06 dezembro 2015

FanFic Passado Distorcido - Capitulo 34 - Ma vie est faite de tes yeux posés sur moi.

 

Autora(o): Kelly Domingos - Whatsername no Nyah!
Gênero: Angst, Romance, Universo Alternativo, Hentai, Drama
Censura: +18 
Categorias: Saga Crepúsculo 
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo


Ma vie est faite de tes yeux posés sur moi.



POV Bella


Encarei o dicionário de francês, sem ânimo para continuar procurando as palavras que eu desconhecia. Eu repeti os verbetes em voz alta, tentando memorizá-los. O meu francês estava enferrujado, assim como meu alemão. Sim, eu sabia falar fazendo biquinho e como um homem raivoso! Joguei o pequeno livro para o lado, ainda era perto das seis e o outono tinha chegado para ficar. O vento frio entrou pela janela da sala de meu apartamento, busquei forças para sair do sofá e fechar as janelas. Olhei para a avenida movimentada, momentaneamente, vi-me cansada de viver em Nova Iorque, sempre dentro de um apartamento.

Antes que eu voltasse para o sofá, ouvi as duas batidinhas na porta. Sorri sozinha, era tão Edward aquele som! Controlei-me para não correr pela sala, porém, antes, eu praguejei metade do mundo por eu estar dentro daquelas roupas. A calça de moletom estava caindo, fiz um nó no cós para tentar deixá-la no lugar. A camisa? Bom, a camisa era ridícula, apenas! Eu odiava meus ataques infantis, eles sempre me levavam para dentro de uma camisa do Mickey. Ouvi mais uma batida, eu não queria deixá-lo esperando. Abri a porta encarando meus pés. As unhas estavam boas, eu agradeci por aquilo. 


“Oi?”
Edward me deu um sorriso grande, embora eu visse a curiosidade na face bonita. “Cheguei numa hora ruim?” 
Subi meu olhar para ele, tentei espantar minha vergonha crescente. “Claro que não, Edward! Entre!”
Senti-o pegando minha mão, recebi um afago polido em meus dedos. “Eu cheguei mais cedo hoje, resolvi ficar mais tempo com você!”
Era impossível não sentir meu coração inflando com aquilo, Edward era tão doce sem se dar conta. “E você me encontra nesse estado!”
Ele me olhou e sorriu para mim, ganhei um aperto em minha mão. “O que tem de errado com você?”
Meu cabelo, minhas roupas... A lista é grande, Edward!
“Eu preciso trocar de roupas, é meio óbvio, não?” Perguntei-lhe apontando para minha camisa.
Edward sorriu amplamente, nem percebi que ele tinha me enlaçado pela cintura. “Você está linda para mim, eu gosto dessas roupas em você!”
Coloquei meu peso nas pontas dos pés para beijá-lo superficialmente. “É por isso que eu te amo!”
Os lábios finos subiram em um sorriso verdadeiro, Edward bicou novamente nossas bocas. “Amo você também, de um jeito enlouquecedor.”
Apenas bati meu nariz no dele, nós dois sorrimos. Não me assustava aquela sintonia perfeita. “Já jantou?”
Edward apertou as mãos em minha cintura, ele deveria parar de me pegar gostoso daquele jeito. “Acabei de comer, só preciso ficar um pouquinho com você!”
Não tinha malícia na declaração, tampouco segundas intenções. Soava como carinho e eu gostava muito daquilo. “Carente hoje?”
Ele sorriu perto de meu rosto; o hálito bateu contra minha pele, eu quase pude sentir o gosto da bala de morango. “Eu sinto sua falta, Bella! Ficar dois dias longe de você me consome.”
“Vou tomar um banho, sim? Daqui a pouco eu volto para você!” Falei e beijei-o delicadamente, eu queria aprofundar, mas eu sabia que eu precisava da mistura creme dental e escova.
Edward subiu as mãos para o meu rosto, ele deixou um beijo em meu nariz. “Você está linda, Bella!”
“Eu não estou, não! Sério, é só trocar de roupas!” Sai dos braços protetores e corri para o meu quarto. Não vi Edward vindo atrás de mim, olhei sobre meu ombro e o encontrei sentado no sofá.

Fechei a porta com a chave apenas por precaução. O tempo estava frio, mas eu não queria usar moletom, Edward teria que em esquentar. Era uma ótima desculpa para eu ficar agarrada a ele. Tomei um banho demorado, escovei os dentes e soltei meus cabelos. Olhei-me timidamente no espelho, tudo parecia normal. Não existia nenhuma espinha estúpida, mas, também não existia uma beleza incrível em meu rosto. Peguei o creme de baunilha que Edward gostava e passei em minhas pernas e braços. Gemi frustrada para minha pilha de roupas; sem muita alternativa, entrei em short jeans e em uma camisa de alcinhas. Meus pés descalços e molhados fizeram um rastro até a sala.

“Fiz você esperar muito?” Perguntei para ter a atenção de Edward, ele brincava com o punho da própria camisa.
Edward ergueu os olhos para mim, existiam constelações nas duas esmeraldas. “Você está linda, venha para mim!”

O pedido veio acompanhado de um par de braços abertos, eu não pensei antes de acatá-lo. Edward deitou-se no sofá apertado e eu encontrei um espaço entre o encosto e Edward. Eu estava quentinha no fim. Encarei o rosto de Edward, ele carregava um sorriso displicente ali. Era bom analisá-lo, Edward era um homem bonito, não se podia negar; poderia ser comparado a um modelo e eu me assustava por tê-lo para mim, mas, existiam coisas que não conseguia identificar, tampouco entender. Edward sempre trazia um semblante doce e amoroso para mim, porém, por vezes, eu enxergava também a confusão e uma dúvida sem igual.

“Sua cabeça está em Marte, posso entrar ai?” Edward disse baixinho, tirando-me de minhas divagações.
Sorri para ele, verdadeiramente. “Você é tão misterioso, Edward.”
Recebi o mesmo tipo de sorriso, porém ele veio com uma pontada de apreensão. “Isso te incomoda?”
Ponderei antes de respondê-lo. “Você é misterioso e cheio de confusões e eu acho que gosto de caras que precisam ser consertados!”
A reposta divertida pareceu satisfazer Edward. “Você não precisa de nenhum conserto, mas eu gosto de você, acredito que eu tenha certa queda por mulheres perfeitas!”
Meu rosto corou por causa do elogio repentino, beijei-o como agradecimento. “Eu tenho um abismo por homens como você, Edward!”

Edward moveu-se ao meu lado, sentando-se no sofá e me trazendo para o colo dele. Ajeitei-me na nova posição, eu simplesmente amava estar no colo de Edward. Tombei minha cabeça no vão do pescoço, ali só tinha espaço para pintinhas, nade de barba. Senti as mãos de Edward correndo por minhas costas, os dedos dançavam despretensiosamente sobre minha pele e me causavam pequenos suspiros. Tateei o peitoral de Edward, ouvi os suspiros também.

