não existia pelo o que lutar, eu iria beijá-la do jeito que eu gostava. Abri minha boca para capturar-lhe os lábios, movi minhas mãos para a base das costas de Bella. Minha língua vibrou quando encontrou a dela. O beijo tornou-se lento e profundo, eu gostava dos sons emitidos por Bella. Minha sanidade já estava rasa, eu não tinha planos para recobrá-la. Fiz caminhos diferentes com minhas mãos, uma estacionou a curva do bumbum de Bella, a outra brincou e pediu espaço na nuca cheia de fios de cabelo.

Eu gemi ao sentir Bella se colocando entre minhas pernas, o vestido curto tinha subido muito, o que não era ruim. Puxei-a para mim, minha perna ficou entre as delas. Se Bella quisesse, ela poderia se esfregar tranquilamente em mim. O ar se fez necessário muito cedo, eu terminei nosso beijo contrariado. O rosto de Bella estava puramente vermelho.

As mãos não foram tímidas ao entrarem em minha camisa, Bella apertou minha cintura e tentou seguir para minhas costas. “Eu gosto de preto em você, mas, agora, eu prefiro você sem essa camisa idiota!”
Meus lábios curvaram e demoraram a voltar para o estado normal, porque era impossível não sorrir ao ver Bella tão decidida e quente. Tudo melhorava quando ela me olhava sob os cílios longos e escuros.

O tecido preto foi jogado para o chão. Bella se ajeitou em cima de mim, meus olhos se arregalaram quando ela desceu com os beijos indecentes para minha barriga. Talvez Bella tivesse percebido minha reação, pois eu ganhei um sorriso baixo. Ela subiu para ter o rosto sobre o meu. “Você é tão lindo e tão meu!” Ela disse antes de me beijar rapidamente.
Eu sorri em resposta e afaguei-lhe as bochechas. Bella fechou os olhos durante o contato terno. “Eu quero saber o que você gosta, Edward!”
Soltei uma respiração curta, estupidamente excitado. Eu procurei os olhos de Bella, eu sabia que ela não faria nada demais, mas eu estava ansioso sobre uns beijos em minha barriga despida. “Eu sou seu, certo? Faça o que quiser comigo!”

Bella sorriu presunçosa, ela me beijou calidamente antes de descer para minha barriga. “Eu te amo!” Ela disse baixinho sobre minha boca. “Mostre-me se estou no caminho certo, tá?”
Sem esperar minha resposta, Bella correu os lábios até meus ombros e, então, a tortura começou. Ela começou me beijando e dançando as mãos em meus braços. A combinação era fodida de tão boa. Eu ainda estava encantado com os cabelos de Bella caindo e escovando, timidamente, meus ombros.

Era difícil conter meus sons baixos, eu ofegava como um sedentário. Quando senti os dentes de Bella fechando-se em minha pele, soltei um gemido abafado. Mordidas eram o que existiam de melhor no mundo. Os toques libidinosos desceram para o meu peito, ali Bella distribuiu beijos e lambidas, a língua quente correu por toda extensão, deixando um rastro de fogo. Trinquei meus olhos ao sentir a boca de Bella descendo, perigosamente, para minha barriga. Fiquei feliz por ela não ter demorado tempo demais em meu peito, só não era tão legal assim.

Procurei alguma coisa para dizer, mas nada parecia bom. Bella sabia que ela estava no caminho certo. Minha respiração tornou-se rápida a partir do momento que Bella passou a beijar a pele que cobria meu estomago e a me olhar fixamente. Ela não me olhava inocentemente, os olhos marrons escorriam malícia. Bella me olhava sobre os cílios, era estritamente pervertido o olhar que ela me lançava. E então eu descobri que eu amava aquela carinha de safada. Bella escorregou ainda mais para baixo, fazendo minha situação piorar. Ao passo que ela descia, ela empinava mais o bumbum já empinado. Minhas mãos voaram para os cabelos dela, ela não podia brincar daquele jeito comigo. Senti a língua traçando a parte baixa de minha barriga, logo acima do cós de minha calça. Minha ereção estava praticamente amassando os peitos de Bella, e aquilo fez minha mente formular imagens puramente sujas.

Senti a língua contra minha pele, meu corpo recebia choques agradáveis, eu poderia gozar apenas com aquilo. Bella empinou um pouquinho mais, levando meu juízo para o inferno. Ela deixava beijos e assopradas, mordidas e lambidas. Meu jeans iria rasgar a qualquer momento, pois meu pau estava pulsando sob o tecido. Senti o suor cobrindo meu rosto, minhas mãos, que ainda estavam nos cabelos de Bella, fizeram um carinho na região, o que fez Bella se empolgar ainda mais. Sem eu perceber, ela traçou o cós de minha cueca. Ela estava tão perto.

Era só abrir o zíper!

Eu conhecia Bella, ela só queria me deixar com vontade. Eu a puxei para cima, beijei-a calmamente, embora existisse ondas de desejo também. “Você é malvada, baby!”
Ela sorriu para mim, o rosto não poderia estar mais corado. “E você é gostoso!”
Sorri para o elogio, beijei-a novamente. Eu deveria retribuir a sessão de carinho, deitei-a ao meu lado no sofá, estávamos apertados pra caralho e aquela falta de espaço conferia o que eu mais gostava. Estar completamente colado nela. Bella sentia cada parte de mim, as partes importantes, pelo menos.
“Eu gostei de ter feito isso!” Bella disse perto de minha boca, os dedos curtos contornaram meus lábios.
Eu a abracei e entrelacei nossas pernas. “Você sabe como me deixa, certo?” Movi meu quadril para o dela, o que era um hábito. “Prometo te deixar toda mole também!”
Bella deixou escapar um sorriso, ela bateu o quadril contra o meu também. “Você não precisa se esforçar muito para isso.”

Antes que Bella falasse mais alguma coisa, pousei minha boca na dela. O beijo fora demorado, explorei-lhe a cintura, descendo até o quadril. Espalmei minha mão e corri toda a lateral do corpo dela. Eu me sentia vitorioso ao ganhar os suspiros baixos. Meus dedos passavam displicentemente perto dos seios de Bella, o vestido com gola velada não ajudava. Eu sabia que chupões não eram permitidos em casais que tinham mais de dezesseis anos, mas deixei leves sugadas no pescoço branquinho. Quando eu iria descer minhas mãos, ouvi batidas vigorosas na porta.

Bella suspirou irritada, eu fiz o mesmo. “Deve ser a pizza.” Falei e sai do sofá e só então percebi minha situação. Sem camisa e duro como uma rocha.
“Baby, eu preciso de você.” Chamei por Bella, ela sorriu e saiu do sofá também. Ela se posicionou em minha frente. Não estava ajudando muito ter a bunda de Bella tão perto de minha área dura e pulsante.
“Boa noite!” O jovenzinho disse assim que eu abri a porta, ele parou os olhos em Bella. Eu tive que enlaçá-la pela cintura.
Possessão ou proteção? Não sei!

Ele não demorou a nós entregar a pizza, eu não estava muito inclinado a ser educado com ele, mas, mesmo assim, dei-lhe o troco. Eu estava perdendo meus míseros seis dólares e vinte e cinco centavos.

“Cheira bem!” Bella disse depois de eu fechar a porta.
“Onde quer comer?” Perguntei-lhe e segui para sala, talvez um pouco Iritado pela interrupção.
Bella parou e me olhou, minha irritação momentânea dissipou-se quando ela me deu um sorriso quente e fofo. “Ei, temos tempo!”
Sorri para ela também, escorreguei para me sentar no chão perto do sofá, Bella trazia os copos cheios de suco de uva. Ela quase derramou as bebidas ao tentar se sentar.
Coloquei a caixa de pizza ao nosso lado, ela parecia apetitosa. Servir-nos sem usar pratos, pedi para que Bella não me achasse muito ogro. Nós comemos em silêncio, trocávamos carinhos polidos entre as mordidas.

