12 outubro 2013

FanFic: Destinados Ao Amor - Capítulo 16

Destinados Ao Amor

Autora(o): Paula Halle
Gênero: Romance, Comédia, Fantasia, Hentai, Universo Alternativo
Censura: +18
Categorias: Saga Crepúsculo
Avisos: Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo

**Atenção: Esta história foi classificada como imprópria 
para menores de 18 anos.**

Capítulo 16 - Era isso, eu vou fazer essa loucura.


Edward riu me oferecendo uma xícara de chá e uma aspirina, agradeci e passamos o resto do dia enrolados em edredons vendo series na TV. Parando somente para pegar algo para comer, Edward me fez uma sopa, sim ele sabia cozinhar e bem, por que a sopa estava ótima, na hora de dormir eu estava me sentindo um pouquinho melhor, mas estava com a sensação de que esqueci algo.

Algo que tinha que fazer hoje?

Edward me deu uns beijinhos, e seja o que for que eu tinha que fazer hoje, eu me lembraria disso amanhã. Agora eu iria desfrutar do meu namorado, mesmo eu estando gripada, e já que Edward não parecia se importar com um espirro na sua cara quem era eu pra dizer algo.

Bocejei alto quando acordei na manhã seguinte. Meu nariz ainda um pouco entupido, olhei para o lado e sorri ao ver Edward me encarando.
– Bom dia amor. – sorri me inclinando em sua direção, ele sorriu abertamente me dando um delicioso beijo de bom dia, gemi em sua boca sentindo o gosto de pasta de dente em sua língua o que me lembrou que não escovei os dentes.
Merda!
O empurrei colocando a mão sobre a boca. Edward riu vindo para cima de mim, agarrando minhas mãos sobre minha cabeça, seu rosto a centímetros do meu, ofeguei me contorcendo ao sentir sua ereção pressionada contra a minha perna.
– Edward... – ele sorriu descendo o rosto e em vez da minha boca beijou meu pescoço, suspirei levantando as pernas para agarrar seus quadris, ele gemeu empurrando seu pau mais forte contra minha entrada.
Malditas calcinhas que só atrapalham.

– O que está pensando? – ele perguntou enquanto mordiscava meu pescoço, e falei a primeira coisa que veio a mente, por que convenhamos, é impossível pensar quando se tem um Edward todo sexy e duro em cima de mim.
– Que deveria jogar minhas calcinhas fora. – Edward afastou o rosto do meu pescoço, um sorriso perverso em seus lábios.
– Eu apoio essa ideia. – ri, mas meu riso morreu, quando ele levou a mão livre até minha calcinha agarrando a beirada. – E vamos começar por essa.
Suas palavras mal registraram no meu cérebro, ele rasgou a calcinha do meu corpo, ofeguei alto, quando seus dedos acariciaram minha entrada.
– Oh...
– Hmmm, já molhada amor.
– Deus Edward. – ele riu roucamente.
– Amo o calor da sua boceta. – ele sussurrou empurrando dois dedos dentro de mim, arquei de encontro ao seu corpo, um choque de prazer passando por cada membro do meu corpo.
– Sim... – ele encostou a boca em meu ouvido lambendo o lóbulo antes de falar.
– Quero te provar.
– Edward, por favor.
– Isso é um sim?
– Sim, sim, sim... – ele riu deslizando por meu corpo e me livrando da camisa, dele diga se passagem, que eu tinha pegado para dormir.