“Seu cheiro está me deixando tonto.” Edward disse baixinho em meio de uma risada, os lábios roçaram os meus, eu pedi por mais.
Beijei-o sem muito cuidado, mordi e suguei os lábios finos, terminei o contato com beijos no queixo quadrado. “É o creme que você gosta!”
Edward salpicou beijos na linha de meus lábios, indo até minha orelha e voltando até minha boca. “Dá vontade de te comer!”

O calor foi rápido para meu rosto, mas eu não estava envergonhada, talvez surpresa. Edward fizera uma escolha de palavras absurdamente dúbia. Minha boca encontrou com a dele, nossas línguas estavam animadas e inescrupulosas. O beijo terminou com nós dois ofegantes, eu segui com os beijos até a orelha de Edward.

Eu prendi o lóbulo entre meus dentes, ganhando, em troca, um aperto em minha cintura. “Você sabe que pode me comer, não sabe?”
Um gemido primitivo ecoou na sala, Edward parou as mãos na base de minha coluna. “Você joga meu autocontrole no ralo, Bella!”

E eu amava toda aquela parte. Meu corpo tremia por saber que eu afetava tanto Edward, eu gostava, principalmente, do fato de eu ser a única a exercer aquele poder sobre ele. Ajeitei-me no colo de Edward, era bom sentir cada parte dele. “Eu te amo, Edward!” A declaração viera sem ser anunciada, mas eu precisava avisá-lo sobre o pequeno e importante detalhe. Ele abriu um sorriso genuíno, o que fez os olhos brilhar ainda mais. Edward não disse nada, apenas me deu um beijo que, inicialmente, fora calmo, mas, depois, tornou-se lascivo e cheio de provocações. Senti meu corpo indo de encontro ao de Edward, minhas pernas estavam paradas ao lado do corpo dele e eu sentia uma necessidade louca de me jogar contra a ereção crescente de Edward. Ele queria o mesmo e eu sorri por termos pensamentos paralelos. Edward rolou os dedos para dentro de minha camisa, tocando o máximo que podia; minha pele queimava a cada roçar, eram dedos abençoados com certeza. 

O ritmo dos toques seguia o ritmo de nossas línguas. Quando nossas bocas moviam-se calmamente, as mãos pastavam sobre meu estômago e costelas. E quando o beijo era enlouquecedor, Edward subia as mãos para encontrar com meu sutiã preto e, para minha sorte, com rendas. Edward desceu a boca para minha clavícula, beijando demoradamente e região. Eu via os olhos verdes fixos no topo de meus peitos arfantes. “Eu gosto de preto em você!”

Assustei-me com minha risada histérica, dedilhei a nuca de Edward enquanto ele descia, perigosamente, os lábios para meus seios. Eu queria a língua dele dançando sobre meus mamilos sensíveis e carentes. Meu corpo não me obedecia, pois meu quadril procurava o de Edward a todo instante, eu não me irritava com daquela desobediência. As mãos grandes de Edward me estimularam sobre a renda, o polegar brincou com meu mamilo, me fazendo gemer rendida. Edward subiu os lábios para os meus, ele deixou pequena sugadas em meu lábio inferior e seguiu, sorrateiramente, para minha orelha. A respiração quente fez todos meus pelos eriçarem. “Eu quero te beijar todinha essa noite, baby.”

Até aquele momento, eu estava ignorando minha umidade, mas foi impossível não sentir o calor, os pulsos e ondas de excitação, tudo tornava minha entrada ainda mais carente. Minha resposta foi gemer baixinho e beijar o ombro coberto de Edward. Eu tremi quando as mãos de Edward puxaram a barra de minha camisa, ele tinha os olhos nos meus. E aquilo era sexy pra caralho. O verde estava límpido e quente, eu via o desejo tomando conta dos orbes. A imagem de Edward excitado me deixava louca, louca por ele.

A camisa fora jogada para o lado, meu sutiã fez o mesmo caminho. Eu corei ao ver o sorriso travesso brotando nos lábios finos; Edward encarou meus peitos por longos minutos e quando ele subiu os olhos para mim, eu soltei uma respiração curta e a umidade veio com força total.

Ele era sexy pra caralho!

Edward sorriu para meu estado, ele quase colou nossos lábios. “Você fica tão gostosa desse jeito, eu amo te ver com tesão!”

O calor idiota fluiu para o mesmo rosto, o que era uma puta idiotice. Eu amava tudo que Edward me falava, eu sabia que ele era inclinado a vocalizações sujas, embora a última dita ainda fosse velada demais. Eu não entendia o porquê de eu corar como uma beata, eu queria coisas bem mais baixas que aquilo. O dançar da língua morna de Edward em meu peito me fez voltar a Terra. Senti as sugadas e as chupadas, eu amava o barulho excitante. Meus mamilos ficavam mais rijos a cada toque, e tudo que eu fazia era rebolar sobre o membro de Edward. As mãos também me acariciavam, as apalpadas eram fortes e demoradas. Eu era uma pessoa egoísta, pois Edward estava me dando tudo e ele não recebia nada em troca. Abaixei meu rosto para beijar-lhe o pescoço, minha língua traçou toda a extensão. E precisava de pele e aquela camisa estava atrapalhando todos meus planos.

Escorreguei minhas mãos para dentro da camisa de manga longa, eu sorri quando descobri mais uma camisa. Edward era friorento! Eu puxei as duas sem cuidado, Edward terminou de tirá-las, revelando-me o peitoral esculpido e cheio de marquinhas. Desci minha boca para os ombros largos, eu sabia que Edward gostava de carinhos ali, então beijei e mordi a região. Era engraçado, mas passei rapidamente pelo peito com poucos pelos, Edward parecia não gostar de ter minha boca ali. Voltei para os ombros e guiei minhas mãos para a barriga durinha. O gemido de Edward saiu abafado e rendido. Eu sorri antes de dedilhar os gominhos, minhas mãos não tremiam e eu aproveitei para explorar a região das costelas e indo para as costas. Meus beijos continuaram nos ombros e, às vezes, eu arrancava gemidos de Edward por causa de minhas mordidas no pescoço. O amasso ficou ainda melhor quando Edward pegou meus peitos em suas mãos, o toque era firme e decidido, os dedos deixariam marcas. Nossas pélvis dançavam juntas, e nossas bocas se uniram novamente.

Edward desceu a mão para minha cintura, ele me segurou de um jeito possessivo. “Rebole no meu cacete, Bella!” O pedido fez minha boca secar, mas minha entrada pulsante umedeceu ainda mais. Eu falei alguma coisa que não entendi, fazendo Edward sorrir baixinho; ele escorregou as mãos para minha bunda e deixou um aperto quente em minha carne.