“Você está me engordando!” Bella disse sorrindo e olhando para os dedos sujos de queijo. “Edward, minha barriga está cheia de dobrinhas, e a culpa é sua!”
Eu a olhei, e não tinha nada anormal na barriga dela, continuava retinha, claro, ela estava sentada e, por isso, uma dobrinha se fez. Aquilo era perfeitamente aceitável e, mesmo que houvesse mil dobrinhas, ela ainda estaria bonita para mim. Eu sorri de lado antes de pegar a pequena dobrinha, apenas para implicar. “Você continua gostosa para mim.”

“Não me aperte, Edward!” Bella ralhou para mim, ela expulsou minhas mãos.
“Bella, homens mostram afeto implicando, você deveria saber dessa parte!” Expliquei para ela, Bella me lançou um sorriso cheio de presunção.
“Então todas as vezes que você implicou comigo era para dizer que você gostava de mim?” Ela perguntou e empurrou a caixa de pizza para o lado, vindo, depois, para o meu colo.
Eu pensei sobre aquilo, nós dois não vivíamos como cão e gato, mas também trocávamos boas alfinetadas. “Pode ser.”
Bella sentou-se em minhas coxas e passou as mãos sobre meus ombros nus. “Eu ainda tento descobrir quando foi que essa loucura começou!”
“Eu também!” Falei meio pensativo, eu tentava procurar, mas era impossível encontrar o dia exato em que meu coração começou a bater tão forte a cada vez que eu via Bella.
“Sabe, eu acho que sempre gostei de você!” Bella disse perto de minha orelha, os lábios desenharam um beijo ali perto.
“Talvez.” Respondi-lhe superficialmente. Bebi o resto do suco, para tirar o gosto da pizza, assim eu poderia beijá-la.

Ela fez o mesmo, o que me fez sorrir. Rocei nossos lábios delicadamente, massageei-lhe as têmporas e coloquei para trás os fios que se soltaram do coque mal feito. “Você está tão linda!”
Bella enrolou meus cabelos nas pontas dos dedos. “Você também, Edward. Bonito como nunca.”
O beijo aprofundou aos poucos, ninguém tinha pressa nem desejos perversos. Era um beijo delicado e íntimo, daqueles que passam sentimentos, tudo que a gente sentia um pelo outro estava ali. Então só tinha coisas boas.
“Eu amo você.” Soltei fraquinho enquanto recobrávamos o ar. “Desculpe por não falar isso sempre.”
Ouvi uma risada baixa, Bella prendeu os olhos nos meus. “Edward, eu realmente gosto disto em você, você só fala isso nas horas certas!”
“Eu não sou muito romântico, né?” Perguntei com falsa despretensão.
Bella pareceu pensar na resposta, ela sorriu timidamente no final. “Você não costuma falar tudo que você sente, mas, seus toques, seus sorrisos me dizem exatamente o que você sente.”
A percepção de Bella era algo que me assustava. “Como eu estou agora?”
Eu ganhei um sorriso e um beijo. “Você parece feliz, estou certa?”
Claro que está!
“Como estar diferente? Minha namorada linda está me dando um par de beijos, sentada em meu colo, com um vestido mais curto do mundo! Não existe homem mais feliz que eu!” Falei encarando-a e salpicando beijinhos no canto de sua boca, a resposta soara fútil, mas eu sabia que Bella entendera.
“Eu também estou feliz por estar aqui com você.” Ela disse e deixou um beijo em minha bochecha. Virei meu rosto para pegar os lábios macios, Bella me aceitou de bom grado. Minhas costas receberam um carinho gostoso, Bella correu as mãos de cima a baixo, as unhas me arranhavam sem machucar. Eu estava descobrindo que eu gostava de umas pegadas mais fortes nas costas também.

Ter Bella em meu colo me despertava do melhor jeito possível, eu a movi para ficar mais perto de minha crescente ereção. Bella amassou meu pau divinamente. Eu gemi abafado. O arfar baixo me fez continuar, o beijo tornou-se mais molhado e mais lascivo. As coxas despidas pediram por meu toque e eu não relutei. Minhas mãos foram firmes para aquela carne, eu sabia que Bella não gostava de nada muito suave, então eu não poupei boas apalpadas. Eu amava saber que Bella não era inclinada a coisas sutis. Eu também não era. Ela nascera para mim, definitivamente.
Minhas mãos serpentearam para a bunda durinha, massageei com vigor também. Bella já tinha parado de me beijar, agora, ela murmurava qualquer coisa em meu pescoço, às vezes, ela deixava umas mordidas em meu ombro.

“Você gosta, baby?” Perguntei depois de apertar mais uma vez a bunda empinada.

Bella se remexeu em meu colo, dançando sobre minha ereção já dolorida. Ela moveu os lábios para perto de minha orelha, senti uma leve sugada em meu lóbulo. “Eu fico tonta quando você me pega gostoso desse jeito!”
As palavras só me fizeram continuar, voltei para as coxas branquinhas, subi o vestido minimamente, apenas para ter onde mais tocar. “Você adora quando eu não sou bonzinho com você, né?”
A risada baixa escapou da boca de Bella, ela tirou o rosto de meu pescoço e me encarou, eu queria fotografar aquele sorriso perverso e quente. “O que você está insinuando?”
Um sorriso brotou em meus lábios, eu escolhi as palavras. “Você não gosta de nada muito polido, isso é ótimo, eu também não gosto.”
Bella me puxou para um beijo enlouquecedor, a língua quente mergulhou em minha boca, no fim, ela deixou uma mordida de verdade em meu lábio, o gosto do sangue foi sentido por nós dois. “Você não precisa se bonzinho sempre, principalmente quando estamos assim.”

Minha mente suja me deu cenas quentes. Eu me conhecia muito bem para saber quais eram minhas vontades. Eu queria deixar aquela bunda empinada com as marcas de minhas mãos, as marcas de cada dedo. Eu podia ouvir o estralo que minha mão iria causar, só o gemido de Bella seria mais alto. Talvez aquilo não fosse errado e sujo,talvez Bella quisesse também.

“Divida seus pensamentos comigo, Edward!” Bella pediu ainda perto de minha boca, ela me beijou rapidamente.
“Eu nunca vou te machucar, sim?” Soltei de qualquer jeito, o que abria mil e uma interpretações.
Bella acariciou minha bochecha. “Eu confio em você e você me respeita, a gente não precisa de mais nada.”
Absorvi cada palavra da declaração, eu sabia qual era o ponto. Sorri antes de beijá-la novamente. A gente não começaria a praticar sadomasoquismo, aquilo era angustiante e bizarro, mas nada nos impedia de usar uns tapinhas e umas palavrinhas sujas. Aquilo não seria hoje, no entanto.
Voltei a massageá-la nas coxas, meus toques se intensificaram à medida que Bella praticamente quicava em meu colo. Eu sorri ao ver o rosto corado e a respiração curta. Ela precisava de mim. Rápido.

Eu nós deitei no chão, procurei sem sucesso as almofadas. A verdade era que ter dois corpos na horizontal ajudava muito. Ficamos de lado, um de frente para o outro. O rosto de Bella denunciava o nível de excitação dela, mas eu queria prolongar aquilo. Puxei a perna para cima da minha, beijei-a libidinosamente. Minhas mãos foram sem vergonha para o par de seios, até agora negligenciados.

“Eu estou odiando sua escolha de roupa essa noite!” Falei beijando-lhe o pescoço, minha barba, talvez, estivesse causando irritação em Bella.
Ela sorriu baixinho. “Você quer que eu ande com as coxas e os peitos de fora?”
Ande nua! Em minha casa, é claro!
“Eu sei que seus peitos já estão doendo para sentir minhas mãos!” Massageei de levinho, quase sem pressão. Tateei as costas de Bella, atrás do zíper ou dos botões.
“Onde tira essa porra?” Perguntei depois de procurar e não achar.
Mais um sorriso preencheu a sala. Bella sentou-se sobre os joelhos. Fora atrapalhado e quente, mas Bella tirou o pequeno vestido. Eu não pisquei, ao contrário, eu memorizei cada segundo daquela cena estupidamente sexy. Bella tirando a roupa para mim.

