19 setembro 2013

FanFic: Destinados Ao Amor - Capítulo 1

Destinados Ao Amor

Autora(o): Paula Halle
Gênero: Romance, Comédia, Fantasia, Hentai, Universo Alternativo
Censura: +18
Categorias: Saga Crepúsculo
Avisos: Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo

**Atenção: Esta história foi classificada como imprópria 
para menores de 18 anos.**

Capítulo 1 - Era isso, eu ia responder a carta.


10 de Agosto de 2000

Observei a ultima a caixa sobre a mesa de café com um suspiro de alivio. Finalmente acabou.

Eu odiava mudanças, mas essa era definitivamente a minha ultima, nem arrastada eu saia desse apartamento. Meu novo apartamento. Sabe como é difícil achar um bom apartamento em Nova York, em uma boa vizinhança ainda, é o mesmo que ganhar na loteria.

E esse era meu caso já que a antiga moradora a Sra. Cheney saiu às pressas, dei quase todas as minhas economias, mas valeu a pena. Finalmente tinha meu cantinho e poderia sair da casa da minha mãe. Não que eu não amasse minha mãe, por que eu amava, mas eu preferia amar de longe, beeeem longe.

Peguei a ultima caixa a desmanchando para colocar junto com as outras que iam pra reciclar. Depois de tudo arrumado me joguei no meu confortável sofá pegando meu celular, discando o numero de Rosie.

– Alô?
– Hey Rosie, é Bella.
– Bella, como está?
– Finalmente acabei.
– Sério?
– Sim, vem pra cá hoje?
– Claro. Precisamos comemorar com muita tequila. – gritou animada me fazendo rir.
– Com certeza, passe aqui mais tarde.
– Pode deixar. – nos despedimos combinando que ela viria às oito. Assim dava tempo de comprar algo ou podíamos pedir.
Mesmo assim eu quase não tinha alimentos em casa. Precisava dar uma rápida passada no supermercado.

Peguei minha bolsa e um casaco saindo de casa, infelizmente não tinha carro, não que isso fosse problema em Nova York, taxi e ônibus sempre tinha. Mesmo assim o mercado não ficava longe caminhei as três quadras do meu apartamento até a mercearia, meu apartamento novo.
Entrei pegando um carrinho e passeei pelos corredores pegando tudo que eu precisava desde produtos de limpezas a alimentos para durar a semana toda. Depois de pegar um pouco de tudo, caminhei para o caixa passando minhas compras.
Acabei tendo que pegar um taxi, pois não tinha como eu caminhar com todas essas coisas até meu apartamento. Apartamento novo. Sim eu não me cansava de repetir isso.

Ao chegar em casa, paguei a corrida e com as mãos cheias de sacolas subi. Precisava pegar as cartas, que com certeza só seriam contas. Já que poucas pessoas sabiam da minha mudança, ainda teria que buscar minhas cartas na casa de mamãe.

Fui até o elevador um pouco antigo, entrando apertei o botão para o quarto andar, o elevador alavancou algumas vezes e rezei aos céus que eu não morresse no elevador, por que não era justo, já que eu nem havia desfrutado do meu apartamento novo. Sim até eu estava se irritando já.

As portas se abriram e com um suspiro de alivio empurrei a porta que emperrou um pouco e sai antes que ela fechasse comigo lá dentro e eu tivesse que fazer outra viagem na caixa do inferno, caminhei pelo corredor, chegando a minha porta e com um pouco de dificuldade abri a porta, entrei colocando as compras sobre a pequena mesa que ficava na minha adorável cozinha. Sai voltando a descer, pela escada dessa vez, nem fudendo iria naquele elevador de novo.