A combinação era estupidamente alucinante. Boca descendo para meus peitos rijos, mão em minha bunda, e uma ereção gloriosa me cutucando. Eu não tinha dúvidas, eu iria aproveitar muito aquele momento. Joguei minhas mãos nos ombros de Edward, buscando onde me segurar. Edward me ajudava com os movimentos, começamos devagar; esfregamos nossos centros quentes separados pelos jeans estúpidos. A boca quente fazia um trabalho sujo em meus peitos, Edward batia a língua contra meu mamilo, enquanto o polegar traçava o contorno de meu seio duro. Eu soltava gemidos altos, o que fazia Edward friccionar ainda mais nossos sexos. Eu estava perto, o calor se concentrou na parte baixa de minha barriga e minha entrada pulsou sem intervalos. Minha cabeça pendeu para o lado e eu cerrei meus olhos. Não tinha sido o mais forte nem o mais gostoso, mas, para quem estava praticamente vestida, aquilo estava de ótimo tamanho. Edward me olhou curioso, quase não acreditando que eu fora tão longe. Eu sorri para ele, ainda entorpecida. “Você é bom demais, aceite!”

Ele pegou meu rosto e depositou um beijo em minha boca. “Já está satisfeita?” Edward perguntou cheio de malícia, a voz era inteiramente presunçosa.

Peguei o lábio dele entre meus dentes, demorei na mordida. “Eu não pretendo parar tão cedo essa noite!”

Senti o gosto de sangue em minha boca, amaldiçoei-me por ter o machucado. Passei minha língua sobre o pequeno corte, causando gemidos baixos em Edward; eles não pareciam ser de dor. Edward, sem aviso, penetrou sua língua em minha boca. O beijo tinha de tudo; sangue, saliva e um tesão absurdo. E então eu percebi que Edward também não pararia tão cedo. Nenhuma parte de meu corpo fora protelada, as mãos de Edward correram por minhas coxas e subiam até a base de meus peitos. O trajeto era não polido, Edward me pegava gostoso e não poupava indelicadezas. Nossos gemidos se confundiam e, estranhamente, o apartamento já não estava tão frio.

Ele ergueu meu rosto e conectou nossos olhares. Existiam mil coisas naquela troca de olhares, era engraçado também; pois eu sabia aonde nós pararíamos, mas sabia que a gente não estava indo para fazer amor. Não teria calma, nem coisas doces. Edward me foderia até eu não aguentar mais. A noite era longa e, talvez, sobrasse tempo para sermos doces. Todavia, a selvageria seria feita com amor. Por que aquilo já era inerente a nós. Eu não desviei meu olhar, existia alguma coisa que me prendia naquele mar verde. Mal senti as mãos de Edward pastando em minha coxa, indo, sensualmente, para a parte interna. Instintivamente, abri minhas pernas, pedindo mais contato. Edward me mandou uma piscadela, sorrindo. “Com pressa?”

Eu bufei para ele, decidi fazer o mesmo. Levei minhas mãos para a barriga dele, tracei a parte baixa, eu sentia o calor que provinha da ereção que ele ostentava. Eu tinha plena consciência que meu rosto estava vermelho, mas, ainda assim, deixei minha mão cair sobre aquele volume. Edward sorriu perto de meu rosto e capturou meus lábios, fazendo-me seguir em frente. A falta de jeito ainda persistia, eu não era muito boa em tocá-lo; mas abri o botão e puxei o zíper para baixo, o cós da cueca preta me fez ofegar baixinho. Nada era mais bonito que aquele membro rijo. Minha mão queria envolve-lo e tocá-lo, fazê-lo gozar violentamente. Olhei para Edward, o rosto estava vermelho também, poderia dizer que ele estava impaciente.


“Com pressa?” Usei as mesmas palavras, foi impossível não sorrir abertamente para ele.

Edward soltou uma respiração curta e disse alguma coisa baixinho. As mãos que estavam em minhas coxas, tocaram-me sobre o jeans; Edward sabia que aquilo não me levaria a lugar nenhum, ele apenas adorava me provocar. Meu short curto foi desabotoado com uma maestria sem igual, a mão abençoada entrou como uma serpente. Edward tocou sobre a calcinha molhada; o dedo traçou minha entrada, nunca tocando minha parte sensível.

“Você é tão molhada, baby!” Edward falou depois de me beijar, eu joguei meu centro na direção da mão dele.

“Você gosta?” Minha voz saiu abafada, era difícil controlar minhas reações.

Edward sorriu e me tocou sob a calcinha, o dedo brincou com minhas dobras meladas. “Eu quero te foder a noite inteira, Bella!”

Antes que eu desmaiasse, Edward ergueu meu quadril e desceu um pouquinho meu short, eu fiz o mesmo com ele. A calça desceu até o meio das coxas de Edward, a cueca preta fez o mesmo caminho. O membro de Edward praticamente pulou para fora da cueca, minha mão o capturou. Eu tremi por causa do calor e das pulsações. Os dedos de Edward que, até aquele instante, estavam apenas me provocando, começaram a fazer um trabalho bom pra caralho. Edward contornou minha entrada, melando os dedos com minha umidade; eles subiram para encontrar meu nervo pulsando. O primeiro toque fez meu corpo ter espasmos, mordi meus lábios por reflexo, meus gemidos saíram baixinhos. À medida que Edward me masturbava, eu tentei fazer alguma coisa por ele. Envolvi o membro quente e, inicialmente, fiz movimentos curtos, porém firmes. Eu amava senti-lo crescendo sob meu toque. Ganhei um beijo longo, Edward brincou com minha língua e subiu uma mão para meu peito esquerdo. “Você faz tão gostoso, continue batendo pra mim!”

Aquele era o incentivo que eu precisava, mas eu sabia que eu precisava de alguma lubrificação. Aproveitei o fato de minha entrada estar encharcada, tão timidamente, disputei lugar com a mão de Edward. Ele me olhou absorto, eu sorri para ele. Eu ainda estava meio amadora naquela parte, mas a verdade era que eu tinha tentado algumas coisas sozinhas. “Seus dedos ainda são melhores que os meus.” Não esperei nenhuma resposta; dedilhei meu centro, molhando ao máximo meus dedos. Quando eu tirei minha mão de dentro de minha calcinha, Edward tomou novamente seu posto e, então, ele não foi delicado. O dedo rodou sobre meu nervo, me fazendo gritar sem inibição. Minha mão não estava molhada o suficiente, então fiz com que Edward distribuísse lambidas e beijos em minha palma. O que Edward mais queria era, realmente, sentir meu gosto. Antes que Edward empolgasse demais, tirei minha mão dos lábios dele e desci para o membro que pedia por meu toque.

Eu o encarei, por que, simplesmente, eu o achava bonito. Era tão grande, grosso e limpinho! Comecei pela cabeça vermelha, que brilhava também. Perguntei-me o motivo de Edward ser circuncidado, talvez ele fosse judeu e eu não soubesse. Ponderei sobre fazer Edward gozar depressa, era só fazer tudo rápido e com força, mas eu queria que o contato durasse. Então, eu alternei batidas longas e lentas. Edward continuou me estimulando, meu clitóris recebia choques e ondas de calor. Eu sempre sentia o orgasmo chegando, mas Edward sempre o retardava. A estimulação mútua foi longa, ninguém queria ceder.