O zíper estava na lateral, Bella o desceu com as mãos trêmulas. Eu deixei uma piscadela para ela, incentivando-a. O tecido de renda foi retirado aos pouco e, aos poucos também, o sutiã azul marinho ia se revelando. Porra, ele tinha rendas e transparências. Aquilo era a perfeição em meu mundo.
Bella sorriu envergonhado ao se confundir com o resto. Se era melhor tirá-lo pela cabeça ou pelas pernas. Eu me ajoelhei na frente dela. “Você quer me deixar doido, baby?”
Ganhei um sorriso tímido, mas Bella não disse nada. Aproveitei para deitá-la sobre o tapete. Minhas mãos puxaram o vestido para baixo, eu engoli em seco ao ver o tamanho da calcinha azul. Não era só pequena, era indecentemente pequena e rendada e, para minha perdição, muito transparente.

Meus olhos prenderam aos de Bella. Existia uma corrente entre nós e nela apenas passava desejo. Uma vontade imensurável de tocar e beijar.
Meu corpo pedia pelo dela, como imã, deitei ao lado dela novamente. O beijo que se seguiu foi estritamente luxurioso. Nossas línguas estavam desesperadas. Vaguei com minhas mãos para as costas de Bella, o colchete do sutiã não estava ali, sem parecer idiota, voltei com minha mão para frente. Alisei a barriga lisinha, subi até encontrar o colchete. Eu pedi autorização com os olhos e o abri.
Os seios estavam com os mamilos rosados e intumescidos, peguei um em minhas mãos. Eu amava a textura, eles eram delicados e apetitosos. Massageei de leve, ignorando propositalmente os bicos sensíveis. Bella tinha os olhos fechados e o lábio entre os dentes.

Os beijos começaram no pescoço e perto da orelha. “Eu fico mais duro ao ver você fazendo essa carinha para mim, baby!”
Bella tremeu minimamente, as mãos desceram por minhas costas. Ela entrou em minha calça e apertou minha bunda de repente. “Que carinha?”
Prendi o lóbulo dela em meus dentes, demorando muito. “Essa carinha da safada, de quem está louca para gozar!”
Bella beijou meu pescoço. Intensifiquei meus toques nos peitos duros também. Desci minha boca para prová-los novamente. Bati minha língua na lateral, indo, sorrateiramente, para o centro. Bella dava leves espasmos, ela apertava uma perna contra a outra. “Calma, baby! Daqui a pouco eu vou te dar o que você tanto quer.”
Demorei um pouco mais nos seios redondos e firmes. Lambi, beijei e mordi. Quando Bella começou a arfar, decidi dar o alívio que ela tanto buscava.
Corri meus dedos pela barriga lisa, Bella ergueu a perna por puro instinto. Eu via a umidade tornando a calcinha ainda mais transparente, aquilo me fazia sentir o macho mais viril da face da terra, meu ego crescia por saber que era eu o responsável por todo aquele mel.

Meu autocontrole já estava raso, minha excitação já tinha feito minhas bolas passarem para o mais intenso tom de roxo. Bella tinha uma perna sobre a minha, ela estava se segurando para não roçar em minha coxa.
Eu a toquei sobre o tecido úmido, o cheiro veio forte para me inebriar. Se eu tirasse aquela calcinha, eu sabia que eu não me seguraria, preferi, então, serpentear minha mão sob o tecido. Bella era quente, meus dedos contornaram as dobras perfeitas daquela boceta apertada. A umidade fez meus dedos deslizarem calmamente. Meus olhos estavam fixos no rosto corado, a outra mão, em algum lugar no meio do cabelo de Bella.

Os gemidos eram baixos e sôfregos. “Edward, não me faça esperar!” Bella pediu entre respirações curtas.

Eu sorri para a pressa dela, então, propositalmente, apenas para sacanea-la mais um pouquinho, não deixei meus dedos se aproximarem do nervo inchado. Continuei trabalhando nas dobras, contornando os lábios com as pontas dos dedos.

“Toque-me, por favor!” Bella pediu enquanto deixava minhas costas marcadas com as unhas. “Eu preciso tanto, Edward!”

Beijei-a antes de tocá-la intimamente. Nós dois trememos quando meu dedo tocou o aglomerado de nervos, eu poderia senti-lo pulsar contra meu toque. Aquilo fazia meu tesão transbordar.
“Como você quer?” Perguntei abafado, eu queria fazer do jeito que ela mais gostasse.
Bella me olhou sob os cílios. “Bem devagar e depois muito forte e rápido.” Ganhei um beijo molhado e longo.
E, então, eu fiz o que ela pediu. Comecei lentamente, circulando e esfregando aquele clitóris duro, Bella abriu mais as pernas, o que me ajudava muito. A umidade melava meus dedos e fazia querer cair de boca naquela bocetinha rosa. Eu estava com água na boca, literalmente. O corpo de Bella tremia a cada investida de meus dedos, ela já estava perto. Minha visão nublou quando ela pegou o bico do seio entre os dedos.

Eu a estimulei calidamente, quando o gozo dela se aproximou, intensifiquei meu toque. Fazendo o que ela pediu, eu praticamente esfolei o nervo dela. Meu juízo se foi quando Bella jogou o quadril contra meus dedos. As coxas delas tremeram violentamente, denunciando o orgasmo, minha boca buscou a dela, pois nada melhor que beijá-la enquanto o gozo a preenchia. Bella segurou meus cabelos, gemendo coisas desconexas em minha boca. Meus dedos foram para a entrada que pulsava deliberadamente, usei todo o gozo para lubrificar meus dedos. Bella gemeu quando a penetrei com meus dois dedos.

O calor era algo de outro mundo, bombei meus dedos sem dó dentro da boceta molhada. Meu polegar a estimulou por fora, o nervo tremia a cada esfregada eu que dava.
“Rebole para mim, gostosa!” Pedi ao deixar beijos na orelha de Bella. “Rebole em meus dedos!”
Bella sabia usar o quadril, pois ela me deu um pequeno show. Meu pau pulsava a cada rebolada que Bella dava contra meus dedos. Eu não me assustaria se eu abrisse minhas calças e começasse a bater na frente de Bella.
A lubrificação de Bella só aumentava, então introduzi mais dois dedos. Sem soar metido, aqueles quatro dedos não faziam nem cócegas se comparados ao efeito do meu pau.
“Estou tão perto, mais forte, me fode gostoso, Edward!” Bella gemeu e mordeu meu ombro, segundos mais tarde, senti as paredes dela me mastigando. A umidade escorreu pelas coxas. Eu deixei meus dedos lá dentro, o calor era tão gostoso. Bella abriu os olhos desfocados, ela ficava linda daquele jeito. Ela me deu um sorriso grande, satisfeito.
Ganhei um abraço quente. “Você é o melhor! Eu me sinto completamente mole!”
Sorri para ela, completamente verdadeiro. Deixei que ela aproveitasse o momento dela, retirei meus dedos melados e os trouxe para minha boca.
Bella, que tinha os olhos cerrados, me olhou sob os cílios, um sorriso atrevido se desenhou. “Eu gosto de meu gosto, posso ter um pouco?”


Nada melhor que ter o gosto de Bella em minha boca, mas quando eu ia para lamber meus dedos, Bella pegou minha mão e começou a chupar meus dedos.
Vou repetir. ‘Começou a chupar meus dedos!’

Aquilo era demais para mim. Bella lambeu toda a extensão, os olhos estavam cravados nos meus. Sem muitas alternativas, desci minha mão para apertar meu pau, tentando algum alívio. A boca de Bella era quente e molhada, perfeita para chupar meu cacete. Ela terminou sugando apenas as pontas de meus dedos. A língua bateu contra o topo de cada um. Eu iria gozar, era isso!
Sem aviso, Bella me beijou. O gosto dela foi sentido por cada parte de minha língua, eu gemi abafado e pressionei meu pau dolorido. Bella continuou me beijando e passando a mão em mim, eu praguejei baixo quando ela colou os peitos intumescidos em meu peito. O mamilo durou roçou no meu, e eu já estava pronto para explodir.