Suspirei quando o ar bateu em meus seios deixando os mamilos duros, a mão de Edward largou meu pulso descendo pelo meu corpo até meus seios, enquanto sua boca descia mais para baixo.
Arfei quando ele afastou minhas coxas dando um beijo no interior delas, minhas pernas tremiam, assim como meu estomago, em antecipação.
– Porra, eu posso sentir seu cheiro. – ele gemeu, me contorci, querendo sentir ele, boca, dedos e seu pau, qualquer coisa.
– Edward, por favor. – pedi novamente, ele gemeu assentindo, abrindo minha boceta com sua outra mão ele enterrou o rosto nela, dando uma longa lambida em meu clitóris.
Gritei vergonhosamente alto, mas eu pouco me importava, a língua de Edward estava fazendo loucuras para mim, lambendo, pressionando, chupando, tanto meu clitóris, quanto minha boceta.
A terra prometida estava sendo muito bem explorada por sua boca maravilhosa. Já sentia meu prazer me deixando cada vez mais molhada, eu praticamente pingava.
– Edward, quero você. – gemi levando a mão ao seu cabelo dando um aperto forte, ele rosnou empurrando sua língua mais fundo em mim.
Sua mão que estava em meu seio, começou a beliscar o mamilo deliciosamente, eu já gemia incoerentemente, pedindo seu pau, sua boca, querendo ele.

A língua de Edward continuou impiedosa me provando, se deleitando com minha entrada, para em seguida subir e provocar meu clitóris. Agarrei seu cabelo mais forte, para que ele me olhasse, quando ele fez gemi mais ao ver seus lábios úmidos do meu prazer. Edward os lambeu sorrindo maliciosamente.
– Sim?
– Me foda. – ele riu subindo pelo meu corpo até sua boca estar ao nível da minha, podia sentir seu pau entre minhas coxas, duro e quente, me fazendo queimar na ânsia de tê-lo em mim. Não fazia ideia de quando ele tirou a calça, mas quem se importava com isso nesse momento crucial.
– Você quer meu pau?
– Por favor Edward, quero muito. – ele grunhiu esmagando seus lábios nos meus, minha boceta se contraiu ao sentir o gosto do meu prazer em sua língua. Isso é tão erótico.
Abracei seu corpo, com meus braços e pernas querendo estar colada a ele, Edward guiou seu pau para minha entrada empurrando com força. Gememos em contentamento com a nossa união. Eu podia sentir cada parte dele dentro de mim, me preenchendo, alargando, tomando posse.

Minha boceta se contraiu novamente, e quando ele empurrou em mim, sua pélvis esfregando contra meu clitóris eu vim com força. Edward jogou a cabeça para trás gemendo alto ao ter seu pau esmagado por minha boceta. De repente ele se moveu dentro de mim, me fazendo engasgar, minha entrada estava pulsando forte em volta dele, e com dificuldade ele se movia, empurrando com força, me fazendo gritar.
Suas investidas fortes e rápidas, estavam deixando meu corpo em chamas, e mesmo eu acabando de vir, e ainda me recuperando do meu orgasmo, parecia que já estava próxima para outro.

– Bella... – ele gemeu baixo, agarrei seus ombros com as unhas, meu corpo respondendo a ele novamente.
– Vem Edward, goze em mim.
– Porra sim. – suas estocadas ficavam cada vez mais forte, mais urgentes.
Sentindo que ele estava próximo assim como eu, levei a mão entre nós agarrando suas bolas, Edward engasgou, empurrando mais forte. As massageei, e ele gemeu voltando a me beijar com força.
Sua língua entrando e saindo de minha boca, exatamente como seu pau fazia. Ele deu mais duas estocadas fortes, seu pau tremendo dentro de mim como ele veio, seu gozo desencadeou o meu, e vim novamente, minha boceta ordenhando seu pau, ambos gritamos nosso ápice na boca um do outro.
Seu corpo caiu molemente sobre o meu, mas sem me esmagar, o rosto enterrado entre meus seios, levei as mãos ao seu cabelo acariciando os fios sedosos com um sorriso preguiçoso.
Poderia viver nessa cama, só com Edward e mais nada.