Nós trocávamos beijos cálidos entre os carinhos íntimos. Edward tocava-me nos seios e na cintura, e eu investia cada vez mais forte no membro cada vez mais grosso. Eu sabia que Edward estava perto, então desacelerei minhas mãos. Ele, por sua vez, intensificou os movimentos em minha entrada, fazendo minhas coxas tremerem e um calor surreal preencher meu corpo. Cerrei meus olhos para aproveitar o momento, pois eu sabia que seria forte. Concentrei para continuar estimular Edward, ele também estava perto. Os dedos longos me penetraram com força, indo a lugares que eu desconhecia. Senti tudo ficando longe demais, minha respiração tornou-se superficial e curta, busquei forças para gemer o nome de Edward. E tudo explodiu em minha frente. Minhas pernas tremeram e minha entrada pulsou, latejou e expeliu litros de umidade, fazendo-me corar infantilmente. Edward não parou de me tocar e eu vi tudo acontecendo de novo. Apoiei-me no ombro dele, distribui lambidelas e mordidas, minha mão fazia um trabalho rápido no membro que vibrava sob minha palma. Edward parou minhas mãos, eu estava entorpecida demais para relutar. “Eu não quero terminar agora, Bella!” O tom era de quem estava muito angustiado, precisando de alívio.

Recobrei minha consciência. “Eu acho que você quer sim!”
Eu ganhei um sorriso grande e verdadeiro, Edward enlaçou minha cintura e pousou a testa na minha. “Eu quero você!”
Meu corpo já mole, derreteu ainda mais. Eu precisava de Edward, cada parte dele. “Cama, por favor!”
Sim! Era um convite. Edward nos tirou do sofá, antes ele pegou nossas roupas no chão. O caminho até meu quarto pareceu uma eternidade, pois Edward parava para me beijar ou me encurralar contra a parede.
“Por que você adora me fazer esperar?” Perguntei sobre os lábios de Edward, ele mantinha as mãos ao lado de minha cabeça, prendendo-me contra a parede.
Edward abriu minhas pernas com a dele e moveu-se libidinosamente para frente. “Porque você faz essa carinha linda para mim!”


Sorri para aquilo, Edward me beijou calidamente enquanto minhas mãos enlaçaram a cintura larga, eu acariciei-lhe nas costelas. Quase sem minha permissão, as mãos desceram para a parte baixa da barriga de Edward, a calça só estava com o zíper fechado. Eu me vi querendo descê-lo novamente. Naquele momento eu me vi querendo fazer muitas coisas. Eu não me assustava, apenas sentia a vergonha me consumindo. Não existia insegurança, tampouco medo. Minha boca salivou com as imagens que eu formei. Ainda beijando Edward, escorreguei uma mão para a ereção gloriosa. O corpo de Edward tremeu e ele diminuiu a distância entre nós. Eu o massageei sobre a cueca, sem muito saber o que fazer. 

“Eu amo seu rosto corado, mas não fique com vergonha de mim!” Edward disse baixinho perto de minha orelha.
Subi meu rosto para o dele, ele estampava um sorriso grande e sincero para mim. E ali existia toda a confiança que eu buscava. “Eu vou tentar, tá?”
Edward me olhou curioso, pedi para que ele não me fizesse falar minhas intenções; ele era inteligente o suficiente para entender.

A minha mão que estava estática, voltou a trabalhar no membro de Edward. E ele voltou a me beijar. Tudo parecia certo, não existia cobrança. Se tudo de errado, Edward e eu riríamos pelas próximas duas horas. Se tudo desse certo, bom, eu aproveitaria muito bem as próximas horas. A boca de Edward dançou sobre a minha, ele me cedeu facilmente o controle. Aproveitei para atiçá-lo, coordenei minha língua e minha mão. Meus toques fizeram Edward ofegar e me pegar pela nuca. Eu sorri quando Edward me colocou sobre os pés dele. Ele nos conduziu para o quarto, Edward tinha um ótimo senso de espaço, pois ele andou, sem nenhum problema, de fasto. Nosso passado recente veio em minha mente, tão pouco tempo atrás, Edward me levava para esse mesmo quarto. Permiti-me um sorriso, se eu sentisse metade daquelas coisas já estava satisfeita. Edward abriu a porta sem dificuldades, ele me colocou no chão delicadamente. Eu precisava colocar minhas intenções em prática.

Não o deixei tomar muita distância, puxei-lhe pelo pulso e o beijei. Era difícil saber quem tomava iniciativa em nossos beijos, nós dois sempre queríamos beijos e mais beijos. Edward me recebeu prontamente, os braços se cruzaram em minhas costas e nossos peitos nus ficaram pressionados. Demorei-me nos lábios finos, minha língua pediu passagem timidamente. Os ofegos de Edward eram baixos e descompassados, eu me sentia confiante com aquilo, então desci a calça de Edward. Ela terminou amontoada nos calcanhares dele. Eu preferi não ser muito vocal, mesmo consciente que eu precisaria da ajuda de Edward. O membro rijo em minha mão vibrava minimamente, eu o estimulava sem pressa. Desci para tocar o saco inchado, eu sabia que a região era sensível, então permiti-me apenas leves puxadinhas.

“Sua mão é gostosa pra caralho, baby!” Edward disse sobre meus lábios. A voz era nada além de rouca.

Voltei a beijá-lo, porém dediquei-me pouco na boca sedenta. Desci meus lábios entreabertos pelo pescoço e ombros de Edward. Eu deixava um rastro molhado na pele quente. Eu tinha dúvidas sobre fazer aquilo com Edward em pé, mas decidi que ficaríamos naquela posição mesmo. Não conseguir tirar meus olhos dos de Edward, eles estavam tão desfocados de desejo. Ouvi um gemido alto quando eu cair de joelhos na frente de Edward. Não tinha mais volta; eu estava indo chupar o melhor pau do mundo! Era isso!

As mãos de Edward vieram para minha nuca, ele acariciou a pele da região, quase sem força. “Espere, Bella!”
Eu o olhei sem entender, não era possível eu já ter cometido um erro grave. “Algum problema?”
Edward sorriu timidamente e me jogou um travesseiro. “Para seus joelhos, baby!”

Meus olhos piscaram duas vezes seguidas, eu o amava demais! Sorri bobamente para ele, feliz por ter um namorado tão cuidadoso. Edward merecia o melhor boquete do mundo, eu faria de tudo para não parecer muito idiota. Eu beijei-lhe na barriga, minha língua correu pelos gominhos e eu aproveitei para morder também. Sorri ao ver a marca de meus dentes.

As coxas de Edward eram tonificadas e eu afundei minhas unhas nelas. Minha boca desceu para as partes de menino de Edward, o membro rígido estava vermelho e com as veias saltadas. Minha boca salivou ainda mais. O cheiro me deixou tonta, era o cheiro mais masculino que eu sentira na vida. Eu apreciei a imagem, observei cada detalhe, o líquido tornando a glande ainda mais brilhante. E era tudo meu. Tudo não caberia em minha boca, talvez. 