“Foi uma delícia, Edward!” Bella disse baixinho contra meu pescoço. “É tudo tão diferente com você, é tão gostoso ficar em seus braços, você é completamente diferente dele.” A voz de Bella saiu baixinha, meu corpo tremeu por, simplesmente, me lembrar dele.
“Posso te pedir uma coisa, Bella?” Perguntei baixinho, mas não esperei nenhuma resposta. “Não fale dele, não enquanto estivermos assim, juntinhos curtindo um ao outro, por favor?”
“Desculpe?” Ela pediu quase envergonhada.
“Eu queria ter te conhecido antes.” Falei sem pensar, aquilo seria impossível, eu nunca conheceria Bella se não fossem as circunstâncias que nos rodeavam. Se toda aquela merda tivesse uma parte boa, conhecer Bella fora o bônus.
“Às vezes, eu fico imaginado como seria se eu te namorasse desde os dezessete” Bella colocou vagamente, ela se aconchegou ainda mais a mim.

Eu sorri para a suposição. “Eu iria te namorar no sofá de sua casa, sendo vigiado por seus pais. Eu te buscaria na faculdade e tentaria uns amassos em meu carro.” Sorri ainda mais, eu queria poder voltar no tempo. “Naquela época, você tinha mais peito ou bunda?”
Bella sorriu confusa. “É a mesma coisa de hoje, eu não mudei muito.”
“Então, eu tentaria pegar em seus peitos e em sua bunda, você faria charminho para ir parar na minha cama, eu faria você perceber que jornalismo não é a profissão certa e te faria preparar doces para mim todos os dias.” Eu narrei nosso futuro imaginário.
Bella deixou um beijo em meu peito. “Não seria charminho, seria insegurança!”
“Eu seria calmo com você, não seria sua melhor noite, no entanto.” Eu adverti-la, afinal eu ainda estava para encontrar uma mulher que gozou loucamente na primeira transa da vida dela.
“Nós estaríamos juntos há quatro anos!” Bella disse baixinho.
“Nós estaríamos casados, eu acho.” Não sei o como assunto matrimônio surgiu naquela frase.
Bella ignorou minha fala, para minha sorte. “Você era muito diferente do que você é hoje?”
“Se eu não presto hoje, eu prestava muito menos com vinte e um.” Assegurei-lhe, na verdade, aos vinte e um eu era idiota e vivia chapado e comia qualquer uma.
“Acho que viajamos muito, certo? O bom é que você está aqui comigo, me dando um ótimo momento!” Bella disse me olhando, o marrom chocolate brilhava para mim.
“Uhum, é bom estar aqui com você, baby!” Devolvi-lhe distribuindo beijos ao longo da clavícula.
“Eu preciso encontrar um apelido para você, Edward!” Bella falou antes de bicar meus lábios.
“Por quê?” Questionei-a, pois eu não via sérios problemas em meu nome.
“Você sempre usa coisas fofas para dirigir a mim e eu sempre te chamo de Edward! Que tal Ed?” Bella propôs sorridente.

Aquilo me lembrava Tânia, eu odiava aquele apelido!
“Eu gosto de Edward, mas você pode me chamar do que quiser.” Falei tranquilamente, mas pedi para que Bella não levasse minha fala ao pé da letra, pois eu não estava muito animado a ser chamado por nomes estranhos.
“Vamos ficar com Edward então!” Bella disse antes de me beijar. Ela acarinhou meu rosto, o beijo que começara calmo, tornou-se urgente. E a ereção que estava sumindo, voltou com força total.
Bella colou nossos corpos, ela sentia cada pedaço de minha excitação. Nosso beijo deu espaço para uma risada baixinha. “Poço te perguntar uma coisa?”
“Uhum!” Falei simplesmente e aproveitei para levar minhas mãos para os seios fartos.
“Como você consegue ficar tanto tempo nesse estado?” A pergunta veio com certo constrangimento.
Eu sorri abertamente para ela. “Isso é culpa sua, depois eu dou um jeito nisto.” Falei sem filtro.
Ela me olhou divertida, um sorriso brotou nos lábios cheios. Bella não disse nada, apenas me beijou demoradamente. Não sei como, Bella enroscou minha língua na dela. O beijo que já estava bom, ficou ainda melhor, mais molhado, talvez. Bella puxou minha língua para fora, e começou uma seqüência de sugadas. Algumas fortes e longas, outras, curtas e rápidas. Eu podia sentir a saliva umedecendo o contato lascivo. As mãos de Bella desceram por minha barriga, ela parou logo acima do cós de minha calça.

“Você gosta de bem molhado, Edward?” Bella perguntou traçando o cós de minha cueca, os dedos tocaram minha pele sem hesitação.
“Muito molhado!” Respondi por reflexo, pois a única coisa que pensava era em como seria ter a boca em volta de meu pau duro.
Sem eu perceber, Bella desabotoou minha calça. “Eu preciso de você me ajudando, sim?”
Minha cabeça já estava nublada, nada era linear. Bella me massageou sobre a cueca branca, as mãos eram firmes e exerciam a pressão certa.
Bella diminuiu a distância entre nós, aproveitei para mamar descaradamente no seio que estava tão perto de minha boca. Ergui meu quadril para escorregar as roupas para baixo, a calça embolou em meu calcanhar.
A atmosfera era puramente erótica, sensual, cheia de tesão, seja lá nome. Eu tremia pela expectativa, as mãos de Bella já de deram um bom momento, mas tudo parecia diferente agora. Quando minha cueca tomou o mesmo caminho da calça, eu ofeguei baixinho, ansiando o toque de Bella.

Ela começou na parte mais negligenciada por qualquer mulher. É por isso Bella fora feita especialmente para mim. Meu saco ganhou um aperto leve, o que foi suficiente para me fazer gemer. Eu não duraria nada. Sorrateiramente, Bella contornou minha cabeça vermelha e inchada com o dedão, ela pegou o pré gozo que se acumulou ali. Era quente e firme, eu estava amando muito aquilo.
Ergui meu rosto para olhá-la, Bella tinha os olhos nos meus. Ela envolveu meu pau com a mão pequena, fiquei feliz em saber que sobrara muito de meu membro. Os movimentos foram cadenciados, alternando batidas fortes com outras mais lentas.

Senti as conhecidas vibrações se aproximando, mas estava cedo demais para eu terminar, talvez Bella também percebesse, pois ela abriu uma seqüência de batidas fracas, apenas me alisando. As vibrações ficaram mais distantes. Bella inclinou o rosto para o meu, nossas línguas brincaram fora de nossas bocas e minhas mãos faziam uma festa naquele par perfeito de peitos. Calidamente, Bella chegou até meu ouvido.

“Sua pica é tão grossa, Edward!” Ela disse sorrindo, senti o suor escorrendo por minhas costas.

Os movimentos da mão de Bella aumentaram e me levaram para a borda, eu estava perto. Senti meu corpo chicoteando, e a mão de Bella estimulando minha cabeça vermelha. Procurei minha camisa para evitar minha sujeira em Bella. Eu cerrei meus olhos quando senti o jato se aproximando, Bella não parou nenhum minuto, as batidas eram rápidas e fortes. Era a melhor punheta dos últimos vinte e cinco anos.
Eu me libertei sem qualquer tipo de direcionamento. Tinha um pouco em minha barriga e muito nas coxas de Bella, a mão dela estava coberta de porra.

Busquei minha camisa preta para tirar os excessos, Bella sorriu de um jeito fofo para mim. “Não me sujou tanto!”
Ela estava sendo eufêmica, pois Bella estava toda melada, assim como minha barriga. Mesmo sem permissão, limpei-a. Eu teria que jogar aquela camisa fora.
“Você faz isso sempre?” Bella perguntou enquanto eu passava a camisa em suas mãos.
Não deixei a vergonha me tomar, eu poderia mentir também. “Já passei dessa fase!”
E então Bella sorriu. “Por que você está mentindo para mim? Eu sei que você sempre faz isso!”
“Só às vezes!” Tentei melhorar minha situação.
“Uh, ok! Não vou insistir! Sempre que precisar, eu posso te ajudar com isso, é excitante te tocar.” Ela disse ainda sorrindo.
Eu tive que beijá-la até perder meu fôlego, ri baixinho quando as mãos sujas de Bella entraram em meus cabelos. Ela desfez os nós presentes em meus fios.