Ao chegar ao térreo fui até onde ficavam as caixas de cartas, e usando a minha chave que era a mesma da minha porta abri a caixinha puxando as cartas. Conferi as cartas, luz, telefone, gás e água. Precisaria mudar as contas para meu nome, todas ainda estavam no nome de Ângela Weber. Ângela havia mudado as pressas, não deixando endereço para mandar futuras correspondências, talvez ela não recebesse cartas e as que realmente importavam ela já devia ter avisado o novo endereço. Dando de ombros voltei às cartas notando alguns cupons, propaganda e uma carta em papel pardo.

– Mas... – revirei a carta nas mãos vendo alguns selos de outro país, o nome na frente era desconhecido. 
E. A. Masen?
Virei à carta e gemi ao ver o nome de Ângela e o endereço.
– Inferno.
Como eu a acharia agora?
Talvez Emmett saberia pra onde ela mudou.
Sim essa era uma ideia. Satisfeita com minha decisão juntei as cartas com as outras e subi para meu novo apartamento. Ok era ultima vez.

Corri pelas escadas e ao entrar em casa joguei as cartas sobre a mesa, fiz uma ligação rápida pra minha mãe avisando que já estava bem instalada e que ela devia me visitar em breve. Depois das recomendações básicas e reclamações de sempre, quando ela finalmente desligou, olhei o relógio e já passava das cinco.

Resolvi tomar um banho, antes fui até a cozinha beber um pouco de água, abri a geladeira pegando a jarra, e enchi um copo. Enquanto bebia, olhei as cartas sobre a mesa e pensei em ligar para Emmett, mas amanhã falaria com ele no trabalho, com certeza ele saberia para onde Ângela foi. Afinal eu conheci Ângela através dele.
Sim Emmett saberia o que fazer. Terminei a minha água colocando o copo sobre a pia, e fui tomar meu banho.

Atravessei o corredor até meu quarto, me livrei das roupas jogando no cesto, peguei uma toalha limpa me enrolando nela, indo até o closet peguei uma calça de flanela xadrez e uma camiseta preta e calcinha. Fui para o banheiro deixando as roupas sobre o vaso, tirei a toalha a jogando sobre o Box e entrei ligando o chuveiro.

Satisfeita com a temperatura da água, lavei o corpo e os cabelos, quando estava limpa, desliguei o chuveiro pegando a toalha e me secando dentro do Box, ao acabar sai vestindo as roupas no banheiro mesmo. Enrolei a toalha no cabelo, saindo do banheiro fui até minha penteadeira e retirando a toalha, penteei os cabelos desembaraçando os nos.

Quando terminei, retirei os cabelos que ficaram presos a escova os jogando fora, lavei as mãos e sequei pegando minha toalha e levando a lavanderia e joguei na maquina de secar.

Voltei para a sala ligando a TV, me jogando no sofá em seguida, ainda tinha um tempinho antes de Rosie chegar, fiquei passando os canais até achar algo bom, e parei ao ver friends, eu amo essa serie. Ri assistindo Ross assustando Rachel e Phoebe, já estava quase acabando o episodio quando ouve uma batida na porta.

Me levantei indo até lá e olhando pelo olho mágico, sorri ao ver Rosie com duas sacolas, abri a porta e ela ergueu as sacolas.
– Olá, olá amiga. Vamos ficar bêbadas?
– Com certeza. – ela riu entrando e fechei a porta a trancando.
Rosie foi até a cozinha colocando as coisas na mesa e me apressei em tirar as cartas do caminho.
– Quantas garrafas você trouxe?
– Muitas. – falou já tirando duas garrafas da sacola e me mostrando, balancei a cabeça rindo.
– Se minha mãe vier visitar, vai achar que eu sou uma alcoólatra. – resmunguei ao a ver tirando mais garrafas das sacolas, felizmente tinha alguns salgadinhos e doces também, ou ficaria preocupada.
– Duvido muito. Conhecendo Renée ela pegaria um copo e beberia conosco. – gostaria de negar, mas a quem eu queria enganar, ela beberia e ainda reclamaria da marca.
– Você esta certa. Então vamos comer essa porcariada que você trouxe, ou quer pedir uma pizza?
– Olha eu sei que vamos comer essa porcariada toda, mas uma pizza com muito queijo ia bem. – piscou embolando as sacolas e me entregou, entreguei as cartas pra ela e fui colocar as sacolas na ultima gaveta da pia, onde guardava sacos e embalagens.
– Eu vou pedir a pizza. – ela grunhiu seu assentimento sentando em uma cadeira e fui pegar o telefone, liguei para a pizzaria de sempre e pedi uma pizza media de 4 queijos.