“Eu posso morrer de combustão, sim?” Edward perguntou num misto de divertimento e ansiedade.
Ergui meus olhos para ele, encontrei um sorriso atrevido. “Eu gosto do que eu vejo, Edward.” Falei sem desviar meu olhar, Edward me deu um sorriso idiota. Eu havia inflado-lhe o ego com meu total elogio.
“Minha visão também é boa, sua bunda está tão empinada para mim!” Edward disse sorrindo, as mãos embolaram em meus cabelos.
Apenas para provocá-lo, ergui mais meu quadril, ouvi um gemido abafado. “Você é uma provocadora do caralho!”

Era bom ter Edward tão falante. “Não me esconda nada, sim? Eu gosto de te ouvir!” Falei antes de tomar o membro em minhas mãos. Comecei estimulando-o, agarrei com minha mão e abri uma seqüência de movimentos rápidos e longos. O calor estava em toda parte de meu corpo, mas, ainda assim, eu não conseguia deixar de olhar para Edward.

“Você é tão grosso, Edward!” Falei enquanto batia cada vez mais forte, mordi minha língua até conseguir juntar muita saliva.
Edward falou alguma coisa desconexa demais, eu sorri para a desconcentração dele. “Você precisa gozar, Edward?”
Ele me olhou e sorriu, o semblante era puramente impaciente. “Diga-me você, Bella!”
Edward estava me dando as brechas que eu precisava. “O que pensa sobre terminar em minha boca?” A pergunta deixou meu rosto em chamas, mas eu não poderia negar, eu estava ansiosa para ver Edward perdendo o controle. Não esperei a resposta de Edward, sem fechar meus olhos, depositei beijos e lambidas na glande vermelha e inchada. O gosto também era o mais masculino que eu conhecera. 
“Boquinha deliciosa, baby! Tão quentinha e molhada!” Edward disse debilmente, as palavras um tanto clichês me fizeram gemer baixinho.

Olhei-o sob meus cílios e voltei ao meu trabalho. Distribuí beijos pela extensão, indo desde a base até a cabeça, minhas mãos brincavam com o saco sem pelos. Aquilo era apenas um reconhecimento, eu precisava saber o que Edward gostava. Ele tinha certa inclinação pelas lambidelas, os gemidos eram as provas. Não sei se surpreendi Edward, mas ele tremeu quando eu dei a primeira sugada. Eu repeti o ato várias vezes, deixando Edward ir cada vez mais fundo. Os barulhos eram tão indecentes, minha língua batia contra o membro inchado e saliva tornava tudo escorregadiço e gostoso. Sim. Eu estava gostando daquilo. Muito. Não sei quando eu perdi a timidez, mas eu sabia que ela já estava longe. Eu parei apenas para prender meus cabelos no alto, eu não queria nenhum empecilho. Voltei para o pau que vibrava, eu queria engoli-lo inteiro. Suguei a cabeça úmida de saliva e espalmei minha língua na região, eu fiquei ali um bom tempo, eu chupava sem interrupções.

Edward gemia como um animal, as mãos pressionavam minha nuca, eu sabia que ele estava se controlando para não foder minha boca. “Que boca gostosa do caralho, Bella!”

Os incentivos de Edward eram meu combustível, eu queria dar o melhor para ele. Abri ainda mais minha boca e peguei o membro com minhas mãos, guiei-o para dentro de minha boca. Levei-o até o meu limite, sabia que eu engasgaria se eu fosse além, e eu não queria que nada estragasse aquele momento. Voltei para chupá-lo com vigor, eu gostava daquela parte. Subi meus olhos para encontrar os de Edward. A visão fez minha umidade molhar o jeans. Edward estava prestes a gozar. O rosto estava corado e suado, ele ofegava como louco. Eu pisquei para ele, apenas para ele ter consciência que também estava bom para mim. Abri minha boca e pedi internamente para que Edward entendesse meu ponto. Eu queria que ele metesse até o fim em mim. Edward me deu sorriso retardado e levou minha cabeça de encontro ao quadril dele. Senti a cabeça batendo contra a entrada de minha garganta, Edward soltou um gemido alto e refez o movimento. Ele nunca forçava, apenas puxava meus cabelos e falava coisas indecifráveis. Quando senti o pau de Edward vibrando e crescendo em minha boca, pensei sobre o que fazer. Edward podia fazer tudo, menos terminar sobre meu rosto. Eu ficaria puta se ele o fizesse.

“Eu estou perto, Bella!” A voz de Edward veio rouca e abafada. Não o deixei sair de minha boca.

Existia uma boa quantidade fora de minha boca, usei as mãos para estimulá-la. Edward bombou mais um pouco em minha boca, eu quase pude sentir o jato percorrendo a extensão até ser expelido. O gosto era ruim pra caralho, literalmente. Não existia como aquilo ser gostoso, a não ser que alguém amasse o gosto de clara de ovo e de alvejante. Era quente pelo menos e era de Edward. Aquele era um ótimo motivo para me fazer engolir cada gota. Eu precisava ver o rosto de Edward. Enquanto eu limpava os últimos vestígios do fluído, encarei o rosto bonito. Eu sorri ao ver um semblante bobo, completamente extasiado. Eu fiquei feliz pra caralho! Edward me puxou pela mão, ignorei o calor em meu rosto. Eu não sabia o que dizer, eu não sabia o que Edward queria ouvir.

Ele me deu um sorriso e me puxou para um beijo, eu desviei prontamente. “Seu gosto ainda está em mim.”
Não tive nenhuma resposta, fui surpreendida por um beijo avassalador. A língua de Edward explorou cada pedaço da minha, eu estava derretendo nos braços dele.
“Que homem você pensa que eu sou?” Edward disse ainda me beijando. “Você me fez um cara mil vezes mais feliz, te beijar é o mínimo!”

Senti o escarlate cobrindo meu rosto, ganhei mais beijos lascivos e mordidas em meu lóbulo. “Você me chupou tão gostoso, baby! Foi enlouquecedor!”

Apenas sorri para Edward, o elogio tinha feito meu ego chegar ao teto. Antes que eu pensasse em qualquer coisa, Edward me empurrou para cama. Eu soltei um gritinho quando ele me jogou no colchão. 

Procurei os olhos verdes, querendo uma explicação. Edward sorriu atrevidamente para mim. “Um pouco de diversão para você também, Bella! Eu não estava mentindo sobre a parte de te beijar todinha.”

Abafei um gemido, incapaz de verbalizar nada. Edward jogou as calças, que ainda estavam paradas nos calcanhares, para fora e veio para cima de mim. Esfreguei minhas pernas, eu não queria esperar mais, eu realmente ficava enlouquecida com a língua de Edward, mas eu estava latejando para senti-lo dentro de mim.

“Eu fico encharcada quando você olha desse jeito, Edward!” Falei quando ele pairou com o rosto sobre o meu. “Parece que você vai me comer a qualquer momento.”