A sala ficou em silêncio, nossas respirações eram regulares. Olhei para o corpo nu de Bella, a calcinha não poderia ser classificada como vestimenta. A minha nudez era estranha, mas preferi não erguer minha calça. Ela era bonita de um jeito diferente, o corpo era proporcional e ela irradiava luz. O meu sol particular. Observei os pelinhos dos braços, estranhei o fato deles serem loiros.

“Por que eles são claros?” Perguntei curioso, percorri a parte de fora do antebraço dela.
“Eu descoloro, eles ficam iguais aos seus!” Bella puxou os pelos de meu braço. “Incomoda-te eles não serem naturais?”
“Claro que não, eu gosto!” Devolvi cheio de certeza, eles eram bonitinhos. Percebi que os poucos pelos da barriga lisa também eram claros, assim como os do alto da coxa.
“Você me assusta reparando nessas coisas, daqui a pouco você vai dizer que minha coxa está cheia de celulite.” A voz de Bella saiu divertida e também preocupada.
Celulite? Cura que doença?
“Eu deveria saber o que é isso?” Perguntei na defensiva.
Bella arregalou os olhos para mim. “Em que planeta você vive?”
“No planeta Terra?” Respondi-lhe ironicamente.
Ela bufou, Bella pressionou a pele de sua coxa com as mãos, perguntei-me o motivo para aquilo. “Vê os buraquinhos? São celulites!”
Eu juro que tentei enxergar os tais furinhos, mas não tinha nada. Nenhuma ondulação. “Você parece ótima, não tem nada ai.”
Bella procurou meus olhos. “Você repara nessas coisas, Edward? Celulite, estria, minhas banhas?”
E então eu percebi que aquele era um assunto estranho, era coisa de mulher. “Claro que não, baby! Você é linda, e mesmo que você tivesse essas coisas, eu não iria perceber, eu nunca estou com meus óculos ou com as lentes! Homem é não é perceptivo, pode acreditar.”
“E quando eu cortar ou pintar os cabelos?” Ela me lançou divertida.

A primeira coisa que fiz foi olhar para os cabelos dela, se eu não estivesse louco, eles não tinham mudado nada. Ainda estavam no meio das costas e tinham cor de mogno.
“Se for uma mudança gritante, eu vou perceber, mas se for muito minucioso, vou precisar de uma dica sua.” Era melhor que ela já soubesse todos meus defeitos.
Bella não segurou um sorriso. “Você é igual aos outros, né? Homem é tudo igual mesmo!”
Eu a beijei rapidamente, brinquei com os lábios cheios e vermelhos por causa de minhas mordidas. “Se quiser, pode me trocar por outro, sim?”
Ganhei mais beijos delicados. “Eu quero só você, bobinho! Eu gosto de todos seus atributos!”
“Todos?” Movi meu corpo para o dela, nossas pélvis nuas se chocaram.
“Principalmente o que está cutucando minha coxa!” Bella disse entre um sorriso envergonhado. O vermelho tingiu-lhe nas bochechas.
Abri um sorriso grande para ela. Eu amava a disposição de Bella, eu poderia ficar a noite inteira daquele jeito. “Você nunca cansa, né?”
“Seria muita idiotice desperdiçar você!” A voz soou calma e divertida, Bella traçou meus lábios com a língua; tão logo, ela pediu passagem.

Eu a puxei para mim, sem saber onde pararíamos. Nossos corpos estavam quentes e suados, eu lambi a curva do pescoço de Bella, os gemidos foram baixinhos. A mão quente de Bella desenhou o contorno de meus ombros e desceu sem inibição para minha barriga. Os choques batiam contra minha pele e eu só conseguia explorar o corpo de Bella. Escorreguei minhas mãos em direção aos seios convidativos, eu demoraria muito ali. Talvez eu deixasse marcas, meus dedos brincaram com os mamilos rijos. Não existia espaço entre mim e Bella, ela colocou a perna entre as minhas e minha sanidade se foi por completo, meu pau a tocava onde eu mais queria me afundar.
Ondulei meu corpo instintivamente, recebi um ofego sofrido. Bella apertou minhas costas. Eu realmente não sabia se Bella queria ir tão longe de novo, mas eu sabia que ela estava completamente encharcada e que eu estava doloridamente duro. Nós poderíamos fazer aquilo juntos.

Tirei uma mão dos peitos de Bella e desci para tocar meu pau duro, Bella desceu os olhos para ver o que eu fazia, ela parecia admirada com meu serviço. “Você faz isso muito melhor que eu!”
Era uma mentira do caralho. Era diferente, mas eu ainda preferia ser tocado por Bella. Eu tinha uns treze anos de experiência, então eu já sabia exatamente o que fazer para atingir meu objetivo e, naquele momento, o que eu mais queria era ficar ainda mais duro.
Sem saber qual seria a reação de Bella, esfreguei a cabeça do meu pau no tecido úmido da calcinha azul. O contato dolorido me fez gemer feito um animal, eu ganhei um gemido dos lábios de Bella também.

“É gostoso, Edward!” Bella disse arfando, ela jogou timidamente o quadril para o meu lado. Aquilo me fez querer ir à além, levar Bella ao céu.

Eu gostava de provocá-la, segurei meu pau pela base e percorri toda a entrada de Bella, quando eu chegava perto do nervo inchado, eu pressionava de leve, fazendo Bella rebolar desesperada para o meu lado. Ela não gozaria daquele jeito, não com aquele tecido estúpido entre nós. Passei meus dedos pela lateral da calcinha, Bella sorriu de um jeito atrevido para mim. Eu desci a calcinha logo depois.
Bella terminou de tirá-la, aquilo era quente como o inferno. O jeito que ela ergueu as pernas para se livrar da peça, o sorriso que ela me dava. Tudo me deixava tonto.

Nós estávamos nus e queimando de tesão. Era difícil ter algum tipo de controle, encarei a boceta rosa, coberta uma tirinha fininha de pelo. Céus, era demais para mim! Subi os olhos para encontrar os de Bella. Prendi meu olhar, eu queria terminar junto dela. Eu voltei para os meus movimentos, uma mão a estimulava nos seios, enquanto a outra segurava e guiava meu membro teso.
A umidade melou a cabeça do meu pau, fazendo-o deslizar por toda entrada quente de Bella. Eu nunca chegava perto do clitóris, ela teria que implorar para mim.
“Você é tão quente e molhada, Bella!” Minha voz saiu sofrida, eu já estava louco para gozar.
Bella arfou rendida perto de minha boca, ela desceu a mão que estava em minha barriga e envolveu meu pau, restou a mim, deixá-la conduzir nossa brincadeira. “Eu amo sentir seu pau duro, Edward! É tão gostoso!”

As mãos de Bella eram decididas, ela começou esfregando minha cabeça em suas dobras, eu sentia as pulsações em minha extensão. Nossos olhares estavam presos, eu sorria para Bella, completamente extasiado. Ela me dava a combinação que eu mais gostava. Olhar sob os cílios e lábio entre os dentes. Quando ela usou meu pau para estimular o nervo inchado, me segurei para não me derramar, pois Bella não foi delicada. Ela bateu meu membro contra o próprio nervo, ela esfregava, fazia movimentos circulares. Eu baixei meus olhos para ver a cena mais quente. O jeito que Bella se estimulava era de outro mundo, minha imaginação fértil trouxe as imagens de ela se tocando, os dedos também eram violentos.

Antes que eu gozasse feito louco, peguei meu pau das mãos de Bella. Era gemeu frustrada. Eu sorri. “Venha rebolar gostoso para mim, Bella!”