– Posso ficar aqui para sempre? – ele resmungou sem me olhar e ri, isso o fez me encarar com um sorriso divertido. – Isso é engraçado mocinha?
– Sim, estava pensando a mesma coisa. – ele sorriu e deitou de lado usando meu seio como travesseiro. – Está confortável?
– Imensamente. Não preciso de mais nada. – ele abraçou minha cintura e abracei seu rosto beijando seu cabelo.
Ficamos em silêncio algum tempo, até a posição começar a incomodar, e nos movemos deitando de lado, um encarando o outro. Edward ergueu a mão até meu cabelo e rosto afastando algumas mechas suadas da minha bochecha e testa.
– Posso perguntar uma coisa?
– O que quiser.
– O que seu pai disse ontem?
– Quando?
– Quando estávamos indo e você sorriu ao se despedir. – ele sorriu abertamente.
– Que você se parece com minha mãe, bondosa e bonita. – meu rosto esquentou.
– Isso foi muito doce.
– Só falou a verdade. – ri, mas meu riso morreu quando espirrei.
– Droga. – torci o nariz o esfregando e ele riu.
– Como você está se sentindo?
– Muito bem. – ele me puxou para mais perto pegando minha mão na dele.
– E sua gripe?
– Acho que já passou. Meu nariz ta um pouco entupido ainda, mas to bem melhor.
– Bom, vou fazer um chá pra você e vamos passar o dia na cama.
– O dia todo na cama é? – movi as sobrancelhas, Edward riu me dando um beijo estalado.
– O dia todo, vou mimar você hoje.
– Eu gosto disso. – ele saiu da cama, fiquei apreciando seu corpo lindo e tatuado. Como ele é lindo.
– O que? – perguntou rindo, enquanto vestia a calça.
– Estava pensando, a tatuagem tem significado, ou você a fez para deixar as mulheres babando em você? – Edward gargalhou voltando para cama, o rosto próximo do meu.
– A única mulher que quero babando em mim, é você. – me deu um beijo demorado, mas se afastou antes que o agarrasse.
– Edward, volte aqui.
– Não, seja uma boa menina, fique quietinha ai que vou pegar seu chá e mais aspirina, pra acabar de vez com sua gripe.

– Ta bom, mas não me disse, o por que da tatuagem. – ele parecia um pouco envergonhado.
– Er... – Edward respirou fundo passando uma mão pelo cabelo se sentando no colchão ao meu lado. – Eu fiz 18 e queria irritar o velho Masen.
– Edward... – comecei, mas ele negou.
– Isso faz um tempo já Bella, e está tudo bem. – me sentei deixando o lençol deslizar até minha cintura, sentada ao seu lado, toquei sua bochecha com a palma da mão.
– Você pode tirar a tatuagem se ela te incomoda. – cara me doeu dizer isso, mas se a tatuagem trás lembranças tristes o que mais eu podia fazer. Edward riu, com certeza da minha cara de tristeza.
– Não, ela já faz parte de mim, e já aguentei a dor para tê-la, não vou sofrer só parar tirar. – acho que até soltei um “ufa” de alivio. Edward riu mais colocando seu braço em minha cintura, me puxando até estarmos com os peitos colados.
– Edward? – engasguei agarrando seus ombros.
– E por que eu tiraria, quando ela deixa a minha garota toda quente e incomodada. – pior que é verdade, e não tinha nenhuma vergonha de admitir isso.
– Não posso negar isso.
– Bom. – ele me deu outro beijo gostoso, sua língua brincando com a minha, até eu ficar arfante em seus braços. Quando ele se afastou, piscou para mim e foi pra cozinha.

Me joguei na cama sorrindo brilhantemente, é tão bom curtir uma preguiça com Edward, ia sentir falta... pare Bella, não vá lá. Pensamentos felizes e no presente, o que importa é o agora.
Ouvi um barulho distante, um toque. Merda onde eu deixei o celular. Olhei pelo quarto e nada, talvez estivesse na sala, já começava a levantar quando Edward chamou da sala.
– Seu celular está tocando Bella.
– Atende pra mim.
– Tem certeza? – rolei os olhos.
– Claro, deve ser meu marido querendo que eu volte para casa pra cuidar dos meus 10 filhos. – o ouvi rir e em seguida o barulho de toque acabar, Edward murmurou algo, voltando para o quarto, ele me olhava ansiosamente.
– Hmmm, sua mãe. – merda.
Peguei o telefone da mão dele, e ele voltou para a cozinha. Respirando fundo coloquei o fone no ouvido.