“Você está certa sobre a última parte.” Edward disse antes de morder meu lábio.

Minhas faculdades mentais estavam indo para o inferno, perguntei-me o que eu tinha feito de tão bom para ter um homem tão quente em minha cama. Os lábios quentes subiram para perto de meu olho, Edward demorou na região nunca antes explorada. Os pequenos gestos me excitavam de um jeito inexplicável, senti os beijos descendo, novamente, para minha boca. O contato fora longo e quente, mas acabou cedo, pois Edward fez uma trilha de fogo até minha orelha.

Meus pelos arrepiaram com a seqüência de sugadas em meu lóbulo. “Rebole bem gostoso em minha língua, sim?”

Edward tinha certa fixação com meu quadril e com tudo que ele fazia. Sorri rendida para ele. “Só me fode gostoso, Edward; agora!”

Por mais que eu tentasse, eu nunca ficaria irritada com a lentidão de Edward. Os beijos, as palavras me faziam esperar todo o tempo do mundo. O nome de Edward escapulia de meus lábios a cada vez que ele rodava a língua em meus mamilos, a visão tirava minha sanidade, eu amava vê-lo se matando para lamber meus dois seios juntos. Eu também amava a cara de tarado que ele fazia, tinha um ar arrogante e infantil. A combinação parecia impossível, mas ela existia no rosto de Edward. Eu poderia gozar com as piscadelas que ele me deixava.

“Você é um safado, Edward!” Falei quando nossos olhos se cruzaram. Ele sorriu e mordeu delicadamente a lateral de meu peito.

“Eu sei que você gosta!” E lá estava o ar prepotente de sempre.

Edward sorriu e desceu para minha barriga, os beijos tornaram-se molhados e curtos, a língua batia contra minha pele, causando leves tremores. Procurei as mãos de Edward, elas não estavam passeando em mim. Eu tive uma sincope quando as avistei. Elas estavam em volta do membro rijo, Edward se tocava sem pressa. A imagem fez minha boca encher de água. Eu não me incomodava, eu olhava atentamente, Edward tinha ótimas técnicas de punheta.

Ele me pegou olhando, eu abri um sorriso para ele. “Eu preciso de você duro dentro de mim, seja rápido!” Os olhos brilharam e Edward também sorriu em resposta. Ele me puxou para deitar-me na ponta da cama.

“Pegue um travesseiro, baby!” Edward pediu e eu peguei sem entender a finalidade.

Edward colocou o travesseiro fofinho abaixo de meu quadril, erguendo-o. Meu short foi tirado com certa pressa, minha calcinha molhada caiu ao lado dos pés de Edward. Eu corei todos os tons de vermelho ao ver os olhos de Edward focados em minha intimidade. “Você é completamente perfeita.”



O corpo másculo pairou sobre o meu, o peso me prendia à cama. Meus ofegos saíram fracos, eu sentia meu lábio tremendo. Edward me olhava fixamente, como se fosse a primeira vez que nossos olhares estivessem se cruzando. Ele sorriu perto de meu pescoço, o tom era coberto de malícia e admiração. “Eu tenho uma sorte do caralho, você é quente como o inferno!”

Eu sorri para a declaração, Edward subiu em cima de mim, me fazendo senti cada pedaço da ereção gloriosa. Ele abriu minhas pernas com as dele e prendeu meus pulsos sobre minha cabeça. Encurralada. A mercê. E

Edward beijou meu pescoço e minha orelha, ele respirava baixinho. “Eu vou te foder tão gostoso, Bella!” Não fiz nada além de gemer, minhas mãos criaram vida e se enraizaram nas costas de Edward. Eu me movi para encontrar o pau de Edward. Ele sorriu arrogantemente.

“Seja boazinha e espere, sim? Vai ser quando eu quiser!” Edward disse em meu ouvido, ganhei uma sugada na pele da região. “Diga-me o que você quer que eu faça contigo, baby.”

“Edward, por favor, me fode!” Falei num fio de voz, a resposta satisfez Edward, pois ele me estimulou calidamente com a glande vermelha.

O fato de eu estar quase imobilizada não me deixava apavorada, eu sabia que Edward não usava força em meus pulsos, eu me soltaria sem dificuldades. Eu só conseguia amar o cuidado que ele tinha por mim. Ele me tocou sobre o clitóris, o que me causou gemidos altos. A boca de Edward desceu para meus peitos, os beijos longos acompanharam a penetração lenta

Era diferente de qualquer coisa, diferente dos dedos e da língua. Eu deveria admitir, eu sentira saudades daquele contato. Edward me penetrou devagarzinho, eu me sentia preenchida. Tudo parecia certo e completo. Meu corpo acostumou-se fácil ao volume, tão logo, senti Edward movendo-se acima de mim. O quadril, que eu pensava ser duro, moveu-se timidamente. Céus, meu homem rebolava! Claro, não era um rebolado frenético, mas era cadenciado e me fazia ir ao céu. Edward sabia mover nas horas certas, alternar investidas rápidas com outras mais lentas. Nossas respirações se misturaram, eu beijei-lhe nos ombros e pescoço, querendo proporcionar um pouquinho de prazer a ele também.

As ondas gostosas vieram aos poucos, Edward nos colocou de ladinho, daquele jeito ele me tocava enquanto estocava em mim. “Eu gosto assim, Edward!” Falei abafado, sem saber se era uma boa colocação para o momento.

“Não me esconda nada, baby! É só pedir que eu faço para você!” Edward disse me beijando e me mordendo nos lábios.

Expulsei minha vergonha, não me importei com meu rosto corado. “Eu quero ficar por cima, no seu colo!”

Edward sorriu grande para mim, ele diminuiu o ritmo das estocadas e se sentou apoiado encostado na cabeceira. “Sente na minha pica, Bella!”

Eu quase morri quando ele deu um tapinha na própria coxa, não existia convite melhor. Sentei-me nas coxas brancas, antes, peguei aquela pica gostosa em minhas mãos, bati forte e rápido.

“Eu quero sentir você entrando inteiro em mim!” Falei o posicionando em minha entrada. Já que Edward tinha o direito de me provocar, eu também tinha. Eu o introduzia aos poucos, colocava um pouquinho e depois tirava, eu sabia que eu estava levando Edward ao limite.



Eu sorri quando ele me pegou pela cintura e me fez sentar no membro duro como rocha. E, daquela vez, ele foi fundo. Eu gemi feito uma cadela. Nós buscávamos fricção, então nada melhor que quicar no colo de Edward, eu realmente preferi não me importar com o balançar de meus peitos. Pedi para que Edward não reparasse neles, eu sabia que eles estavam balançando demais. Era o preço por ter coisas naturais e grandes.

Eu via o suor cobrindo rosto de Edward, nós dois estávamos perto. Ele desceu com beijos por minha clavícula e seios, uma mão veio para me estimular. A outra pressionava minha nuca. Mordi meus lábios ao perceber a proximidade do orgasmo. Talvez Edward tenha percebido também, pois ele me buscou para um beijo de tirar o fôlego. Eu adorava me libertar beijando-o, o simples ato tornava tudo mais íntimo.