Voltei a cozinha enquanto passava o endereço do apartamento e peguei minha carteira sobre a geladeira verificando se eu tinha troco. Percebi que Rosie olhava atentamente para a carta de Ângela e a balançou pra mim.
Pedi para ela esperar, e terminei a ligação dizendo que tinha trocado e fui colocar o telefone na base. Rose me seguiu segurando a carta.

– Quem é E. A. Masen?
– É de Ângela. – ela franziu o nariz, e olhou a carta novamente.
– Ela deixou o endereço pra situações assim?
– Na verdade não. Talvez Emmett...
– Acho que devíamos abrir. – falou de repente me interrompendo e arquei uma sobrancelha.
– O que? – engasguei com certeza esperando ela rir, ela não queria que abrisse a correspondência alheia, não é?
Isso é crime. Quantos anos de prisão eu poderia pegar por ler a carta de alguém?
– Então podemos? – pelo jeito era sério.
– Rosie você endoidou, isso é crime.
– A mulher sumiu, talvez na carta tenha alguma informação para onde ela foi. – neguei, de jeito nenhum estaríamos abrindo a carta alheia.
– Não, isso é besteira e você sabe. Emmett deve saber de Ângela. – ela bufou.
– Duvido. Aquela cadela praticamente fugiu.
– Fugiu?
– Absolutamente. Emmett disse que esse era um dos motivos que ela vendeu esse lugar tão barato. Ela queria ir, e eu duvido que você possa encontrá-la.
– E o que eu faço sobre a carta? – ela sorriu maliciosamente.
– Vamos abrir, ai você pode responder a pessoa dizendo que Ângela se foi.
– Não é só eu escrever uma nota e mandar a carta de volta? Não vejo necessidade de abri-la. – ela grunhiu.
– Bella, olhe pra esses selos. – ela apontou os selos e definitivamente eles não eram daqui. – O cara mandou essa carta sabe se lá de onde, ele merece uma resposta adequada.
– Como sabe que é um homem?
– Eu só sei. Agora abra. – peguei a carta da mão dela, e a revirei entre minhas mãos.

Rosie tinha um ponto. Mas eu podia fazer isso? Violar a privacidade de alguém desse modo?
Olhei para ela que me olhava com expectativa, mas neguei.
Não podia.
– Vou falar com Emmett primeiro. – ela grunhiu, mas a batida na porta nos distraiu.
Levei a carta de volta para a cozinha a colocando sobre a geladeira e peguei minha carteira, fui diretamente para a porta, sorri para o adolescente espinhento e paguei a pizza agradecendo. Entrei com a pizza e coloquei sobre a mesa de café.
– Então vamos começar a festa? – ela aplaudiu animada, tudo sobre a carta completamente esquecido.

Duas garrafas de tequila, uma pizza quase inteira comida, e meu peso em porcariada depois, estávamos prostradas no meu sofá fungando nas cenas de “Um homem de sorte”.
– Esse filme é lindo. – suspirei enquanto os creditos rolavam, Rosie assentiu ao meu lado.
– Mas Zack Efron estava gostoso.
– Porra! Totalmente fuckhot. – gemeu e assenti em acordo.
– Totalmente. – me levantei colocando outro filme, “A última música”, sim estávamos fazendo uma maratona Nicholas Sparks. Só Deus sabe por que, os filmes eram lindos, mas fodidamente deprimentes, ainda mais quando não se tem namorado.
– Precisamos de mais tequila. – Rosie chacoalhou uma das garrafas vazias e ri pegando as garrafas na mesa e levando pra cozinha.
As coloquei sobre a pia, indo até a geladeira preciso de um pouco de água. Rosie grita na sala que vai começar o filme sem mim, digo pra começar. Deixo a geladeira aberta enquanto pego um copo e encho de água gelada, guardo a jarra e enquanto fecho a geladeira meus olhos caem sobre a carta.