Bella fez o que eu pedi, segurei minha cabeça vermelha. Ela juntou ainda mais nossos quadris, e começou e rebolar para mim. O nervo inchado dançava contra meu membro.
“Eu estou perto, Edward!” Bella falou embolado, ela fazia movimento ritmados, buscando a libertação.
Eu fiz meu quadril duro se movimentar um pouco, Bella gemia desespera sem tirar os olhos dos meus. Nós estávamos perto da borda. O estímulo em minha glande fazia meu pau crescer e pulsar, Bella desceu com meu pau para sua entrada, ela não me introduziu, apenas melou ainda mais meu cacete. Quando ela voltou para o nervo, não consegui me segurar.

“Goze comigo, Bella!” Minha voz saiu cortada, senti os choques atravessando minha espinha, minha visão nublou e só consegui meter mais forte contra o nervo de Bella.
Senti as coxas de Bella tremendo e a umidade escorrendo aos poucos. Bella estava mole, mas arrancou forças para bater para mim. Meu fluido derramou em nossas mãos, sujando as coxas de Bella e minha barriga. Eu soltei todo meu ar. Eu estava em outra dimensão.
Aquilo tinha sido forte pra caralho. Eu não tinha forças para falar nada, Bella parecia da mesma forma. Apenas fiz meus lábios se curvarem e a puxei para um abraço longo.

“Eu me sinto um pouco chapado.” Falei meio débil, meu corpo ainda estava sendo afetado pelo orgasmo surreal.
Bella sorriu em algum lugar perto de meu pescoço. “Foi tão forte para você também?”
“Eu nunca experimentei nada parecido.” Era uma verdade completa, aquilo era novo e absolutamente bem vindo.
Nós ficamos em silêncio, eu tinha plena consciência que eu deveria tirar Bella do chão duro e nós levarmos para a cama, mas os choques não me deixavam sair do lugar.
“Está tarde, eu preciso voltar para casa!” Bella disse baixinho, me irritando até a alma.
“Bella, fique aqui! Vamos dormir juntos, por favor?” Pedi procurando o rosto dela. “Foi tudo tão gostoso, me deixe dormir agarradinho a você!” Não me importei em ser um pouco dramático.
Ela sorriu e beijou meu peito, o que me causou arrepios. “Você fica sensível aqui?” Bella me beijou de novo.
“Um pouquinho!” Falei envergonhado. “Vai ficar aqui comigo?”
“Eu preciso de um banho e você também!” Bella sorriu e passou o dedo sobre minha barriga suja com líquido viscoso.

Eu nós levantei ainda inebriado, deixei nossas roupas ali no chão da sala mesmo, peguei apenas a calcinha de Bella. Eu sentia os passos de Bella atrás dos meus.
Acendi as luzes do quarto, agradeci por eu ter trocado os lençóis. “Quer tomar banho primeiro?”
Bella pareceu pensar. “Você está mais sujo, eu espero!” Ela disse e se sentou na ponta da cama.
Antes de ir tomar banho, procurei uma toalha limpa para Bella. Deixei Bella revirando meu armário, o banho foi rápido. Eu simplesmente odiava tirar aquela gosma de mim. Quando ajuntada da água, ficava ainda pior.
Entrei em minha calça de moletom e voltei para o quarto, Bella segurava uma camisa velha nas mãos. “Eu deixei uma toalha para você, sim?”
“Obrigada, eu não demoro!” Ela deu passos curtos para o banheiro, eu cai em minha calma, percebendo, então, o quão cansado eu estava.

Tombei para ficar de lado, tinha um bom espaço para Bella. Ela ficava perfeitamente bem em minha cama. Dez minutos mais tarde, a porta o banheiro se abriu e me relevou uma Bella sorridente. Eu gostava daquela camisa dos Yankees e, definitivamente, ela ficava melhor em Bella. Ela veio para a cama, ao contrário do que eu imaginava, Bella sentou-se atrás de mim. Ganhei um carinho gostoso em minhas costas despidas, senti a respiração de Bella soprando em meu pescoço, ganhei uma mordidinha ali.

“Foi gostoso demais tudo que aconteceu hoje, Edward!” Bella disse perto de meu ouvido, a voz fora sincera.
Eu sorri e senti meu ego inflando. Puxei Bella para se deitar ao meu lado. Frente a frente. “Você é tão insaciável, eu realmente aprecio isso em você!”
Bella sorriu para mim e beijou minha bochecha. “Eu não sabia que você torcia pelos Yankees, não deveria ser pelos White Sox, não?”
“É meu lado nova-iorquino florescendo!” Devolvi divertido para ela. “A única coisa que me fazia vir à Nova Iorque era os jogos dos Yankees!”
“Nós podemos assistir uma partida, eu sempre ia com meu pai, ele era fanático!” Bella disse com a nostalgia de sempre, meu peito contorceu um pouco.
“Você gosta de basebol?” Perguntei sorrindo, eu estava feliz pela descoberta.
“Eu não entendo muito, mas é legal assistir!” Ela disse e abraçou minha cintura, aproveitei para passar as pernas dela sobre o meu quadril.
“Sei jogar um pouco, eu era um starting pitcher*!” Eu sabia que Bella não tinha entendido, mas eu não iria prolongar aquilo.
Bella apenas me beijou superficialmente, ela traçou minhas bochechas. “Quer falar alguma coisa comigo? Você disse que queria conversar comigo mais tarde.”
“É um medo bobo!” Falei simplesmente, os olhos de Bella estreitaram para os meus, me fazendo continuar.
“Uh, eu tenho medo de estar de privando das coisas que você gosta de fazer.” Coloquei brevemente. “Agora não tem ninguém te controlando, te obrigando. Agora você pode recuperar o tempo perdido, eu tenho medo de estar tirando isso de você.”
“Edward, não fale besteiras! Você não percebeu até agora que você é a coisa mais importante para mim, eu quero tudo com você!” Bella disse séria, convicta.
“Eu sei que eu perdi longos quatro anos, mas eu não me importo em recuperá-los com você ao meu lado. A gente pode fazer um tanto de coisas juntos.” Ela continuou com os olhos presos nos meus.
“Olhe, nós podemos viajar nos finais de semana, ir aos shows de nossas bandas prediletas, afinal nos estamos em Nova Iorque! Assistir partidas dos Yankees...” A voz dela veio cheia de energia, eu me contagiei com tanta animação.

“Eventualmente, eu vou querer sair com Alice e Rose, mas isso é normal, certo?” Ela me perguntou sorrindo.
“Eventualmente, eu vou querer beber com Emmett e Jasper!” Usei o mesmo argumento que era perfeitamente aceitável, eu sabia que Bella adorava as conversas de meninas que ela sempre dividia com Rose e Alice.
“Está vendo, não precisa ter medo, Edward!” Bella me deu um selinho demorado. “Nós somos uma ótima dupla.”
“Dupla?” Perguntei com falsa carranca.
“Um ótimo casal, melhor assim?” Ela propôs sorrindo amplamente.
“Bem melhor!” Beijei-a delicadamente. “Vou escovar meu dentes, sim?”

Sai da cama logo depois, segui para o banheiro. Escovei meus dentes e tirei as lentes, Bella estacionou ao meu lado em frente ao espelho. Ela arrumou os cabelos no alto da cabeça.
“Eu não sei se tem escova de dente sobrando...” Falei enquanto olhava as gavetas, mas não existia nenhum rastro de escova de dente nelas.
“Eu uso a sua, não ligo!” Bella disse assim que os cabelos pararam de cair sobre os olhos dela.
Eu sorri por Bella ser tão perfeita. Por ela não ter nojo em usar minha escova, por ela usar minhas roupas velhas, por ela não me achar ridículo por eu usar calça de moletom com elástico relaxado.
“Pensando em quê?” Bella perguntou e pegou a escova de minhas mãos.
“Você é perfeita, só isso!” Falei, meu tom era orgulhoso.