“Termine comigo, Bella!” Edward pediu contra minha boca. “Eu quero sua boceta mastigando meu pau!”

Eu terminei um segundo mais tarde, minhas unhas apertaram a carne das costas de Edward. E meu corpo inteiro tinha sido afetado, não fora localizado. As ondas e o calor tomaram cada célula minha, eu não enxergava nada além de pontos brilhantes. Era a morte. Os franceses sempre estiveram certos! Edward respirava de maneira irregular, os cabelos caiam sobre a testa e o suor escorria pelos lados do rosto. Ele se derramava dentro de mim. Eu o acariciava na nuca.

“Você vai ficar por cima sempre, já está decidido.” Edward disse contra meu ombro, restou-me sorrir verdadeiramente para ele.

Lambi o suor que desciam pele pescoço, minha língua salgou e eu não beijei Edward. “Cansa, sabia?”

Ele também sorriu, os dentes brancos foram expostos. “Eu sei que você gosta de sentar em mim, acredite, eu também gosto dessa parte.”

Meu rosto corou como um tomate; beijei-lhe na bochecha, sem saber se nossa noite tinha acabado. “Boa noite?”

Edward me olhou assustado, eu vi a confusão passando nos olhos verdes. “Não quer mais?”

Se eu pudesse fugir, eu fugiria! Eu não estava acreditando que cogitei a hipótese de negar fogo a Edward. “Uh, não! Não, uh, sim! Eu quero, ah Edward, eu me confundi!”

Ele sorriu docemente, eu beijei o bico que ele fez para mim. “Eu acho que sua namorada é uma louca, termine com ela!”

Edward não disfarçou a risada. Ele correu a boca até minha orelha. “Ela é gostosa pra caralho e um furação na cama, se ela conseguir esperar uns minutinhos, eu vou me acabar dentro dela.”

Eu soltei alguns palavrões, Edward era tão bom com as palavras. Fiz o mesmo caminho até o ouvido de Edward também. “Ela é inteligente, ela quer mais também. O que você vai fazer com ela, posso saber? Ela parece curiosa.”

Nosso joguinho estava ficando bom, Edward rolou para o lado, saindo de dentro de mim. Ele me virou de lado, colando minhas costas no peito dele. “Ela tem uma bunda incrível, mas eu fui meio relapso com essa parte, eu preciso me redimir, dê-me dicas de como fazê-lo.”

Os dentes de Edward morderam minha nuca, eu gemi e não contive uma pequena investida contra o membro meio rígido de Edward. “Ela queria estar em meu lugar nesse exato instante, sabia? Talvez ela goste de alguma coisa mais forte e rápida.”

“Sério?” Edward fingiu dúvida. “Eu não estou muito certo sobre isso.” A voz rouca e calma embalou os toques em minha cintura, os dedos rolaram para a parte baixa de minha barriga.
“E você? Você não precisa de nada, não? Ela estar disposta a te ajudar também.” Perguntei já ofegante, eu sabia que Edward já estava pronto para estar dentro de mim novamente.
Senti um aperto em minha cintura, Edward colou ainda mais nossos corpos. “Eu acho que se eu pedir para ela rebolar pra mim, ela me dará um tapa.”
Eu sorri para a conversa, quebrei meu quadril de um lado para o outro, ouvi um ofego baixinho. “Ela, com certeza, nunca não bateria num cara!” Falei mais audível, aquilo era uma mentira, pois eu já tinha dado um tapa na cara de Edward, mas aquilo pertencia à um passado distante.
“Bater às vezes é gostoso!” Edward disse contra meu pescoço, fora quase imperceptível, mas eu sabia que ele fugira do personagem.

Meu corpo tremeu loucamente, de um jeito bom. Pensei sobre eu estar louca e querer apanhar de Edward, mas não era daquela forma. Ele bateria na bunda que dizia amar e eu gritaria pedindo por mais forte. Instintivamente, bati minha bunda contra a ereção grande e dura. “Mulher gosta de um tapinha, no entanto, não seja muito estúpido.” Assim como Edward, eu sai do personagem.

Sem qualquer aviso, Edward me penetrou, eu gritei pela surpresa. Nós dois não falamos nada, nossos nomes não foram ditos. O silêncio foi quebrado por nossos gemidos e ofegos. Edward ergueu minha perna, indo ainda mais fundo, senti as mãos grandes pegando meus peitos com uma força surreal, foi impossível não levar meus dedos para o meu ponto sensível. Nossos corpos se chocavam, o barulho era excitante e me deixava envergonhada, pois era alto e real demais. A cama balançava no ritmo de nossos corpos. Nada era mais excitante que aquilo. Nada. Talvez fossem as circunstâncias, mas eu estava muito perto da borda. Eu tinha gostado do teatrinho feito por mim e Edward, estimulei-me rapidamente, buscando o fim. Rapidamente, tudo se tornou negro e brilhante, meu corpo chicoteou contra o de Edward. Ele, por sua vez, distribuía chupadas no alto de meu pescoço e sussurrava palavras que não pertenciam a nossa língua. Nós dois ficamos quietos, aproveitando nosso gozo. Eu não poderia dizer quanto tempo havia passado, mas, em algum momento, Edward me virou para ele.

“Isso foi... Foi... Uau!” Ele disse ainda buscando uma palavra decente.
Eu tracei-lhe a bochecha tingida de vermelho. “Eu também não encontrei uma boa palavra, saiba que eu rolei os olhos como uma louca.”
Edward me beijou delicadamente, brincando os fios de meu cabelo. “Eu te amo!”
“Eu também!” Falei ainda com nossos lábios colados. “Muito.”
Continuamos trocando beijos calmos, assustei-me ao ouvir Edward soltando um ‘merda’ baixinho. “Algum problema?”
Ele me olhou com os olhos cheios de desculpas. “Eu sou um puta irresponsável, eu me esqueci de usar preservativo.”
Aquele era um detalhe que eu ainda não tinha avisado a Edward. “Eu voltei com os remédios, desculpe-me por não ter perguntado sua opinião.”
Ganhei um beijinho rápido. “Isso é bom, é uma escolha sua, Bella! Vou esvaziar minhas gavetas e bolsos então.”
Eu sorri amplamente e corri meus dedos pelos cabelos embolados e suados. “Você sempre vem preparado para eu terminar em seus braços?”
“Basicamente; é aquela coisa, eu nunca sei o que você está pensando!” Ele fez o mesmo carinho em mim, os dedos desfaziam os nós de meu cabelo.
Beijei-o demoradamente, abracei-o para ficarmos ainda mais colados. “Uh, bom, agora eu estou pensando o quão sortuda eu sou por ter um namorado lindo e que sabe rebolar.”
O rosto de Edward corou mais que o meu, eu sorri para a situação. Edward me olhou de soslaio. “Aquilo foi estúpido e jocoso?”
“Claro que não!” Apressei-me para cortá-lo. “Foi ótimo, eu amei! Você sabe conduzir tudo tão bem!”
“Você dita o ritmo e eu conduzo, é como dançar!” Ele disse pertinho de minha boca. “Embora eu prefira você quebrando o quadril para mim.”
Eu capturei os lábios e brinquei com a pelinha sensível. “Eu gostei de nosso teatrinho também!”
Aquilo fez alguma coisa em Edward mudar, ele me olhou fixamente. “Acho que foi o calor do momento, não me leve muito a sério.”
“Isso é sobre os tapinhas?” Senti o calor subindo para o meu rosto.
“Eu nunca vou fazer nada para te machucar Bella, eu não vou ser igual a ele.” A voz saiu quase dolorida, para não se dizer angustiada.