– Mãe?
– Isabella, quem é esse?
– Edward.
– Sim, sei que é Edward, quero saber o que ele está fazendo ai a essa hora da manhã.
– Ele passou a noite, somos namorados. – a linha ficou muda por um instante.
– E quando ia me falar dele? – resmungou e bufei.
– Não sei, talvez quando você voltasse, isso se você voltar.
– Claro que eu vou voltar, mas por que não me ligou Bella.
– Por que você não me ligou? Não nos falamos desde que você se foi e a única coisa que recebi de você foi um castor empalhado, ou seja lá o que for aquilo.
– Eu achei que gostaria, é uma peça de colecionador. – bufou e bufei de volta.
– Claro, tudo que eu sempre quis, começar minha coleção de animais empalhados.
– Isabella...
– Não, você prefere viajar do que estar comigo no meu aniversario ou no Natal, então não tem o direito de exigir nada.
– Não estou exigindo. Só quero saber desse rapaz, Nova York é uma cidade perigosa, onde conheceu esse sujeito?
– Edward nunca me machucaria.
– Puuf, já ouvi milhares de mulheres dizerem isso, e acabarem no hospital com um olho roxo. Eu sabia que devíamos ter mudado dessa cidade e ido para uma mais calma... – grunhi, e isso chamou sua atenção e ela se calou.

– Chega mãe. Por que você ligou?
– Oh, para desejar Feliz Natal.
– Natal passou tem dois dias. – ela me ignorou voltando a falar.
– Estou em Jacksonville, é uma cidade adorável, com sol, praia. Você precisa vir Bella, eu já aluguei uma casa, tem dois quartos, você vai adorar o seu quarto, terá seu próprio banheiro...
– Mãe eu não estou indo para Jacksonville.
– Por que não? Por causa desse Edward?
– Em parte, e por que eu tenho um vida aqui mãe, escola, trabalho, amigos.
– Bella você pode estudar pela internet, e tem trabalhos a milhares aqui, eu mesma já arranjei um, amigos eu já tenho vários.
– Isso é bom para você mãe. Não pra mim, eu amo meu trabalho, meus amigos e minha casa, não vou sair daqui.
– Mas Bella...
– Eu disse não. – um silêncio tenso caiu entre nós, e não sabia o que dizer ou fazer.
– Eu entendi. Quando se cansar dessa vida chata me ligue e vou te passar o endereço da nova casa.
Inacreditável.

Ela desligou e fiquei encarando o celular. Eu não devia estar surpresa, afinal não é a primeira vez que ela faz isso, mas eu sempre ficava surpresa.
– Tudo bem ai? – Edward botou a cabeça para dentro e assenti.
– Sim, não nada bem. Ela me deixa louca. – ele riu sentando ao meu lado e colocou uma bandeja entre nós.
– Fiz o café. – joguei o celular de lado pegando sua mão na minha.
– Obrigada. Ainda vamos passar o dia na cama?
– Tudo o que quiser. – piscou me roubando um beijo e sorri.
Não deixaria Renée estragar meu dia perfeito com Edward.

[...]

Entrei no café com Edward me abraçando pelos ombros, o dia anterior foi perfeito, ficamos realmente na cama, trocando carinhos, fazendo amor. Como disse o dia perfeito. Mas a folga iria acabar e eu teria que voltar ao trabalho, só lamentava deixar Edward sozinho, mas ele garantiu, algumas milhares de vezes, que estava bem. Ele iria passear um pouco, resolver alguns assuntos pendentes, e depois mataríamos a saudades na cama. Plano excelente, diga-se de passagem.