Esperei ela terminar de escovar os dentes, Bella deu uma última olhada no espelho e passou pela porta. Uma vontade súbita de carregá-la me acometeu. Eu a peguei em meus braços. Bella sorriu assustada, eu a ergui até a altura do meu quadril. Nós dois caímos na cama, meu riso causou risadas em Bella também.
“Posso te pedir uma coisa?” Ela perguntou com as bochechas coradas, linda pra caralho.
“Sempre!” Falei e esperei o pedido.
“Promete sempre me fazer sorrir, me surpreender? Eu quero que nosso namoro nunca esfrie, sim?” Bella disse meio séria.
Eu acataria qualquer pedido dela, eu queria muito aquilo também. Bella continuou, os olhos marrons estavam cheios de planos. “Eu quero que nossos beijos sempre sejam quentes e com língua!” Ela me beijou demoradamente, a língua brincou com meus lábios.
Bella corou um pouquinho. “Eu quero sempre parar na mesma cama que você, fazer você se sentir bem...”
Eu pisquei para ela, eu a amava demais. Eu poderia ver nosso futuro, parecia tão certo nós ficarmos juntos. “Eu prometo!”
Recebi um par de olhos brilhando, eu nos posicionei na cama, dividindo o mesmo travesseiro. “Com sono?”
“Um pouquinho!” Bella disse baixo e se aconchegou a mim. “Um pouco de frio também!”

Eu tentei lembrar onde eu encontraria uma manta, saltei da cama e a abri a parte de cima do armário. Tinha uma manta quentinha na porta da esquerda. Joguei a manta sobre nossos corpos, senti o sono me aplacando. Bella moveu para ficar ainda mais perto, ela entrelaçou nossas pernas.

Ouvi uma risadinha baixa. “Suas coisas estão soltas?”
Permitir-me sorrir também, senti um leve calor em meu rosto. “É mais confortável, minhas coisas gostam de terem espaço, às vezes!”
“Você é quase irresistível dentro desse moletom!” Bella disse perto de minha boca, ganhei um selinho demorado, as mãos de Bella brincaram com o cós da calça velha.
“Eu vou colocar um travesseiro entre nossos corpos, a gente nunca vai dormir se continuarmos desse jeito.” Falei com um tom engraçado para ela.
“Boa noite, Edward!” Bella disse baixinho e descansou a cabeça em meu peito. “Bons sonhos, te amo.”
“Eu amo mais, boa noite!” Desejei-lhe e afaguei as bochechas quentinhas. “Sonhos bons para você também, baby!” Eu falei com muita fé a última parte, pedi para ela tivesse uma noite tranqüila.
A respiração baixa e regular de Bella embalou meu sono dois minutos mais tarde.

(...)

Eu acordei de um sonho aleatório, tinha cavalos alados e pessoas que eu não me lembrava. Procurei meu celular perto do travesseiro, ainda era uma da madrugada e noite esfriara um pouco mais. O corpo pequeno de Bella tinha escorregado para baixo, ela parecia tranquila. Minha camisa estava embolada e me mostrava as coxas brancas dela, não deixei minhas mãos criarem vida própria. Eu a olhei por longos minutos, hipnotizado com tanta beleza e doçura. Perguntei-me quando que eu conseguiria contar-lhe toda a verdade. Eu ainda pensava sobre aquilo, eu sabia que Bella tinha aquele direito, mas, sabia também que eu não estava pronto para arcar com aquelas conseqüências.

Bella remexeu no colchão repentinamente, eu trinquei meus olhos. Eu estava cansado de ver aquela cena, eu odiava aquele maldito pesadelo. A seqüência não mudava. O corpo delicado se debatia, Bella gritava e chorava. Ela ficava desesperada. Eu sabia que deveria acordá-la e dizer-lhe coisas doces, mas, sendo completamente egoísta, esperei mais um pouco. Eu precisava saber sobre o que era aquela merda. Esperei alguma frase, um nome, uma dica. Nada veio. Só existiam lágrimas, choro e espasmos.

Trouxe-a para o meu colo. “Bella?” Sacudi-a pelo ombro. “Acorde, já passou!”
Ela continuou com os olhos fechados, as lágrimas escapavam ainda assim. “Baby, fique calma! Eu estou aqui!”
Bella despertou assustada. Quando ela encontrou o meu rosto, ela me abraçou forte. Demoramos no abraço cheio de significado, as lágrimas molharam meu ombro.
“Eu queria tanto tirar isso de você, eu daria qualquer coisa.” Falei baixinho para ela, o que fez Bella chorar copiosamente.
“Eu estou tão cansada dessa merda!” A voz dela veio alta, irritadiça.
Eu peguei o rosto em minhas mãos. “Um dia você vai me contar sobre o que é?”
Bella piscou e duas lágrimas rolaram. “É uma besteira, nunca vai acontecer, mas eu não consigo tirar de minha cabeça.”

Aquilo me deixava um pouco irritado, Bella nunca me contaria sobre o que se tratava. Eu queria muito ajudá-la, mas eu precisava saber que merda era aquela.
“Está irritado comigo?” Bella perguntou fungando.
“Claro que não, mas eu saberia te ajudar se eu soubesse o que te atormenta.” Expus encarando-a.
Os olhos de Bella caíram minimamente. “Eu não quero te preocupar, eu juro que não tem como isso se tornar realidade.”

A mente humana era perigosa às vezes, pois a primeira coisa que pensei eu fora um jeito de me defender dos erros cometidos por mim. Bella tinha os segredos dela e eu teria os meus. Parecia certo não revelá-los. Eu nunca saberia sobre o pesadelo e ela nunca saberia sobre meu laço com Sebastian. Porém, aquela não era uma troca justa. Nada poderia ser pior que o detalhe eu o omitia. A minha verdade faria nós dois sofrermos, mas ainda assim eu estava disposto a externá-la.

“Eu sei que é errado eu te esconder, mas eu sei o quanto você se preocupa comigo, eu não te fazer ficar ainda mais paranóico.” Bella disse com os olhos nos meus.
Eu a beijei devagarzinho, o beijo não aprofundou. Eu precisava mostrar que eu amava de um jeito louco.
“Eu também te amo, Edward!” Bella assim que eu terminei o contato terno.
Suspirei baixinho, não sei por que, mas bati delicadamente meu nariz no dela. “Quer um pouco de água?”
Ela acenou positivamente com a cabeça. Sai da cama e fui para a cozinha, estranhei encontrar Flip acordado. Ele rolava debaixo da mesa de jantar. “Sem sono, campeão?”

Enchi um copo com água natural e voltei para a cama. A luz do banheiro estava acesa, vi Bella molhando os pulsos e a nuca. O semblante era cansado.
Bella sorriu quando me viu com o copo na mão. “Obrigada, Edward!”
Sentei com minhas costas encostadas na cabeceira, Bella sentou de lado em minhas coxas, eu queria niná-la delicadamente. O copo vazio foi colocado sobre o criado, depois, Bella me lançou um olhar cheio de desculpas.

“Eu me sinto uma cadela por sempre atrapalhar seu sono.” Bella disse baixinho em meu pescoço.
Afaguei-lhe nas costas. “Eu não importo, Bella!”
“Obrigada por sempre estar comigo, Edward! Obrigada de verdade!” A voz era quente e feliz, eu poderia arriscar dizer que Bella estava emocionada.
“Pode parecer que não, mas eu quero ser seu amigo, seu companheiro, eu quero ser tudo que você precisar.” Confidenciei baixinho e puramente sincero.
“Você é tudo que eu quero e preciso.” Bella beijou meu pescoço de um jeito pudico.
O vento que entrou pela fresta da janela me fez lembrar que Bella poderia estar com frio, puxei a manta quentinha e embrulhei Bella com ela. “Com sono?”
“Nenhum praticamente.” Bella subiu os olhos para os meus. “Pode dormir, se quiser. Daqui a pouco eu pego no sono.”
“Ei, também estou sem sono, quer conversar sobre alguma coisa?” Propus calmamente e engoli meu bocejo.
Bella sorriu delicadamente, a cabeça balançou de um lado para o outro, pensativa. “Uh, eu sou meio chata às vezes, meus papos não são bons.”
Eu enrolei os cabelos nas pontas de meus dedos. “Eu amo seus assuntos, é importante ter alguém inteligente em um relacionamento.” Falei sorrindo baixinho, mas, de repente, minha voz tornou-se séria e sincera. “Bella, aceite que você é tudo que eu sempre sonhei, sem tirar nem por.”
Minha fala causou um sorriso em Bella. “Eu queria sonhar com você, Edward!”
“Nunca sonhou comigo?” Perguntei repentinamente, não sei se triste pela notícia.
Ganhei um sorriso sem graça. “Às vezes, eu sonho com meus pais e com idiotices, mas nunca com você, isso é frustrante!”
“Eu sempre sonho com você, é engraçado, no entanto.” Revelei a ela, meus sonhos eram demasiados confusos e coloridos, eles me cansavam.
“Consegue lembrar-se de algum?” Ela perguntou encarando meus olhos, o chocolate derretido brilhava.
“A gente sempre parece bem, são sonhos bons!” Tentei lembrar-me de algum especifico, mas continuei na superficialidade.
Bella soltou um bocejo, eu repeti a ato. “É melhor dormimos!”
Ela acenou concordando, abracei-a e a coloquei ao meu lado. Deixei um beijo casto na testa de Bella. “Durma bem!”
Ganhei um abraço apertado. “Boa noite, acorde-me amanhã quando você levantar, é minha folga, mas eu não posso ficar o dia inteiro em sua cama.”