Estou um pouco bêbada... muito bêbada, e na minha nevoa induzida pelo álcool, largo o copo e pego a carta.
– Então Sr. E. A. Masen, eu devo abrir e ver o que você tem a dizer? – sussurro para a carta, mas como não vem nenhuma resposta negativa, com certeza é um sim.
Ansiosamente rasgo o envelope e tiro o papel branco de dentro o desdobrando com cuidado, ao abrir meus olhos notam primeiro que é uma carta escrita à mão. Quão raro isso é?
Sento na cadeira e tento me focar nas palavras, a letra é bonita e legível, então e fácil de ler, mesmo sabendo que não devia, eu leio.

Oi linda.

Escrevendo de novo, como você está?
Com certeza linda como sempre.
As coisas aqui estão... com certeza você não quer saber, eu não quero saber, mas eu estou aqui e aqui vou ficar, pelo menos por um tempo.
Mas não quero falar disso, prefiro falar sobre nós.
Ainda a um “nós”, eu gostaria que sim, mas e você? Com certeza ha coisas melhores pra você ai fora.
Festas, amigos, homens disponíveis pra você.

Por mais dois anos, eu pertenço ao meu país. Isso devia ser uma coisa boa né. Lutar por uma causa nobre, pelo meu país, meu dever... estou divagando de novo. Sei que você odeia isso, mas às vezes é difícil evitar.
Sabe o que sonhei esses dias? Com a festa que nos conhecemos, você estava tão bonita, mesmo com aquela peruca vermelha e os óculos enormes. Ainda lembro como você falou comigo, ou de como você se jogou em cima de mim, não adianta negar, você começou isso. Claro eu terminei, mas você adorou como terminei.

Sinto falta do seu jeito animado de ser, você me faz sentir diferente, você sabe eu sou um chato por natureza, mas quando estávamos juntos eu me sentia outra pessoa, alguém que podia tudo, podia tudo com você.
Mas eu estou aqui e você ai, e agora eu sinto que não posso nada, mas não posso pensar assim, não posso me sentir assim. No momento em que me sinto assim, pode ser meu ultimo, eu preciso ser forte, ser firme, ser... eu preciso sobreviver.

Eu vou sobreviver.

Você estará me esperando quando eu sair daqui? Por que eu vou, você sabe que eu vou. Eu posso ser muitas coisas, mas eu tenho palavra. E eu jurei que voltaria inteiro, não sei se para você ou para meu pai, se ele ainda me quiser...
Merda, eu já falei com você sobre meu pai? Eu posso xingar em uma carta? Bem acho que sim quando é necessário. E é nesse momento.
Não que meu pai seja ruim que eu preciso xingá-lo é só... complicado. Isso é mentira, é fodidamente complicado. Mas ele é meu pai e o amo, de longe, mas amo.

E se eu não puder voltar pra você, espera que eu possa voltar pra ele.
Acho que já falei demais, mais que nas ultimas cartas, né.
Acho que estou precisando falar hoje. Mas amanhã será melhor. É basicamente o lema aqui. Espero que o lema se realize e minha próxima carta seja melhor.

Falo com você em breve.

Cabo E. A. Masen.


Suspiro ao ler as palavras dele. Definitivamente é ele. E um cabo? Isso seria um soldado né? Puta merda um soldado.
Um soldado, mandando uma carta para Ângela, que se foi...
De repente me sinto completamente sóbria ao lembrar que Ângela se foi com o noivo e definitivamente não é o mesmo cara da carta. Seu noivo se chama Ben, eu acho...