– Bella. – sorri ao ver Jasper e Alice, e corri a abraçá-los.
– Como foi o Natal?
– Foi ótimo.
– Muito bom. E o seu? – trocamos algumas palavras, até sentir os braços de Edward na minha cintura quando ele me abraçou por trás e sorri.
– Alice, Jasper, esse é meu namorado Edward. – Alice arregalou os olhos, e Jasper o mediu de cima a baixo.
– Prazer. É bom finalmente conhecê-los. – ambos o cumprimentaram, e trocamos mais algumas palavras até Emmett sair do deposito e me ver.
– Swan, por que não está trabalhando? Seu turno já começou senhorita. – ele foi todo sério, e senti Edward ficando um pouco tenso atrás de mim, pobrezinho, não sabe que meu chefe é surtado.
Me virei para Edward dando um beijo rápido em sua boca.
– Deixa eu ir, antes que ele pegue o chicote. – Edward arqueou uma sobrancelha e pisquei.
– Não me de ideias Swan. – Emmett gritou dando uma risada em seguida. Edward acabou rindo, e me deu mais um beijo.
– Tudo bem, vou deixar você trabalhar.

Edward se despediu de todos, e saiu, me voltei para meu adorado chefinho, indo pegar meu avental e ficando atrás do balcão.
– Swan, Swan, Swan, não fique assim.
– Assim como? – ele bufou.
– Como se ele já estivesse indo embora e nunca mais fosse voltar.
– Não posso evitar. – ele bufou e agarrou meus ombros me fazendo encará-lo.
– Que tal, se eu te dar férias.
– Férias? Mas...
– Shiii, to falando. Até seu soldado partir, tire uns dias na faculdade também, assim você pode ser toda sobre seu soldado.
– Eu não sei...
– O que você não sabe? O cara vai partir durante um ano. Você devia gastar cada minuto de tempo com ele.
É eu devia, eu devo, eu vou.
– Você está certo.
– Como sempre. – rolei os olhos, mas o abracei.
– Obrigada Emmett. Eu vou, agora mesmo na faculdade. - comecei a tirar o avental quando ele agarrou minha mão onde brilhava o anel que Edward me deu.
– Cara o soldado não está pra brincadeira. – ri o empurrando, ouvi dois suspiros, Jasper e Alice, também estavam olhando meu anel, havia até esquecido deles.
– Ele propôs?
– Mais ou menos. Foi mais um anel de compromisso, sabe ele vai partir, e queria ter certeza que eu sabia que ele tem a intenção de voltar e casar comigo.
– Ohh isso é tão romântico. – Alice murmurou e ri.
– Rosie já sabe?
– Não, ele me pediu no Natal. Eu não falei com ela ainda, ela deve estar na sua mãe.
– Quando eu liguei ela estava.
– Hmmm, eu vou ligar pra ela, enquanto corro para a faculdade.
– Ok, divirta-se Swan. E assim que seu soldado ir, ta intimada a voltar ao trabalho. – dei um abraço apertado em Emmett.
– Você é o melhor chefe do mundo.
– Eu sei.

Me despedi dos outros, mas voltei antes de sair.
– Vão fazer algo no ano novo?
– Nada interessante. – Emmett murmurou e os outros concordaram.
– Vamos jantar no meu apartamento, o pai de Edward vai vir, assim vocês o conhecem.
– Claro.
– É ótimo.
– Estarei lá.
Depois de todos concordarem, me despedi novamente e sai apressada, já ligando meu celular e discando o numero de Rosie. Ela atendeu no segundo toque.
– Feliz Natal amiga. – gritou me fazendo rir.
– Feliz Natal Rosie. Teve um bom tempo?
– Sim foi ótimo. Mamãe te mandou muitos beijos, e disse para trazer seu namorado para conhecê-la.
– Você quer dizer meu noivo.
– Oh meu Deus! Ele propôs?
– Quase isso. Ele me deu um anel, e jurou casar comigo quando voltasse.
– Ow, ele é muito romântico.
– Sim. Venha para o ano novo em casa, ai lhe mostro, já chamei os outros.
– Estarei lá. Me conte como foi o almoço com o pai de Edward?
– Muito bom...