“A ideia soa bem para mim!” Parecia muito certo eu deixar Bella em minha cama e, de preferência, encontrá-la em minha cama quando eu chegasse do trabalho.
Bella sorriu ao meu lado. “Apenas me acorde, boa noite.”
Retribui a abraço gostoso, era engraçado saber que nós nunca acordaríamos naquela posição. Pela manhã, com certeza, cada um estaria na extremidade da cama. Dormir agarradinhos, de conchinha... Essas merdas só acontecem em filmes. Acredite e aceite!



POV Bella

O sol deixava o quarto claro demais, mas eu não queria sair daquela cama. Simplesmente, por eu ter Edward tão perto. Eu tinha acordado primeiro, Edward o fez meia hora mais tarde. Ele tateou a cama e sorriu quando encontrou meu corpo no caminho. “Bom dia!”
Eu sorri por reflexo, rolei para o lado dele. Pousei um beijo rápido na bochecha meio amassada. “Bom dia!”
Edward enlaçou minha cintura e olhou o celular. “Ainda está cedo, baby!”
Apenas aconcheguei mais ao corpo tonificado, aproveitei o silêncio para lembrar-me da noite movimentada. Edward era, apenas, bom demais. Em todos os sentidos. Eu suspirei quando fui bombardeada com aquelas cenas quentes que protagonizamos, meu erro fora descobrir que eu amava ter o pau de Edward em minhas mãos.
Ele pulsava e crescia. Era mágico e quente! Tentando ser discreta, minha perna enfiou-se entre as de Edward. As coisas soltas estavam meio rijas, não tão duras do jeito que eu gostava.

Nós dois sorrimos juntos, Edward prendeu minha perna e moveu-se minimamente para o meu lado. “Você está me dando ótimos motivos para eu não sair dessa cama.”
“Você precisa ir salvar as pessoas, bombeiro!” Falei contra o peito nu, eu trilhei beijos miúdos na região.
“Vou tomar banho, não saia daqui, sim?” Edward beijou meus cabelos e jogou os pés para fora da cama.

Com a cama livre, rolei de um lado para o outro, espreguiçando meus músculos adormecidos. Indo contra o que Edward pediu, sai da cama e fui atrás de minhas roupas. A sala estava meio bagunçada, copos e pizza no chão. Peguei meu vestido e meu sutiã e antes de voltar para o quarto, levei o resto de pizza para a cozinha. Estranhei ver mordidas pequenas na borda ressecada, logo inferi que fora o filhote fofinho que fizera o estrago. Procurei, então, pelo cachorro. Ele mastigava uma meia de Edward, na lavanderia. Eu não sabia me comunicar com animais, apenas deixei que ele lambesse meus pés.


“Bella?” Ouvi Edward chamando do quarto.

Antes que eu fosse ao encontro dele, ele veio ao meu. Estupidamente bonito dentro daquele uniforme. Ele estava me provocando, só pode!
Edward me pegou pela cintura e deixou um beijo longo em meus lábios, senti o frescor do creme dental. Não deixei que ele aprofundasse, não antes de eu escovar os dentes.
“Não coma da pizza, acho que seu cachorro pegou um pouco dela! Vou usar sua escova, sim?” Avisei-lhe e corri para o banheiro.
Meu cabelo parecia um ninho e meu rosto estava inchado. Escovei meus dentes, sem me importar com a escova. Eu beijava Edward, usar a escova não era um problema. Seriam as mesmas bactérias.

Lavei meu rosto e voltei para o quarto, surpresa em ver a cama arrumada. Edward era um homem organizado, ou fingia ser, pelo menos. Edward preparava alguma coisa na cozinha, senti o cheiro de pão e manteiga. Tentei não fazer barulho e caminhei para o lado dele. “Cozinheiro?”

Ele sorriu de lado e me soprou um beijo. “Pão quente parece bom para você?”
“Cheira muito bem, precisa de minha ajuda?” Ofereci-me prontamente.
“Eu preciso de um beijo, eu acho!” Ele fingiu pensar antes. Edward abandonou a torradeira por um segundo.
Eu sorri antes de erguer meu rosto, dedilhei o pescoço, agora, sem barba. Edward foi delicado, o beijo foi lento e tinha, como plano de fundo, sabor de creme dental e latidos nervosos. Edward olhou torto para o filhote, quase o castrando psicologicamente.

“Eu preciso arrumar uma fêmea para ele, acho que ele se sente um pouco sozinho.”
“Talvez.” Eu o beijei rapidamente. “Que horas seu turno começa?”
“Às nove.” Edward disse e olhou o relógio; nós tínhamos pouco tempo então.
“Você vai chegar tarde hoje.” Falei tentando não soar tão desesperada.
Edward beijou ternamente minha bochecha, ele deixou uma mordidinha também. “Eu passo em sua casa para te dar um beijo de boa noite, certo?”
“Só um beijo?” Perguntei apenas para provocá-lo.
“Eu vou fazer o que você me deixar fazer, Bella!” Ele me respondeu também provocativo.

Quando sentimos o cheiro do pão, decidimos comer. Edward sabia como fazer um pão quente, não me importei em comer dois pedaços grandes.
“O que vai fazer hoje?” Ele me perguntou entre as mordidas.
“Arrumar minha casa e comprar algumas coisas.” Respondi-lhe prontamente, meu dia não parecia muito promissor. A resposta pareceu satisfazê-lo. Edward pegou o molho de chave, sinalizando que nosso momento juntos estava acabando. Peguei meu celular no sofá e camisa que eu usara para dormir. Edward me olhou curioso.
“Vou lavá-la para você!” Aquilo era óbvio, eu lavaria já que tinha sujado-a.
“Eu não quero você lavando minhas roupas, Bella.” Edward disse mais sério.
Era uma discussão boba, preferi não prolongá-la. “Prometo não fazer mais, ok?”
Edward beijou meus lábios superficialmente. “Pronta para ir?”
Acenei positivamente e Edward abriu a porta para mim. O elevador estava cheio, então Edward e eu nós esprememos entre os outros ocupantes.
“Bom trabalho, Edward.” Desejei-lhe baixinho, o quarto andar já estava próximo.
“Obrigado, cuide-se!” Edward replicou no mesmo tom. “Vejo você mais tarde, te amo!”

Eu sorri para a última parte, eu amava como a declaração saia sincera e decidida. “Eu amo você.” Não me importei com as pessoas, deixei um beijo casto perto da boca de Edward. “Muito mesmo!”
Ele sorriu verdadeiramente para mim, as ruguinhas se formaram nos cantos dos olhos. “Obrigado por isso.”
“Ao seu dispor.” Eu disse divertida, Edward soltou minha mão quando a porta se abriu. Senti falta do contato, mas fiquei feliz em saber que, no final da noite, nossas mãos estariam entrelaçadas novamente. Assim como nossas línguas e pernas.

Continua..


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