– Quem diria que a Hanna Montana... – pulei um pouco com a voz de Rosie e me voltei para ela, ela parou imediatamente me olhando preocupada. – O que foi? Você está bem?
– Eu vou ser presa. – resmungo mostrando a carta e ela ri.
– Bem, me deixe ser sua cúmplice. – fala arrancando as cartas da minha mão e suspira ao ler as palavras.
Mastigo a ponta do meu polegar enquanto observo ela ler as palavras do cabo Masen. Pobrezinho sozinho no meio... bem de algum lugar só Deus sabe onde, mandando cartas para alguém que nem liga pra ele.
– Isso é tão triste e bonito ao mesmo tempo.
– Eu sei.
– O que você vai fazer?
– Eu?
– Claro, a carta veio para você.
– Não veio para Ângela.
– Mas Ângela se foi, e essa casa agora é sua, por consequência a carta e sua.
– Isso não faz o mínimo sentido.
– Eu acho que faz muito sentido. – piscou e a ignorei pegando a carta e a dobrando cuidadosamente e coloquei de volta no envelope.
– Eu falarei com Emmett, ele deve saber pra onde Ângela foi.
– É uma casa perdida Bella. Faça um bem para esse pobre soldado e escreva uma carta, e pra anima-lo mande uma foto de você nua.
– O que? – guinchei e ela gargalhou.
– Ok, de biquíni. – piscou e a ignorei colocando a carta novamente sobre a geladeira.
– Cale-se. Vamos beber. – peguei outra garrafa voltando para sala e tentando esquecer tudo sobre o cabo E. A. Masen.

[...]

– Vamos Emmett você tem que saber algo?
– Desculpe Bells, ela não deixou nada.
– Mas você não conhece um amigo, algum parente...
– Não, sinto muito. Não éramos exatamente melhores amigos, sabe. A conheci aqui do café mesmo, ela frequentava muito e como sabe que eu conheço muita gente me perguntou se eu conhecia alguém que queria comprar seu lugar.
– Ah. – merda, o que eu faria agora?
– Esta tudo bem Bella?
– Sim eu acho. É que eu recebi essa carta endereçada a Ângela, e eu não sei o que fazer.
– Você pode mandar de volta para o correio. – sugeriu voltando lavar algumas xícaras. Era uma solução.
– Será que eles podem encontrar Ângela?
– Duvido muito. Com certeza vão mandar de volta para a pessoa que enviou. – meu coração se apertou com a ideia dele receber a carta de volta.
– Oh... – Emmett parou de lavar as xícaras e me encarou.
– Tudo bem Bells?
– Sim, sim. Só pensando, valeu pelo conselho Emmett.
– Sem problemas. Agora pegue seu avental e vai trabalhar Swan, não te pago para ficar vagabundeando. – piscou dando uma risada e ri, indo pegar meu avental.
– Claro chefe. – ele sorriu e foi para os fundos.

Terminei de colocar o avental, e amarrei o cabelo em um rabo-de-cavalo, e fui para trás do caixa, ainda não tinha nenhum cliente, então deixei minha mente vagar.
O que eu faria sobre a carta?
Eu não me sentia bem em mandá-la de volta para o correio, seria tão triste quando ele a recebesse, com certeza perceberia que Ângela o deixou, ele ficaria tão desolado. Me lembrei de suas palavras... sim eu tinha decorado. Depois que Rosie se foi eu reli a carta mais uma vez... Ok talvez umas dez vezes.
Seu lema gritou em minha mente. Mas amanhã será melhor. É basicamente o lema aqui. Espero que o lema se realize e minha próxima carta seja melhor.

Mas se eu mandasse a carta de volta, amanhã não seria melhor, talvez nunca mais fosse.
– Mocinha, pode me atender? – uma senhora chamou, e dei um sorriso de desculpas.
– Claro o que deseja? – ela sorriu e enquanto ela fazia seu pedido eu percebi o que eu tinha que fazer.


Era isso, eu ia responder a carta.


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