Contei tudo a Rosie enquanto caminhava, ela concordou comigo, Sr. Masen era um homem muito solitário, e eu devia fazer o possível, para ajudá-lo e a Edward a se unirem.
Lhe expliquei que estava indo a faculdade deixar um aviso para alguns dos meus professores com os quais eu tinha assuntos pendentes, e contei da minhas férias repentinas. Ela ficou muito satisfeita e me garantiu que agradeceria Emmett devidamente. Ew, não preciso dessa imagem na minha cabeça.
Falamos mais um pouco, e me despedi ao chegar ao prédio da secretaria da faculdade. Vai ser ótimo poder estar com Edward em todos os momentos, íamos acabar enjoados um do outro, mas não podia me importar com isso.

[...]

Depois de resolver tudo, encontrei Edward no central Park. Estava em um banco sentada quando ele me viu e corri para ele, seus braços me rodearam me apertando forte contra seu peito.
– Oi amor.
– Oi linda. – ele me deu um beijo rápido. – Então qual a novidade que tinha para mim?
– Sou só sua pelo resto das suas férias. – ele arqueou uma sobrancelha.
– Só minha?
– Sim, Emmett me deu férias antecipadas, e peguei uns dias de licença na faculdade. Sou toda sua. – ele rosnou me apertando e esmagando seus lábios nos meus com urgência, gemi agarrando seus cabelos, meus dedos se enroscando nos fios, assim como sua língua enroscava na minha.

Quando nos afastamos ofegantes ouvimos alguns gritos e risadas próximos de nós e sorri ao ver algumas noivas abraçadas com seus maridos usando ternos bonitos, saindo de um cartório que tinha um pouco a frente Edward riu.
– O que é isso?
– Deve ser um casamento coletivo.
– Hmmm, legal. Mas por que se vestem de noivas? – dei de ombros;
– Elas devem querer se sentir bonitas no dia do casamento delas. – ele me puxou para o banco onde estava antes, sentando primeiro e me puxando para seu colo em seguida.
– Você quer isso? – abracei seus ombros o olhando com curiosidade.
– Quero o que?
– Um grande casamento. Sabe vestido, madrinhas, flores, recepção, essas coisas.
– Oh, eu não sei. Para mim um casamento rápido já serve, por que, meu pai não estará aqui para me levar ao altar. Então o mais simples possível. E você?
– Eu não me importo como vai ser, somente que você vai pertencer a mim legalmente. – ri beijando seus lábios.
– Já que é assim podemos nos casar em um cartório mesmo.
– Um cartório como aquele?
– Edward...
– Você quer se casar comigo Bella, agora?
– Oh meu... isso é sério?

– Eu vou embora em algumas semanas Bella, e meu coração aperta sempre que eu penso nisso, eu não quero te deixar, mas eu tenho. Eu sei que vou pensar em você todo o tempo, a cada momento que estiver longe, pensando no que está fazendo, se está trabalhando, se está conhecendo alguém... eu...
– Edward eu não quero mais ninguém. – sussurrei tocando sua bochecha, ele assentiu pegando minha mão e dando um beijo suave.
– Eu também não quero mais ninguém Bella, você é a única para mim.
– Oh meu Deus! Estamos mesmo fazendo isso? – ele riu.
– Quando eu voltar podemos ter um grande casamento... – eu neguei.
– Eu não preciso de um casamento grande.
– Nem eu Bella, só de você.
– Oh Deus, está bem, eu quero.
– Sim? – seu sorriso podia iluminar o mundo de tão grande, rindo como boba assenti.
– Sim. – ele se levantou ainda comigo nos braços e me beijou, gemi abraçando seu pescoço, me deleitando com o sabor dos seus lábios.
Quando nos afastamos eu estava meio zonza, mas em completo êxtase. Eu vou casar.
– Vamos? – Edward apontou para o cartório e assenti agarrando sua mão.
– Vamos.

Era isso, eu vou fazer essa loucura.

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