22 agosto 2015

Nova entrevista da Kristen para o Le Figaro

A heroína de Crepúsculo se tornou a musa da Chanel sem empreendimentos complexos na terra do cinema independente. Em American Ultra, ela lida como profissional.

Para você, “feriado” rima com…?
Entre as diferentes filmagens e preparações que me levam para o mundo todo, meu lugar favorito, que é minha casa em Los Angeles. Apesar de o clima não ser ideal lá, eu amo receber meus amigos para tardes infinitas.
Não sai de casa sem…?
Meu iPhone… Assim como todo mundo.
O segredo para boas férias?
Especialmente não desenvolver projetos complexos e improvisar.
Sua dica para se desconectar?
Eu encontrei o equilíbrio entre minha vida pessoal e meu trabalho. Eu não me cobro, já que me sinto de férias o ano inteiro.
Seu traço de personalidade principal?
Quando eu era mais nova, preferia ficar no fundo, eu era muito tímida. Hoje eu me acho mais agradável e descontraída.
O traço que você não está orgulhosa de ter?
Teimosia, inflexibilidade.
O que você odeia em outras pessoas?
Falsidade, hipocrisia.
O dia em que você decidiu se tornar atriz?
Eu nasci em um estúdio de filmes em Hollywood com meus pais (nota: sua mãe é roteirista, seu pai é produtor de TV), mas eu não queria ser uma atriz mirim. Ainda assim, eu comecei com 9 anos em Flintstones Viva Rock Vegas. Com 15 anos, eu me comprometi com cada papel e nunca me enganei.
O que você precisou para se preparar para American Ultra?
Eu treinei o uso de armas, trabalhei no roteiro por quarenta e oito horas e acreditei firmemente neste conto de espionagem.
O que te surpreendeu ao ganhar o César de Melhor Atriz Coadjuvante por Sils Maria?
Minha cabeça estava fora de funcionamento, eu estava em modo meditativo, quando ouvi Juliette Binoche gritar meu nome. Eu acordei. Quando eu estava no palco, eu estava tremendo que nem uma folha, não conseguia segurar o troféu que Joeystarr estava me dando.
Sua dica anti estresse?
Eu respiro.
Seu herói vivo?
Julianne Moore (nota: ela interpretou sua mãe em Still Alice) me inspira. E minha mãe.
Três peças básicas do seu guarda roupa?
Camisas, jeans e um par de tênis.
Para você, o que é elegância?
Uma mulher francesa, eminentemente natural.
Para você, o que é vulgaridade?
Nem palavras nem insultos feios. Na verdade, é uma atitude que não me afeta.
Como a crise te afetou?
Com o que eu vi e as oportunidades que eu tenho, é difícil falar sobre isso.
Um presente que você oferece muitas vezes?
Boa comida.
No verão, o que encontramos na sua mala?
Nada especial, o livro “Girl in a Band”, a autobiografia de Kim Gordon, baixista e fundadora do Sonic Youth.
Um lugar que você gosta?
Minha casa. Este é meu casulo.
Quem você gostaria de encontrar na praia?
Minha família e meu grupo de amigos.


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