Não fazia sentido Edward tocar no nome de Sebastian. Eu sabia que Edward nunca me faria passar pelas mesmas humilhações, as mesmas dores. Não fazia sentido Edward se comparar a ele. Era como a água e vinho.

“Edward, me olhe!” Eu pedi e puxei o rosto para mim. “Eu te amo e você me ama, nada vai mudar isso, sim? Eu confio cegamente em você! Pare de fazer comparações descabidas.”

Ele assentiu timidamente, senti o dedo longo fazendo o contorno de meus lábios. “Promete não desistir de mim? Porque, eventualmente, algumas coisas poderão dar errado, promete passar todas as dificuldades comigo?” Aquilo soava dolorido, eu tentei entender o motivo, mas não consegui. Eu sabia que um relacionamento passava por crises e momentos tensos, eu também queria ter Edward sempre ao meu lado. “Sempre com você, Edward!”

“... na alegria e na tristeza...?” Edward disse baixinho, o semblante estava mil vezes menos dolorido.
“Até que você se canse de mim.” Falei baixinho também, um sorriso escapou pelos lábios de Edward.
“Não existe essa possibilidade.” Edward fechou os olhos e bateu o nariz no meu. “Ninguém é mais adorável que você!”
Eu sorri abertamente, o que causou um olhar curioso em Edward. “Eu costumo ser chata e teimosa, acostume-se!”
“Eu fico mal humorado quando fico sem comer, só tenho um defeito!” Edward brincou também, eu amava aquele momento leve.
A menção de comida me fez lembrar que eu estava com fome. “É normal sentir tanta fome depois de fazer isso?”
Ganhei um aperto em minha bochecha. “Depois de transar, Bella?” Edward beijou a região que ele pressionou. “A gente gastou muita energia, seria bom repô-las.”
Eu rolei para o outro lado da cama, procurando minhas roupas no chão. Minha camisa estava perto da poltrona, contentei-me em entrar na camisa de Edward. “Vou procurar alguma coisa para comermos, já volto!”
Vi Edward entrando no jeans surrado e vindo atrás de mim. “Eu te ajudo com isso.”
Andei calmamente pelo corredor, dando tempo de Edward me pegar pela cintura. As mãos entraram na camisa larga e brincaram com meus mamilos intumescidos.
“Minha geladeira está vazia, não tem nada muito bom para comer!” Falei assim que chegamos na cozinha.

As prateleiras estavam vazias, existia um resto de frango, mas eu não o ofereceria a Edward, ele parecia com um gosto duvidoso. Tinha cinco Yakults jogados, eles eram meu café da manhã, então eu também não poderia dá-los a Edward.
Abri os armários, fiquei feliz em encontrar biscoitos e barras de chocolate, decidi pela última. “Pode ser chocolate?”
Edward puxou uma cadeira e sentou-se, ele carregava um sorriso manso. “Eu como qualquer coisa, não se preocupe.”

Não me preocupei em colocar os pequenos pedaços sobre um prato, sentei-me da perna de Edward e alimentei-o. Edward recebia os chocolates com gosto, eu sorria quando ele deixava beijos nas pontas de meus dedos. Quando senti o vento frio batendo contra minha perna despida, puxei Edward para o quarto. Lá era mil vezes mais quente. Ele caiu com insuportável elegância em minha cama.

Eu sorri ao perceber que Edward vestira a calça sem a cueca. “Suas partes de menino não vão machucar, não?”
Edward rolou na cama sorrindo feito criança. “Partes de menino? Essa é nova!”
O vermelho cobriu meu rosto, Edward me puxou para o lado dele e depositou beijinhos curtos em minha boca suja de chocolate. “Eu não sei como me dirigi a ele.”
Ganhei mais uma seção de beijos. “Só não pode usar nada no diminutivo!”
Ignorei o calor em meu rosto, beijei a bochecha de Edward, findando com beijos no queixo quadrado. “Você adora que eu massageei seu ego, né? Aumentativos ainda são pouco para você!”
Os lábios curvaram e demoraram em voltar para a posição inicial. “Minhas partes de menino parecem felizes esta noite.”
Minha risada saiu estrangulada, eu estava inteiramente sem jeito e com vontade de morder Edward, ele era um idiota tão fofo. “Eu também estou feliz, Edward!”
Edward puxou uma manta para nos cobrir, o frio já tinha chegado ao quarto. “Esse é o meu papel, só te fazer feliz.”
Apenas colei meu corpo ao dele, sentido coisas me cutucando timidamente. “Obrigada por não virar para o lado e dormir, é bom conversar com você.” Minha voz saiu baixinho, era um agradecimento sincero.
“Bella, nunca pense que eu te usaria desse jeito! Você não é meu brinquedo, não é como usar e depois jogar fora. Você é mais que seu corpo, eu gosto de cada segundo ao seu lado, eu não os trocaria por nada.” Edward falou perto de meu rosto, as lufadas de ar me fizeram tremer e sorrir.

“Posso te perguntar uma coisa?” Questionei-o enquanto acariciava os cabelos loiros, Edward acenou positivamente.
“Eventualmente, nós seremos doces e calmos um com outro, certo?” Minha pergunta fora confusa, mas eu não sabia como perguntar aquilo.
Edward sorriu timidamente, talvez ele tivesse entendido minhas palavras. “Bella, eu sempre estou seguindo seu ritmo, é meu jogo predileto saber o que você quer! Eu amo te beijar até descobrir se você quer só carinho, ou se quer que eu te coloque em meu colo. Então, você me dá as dicas e eu tento fazer o melhor para você.”

Ele me beijou delicadamente, eu gemi baixinho quando ele pressionou nossos lábios. “Eu vou ser o homem que você quiser. Eu vou ser calmo e te chamar de lindaquando você quiser, eu vou adorar seu corpo, beijar cada cantinho escondido. Eu também posso ser o maior sem vergonha e te pegar contra uma parede qualquer.”
Eu ouvi tudo atentamente, ainda me perguntando o que eu tinha feito para merecê-lo. Edward roçou nossos lábios superficialmente e entrelaçou nossas mãos. “Independente de como é que seja, eu vou estar te amando na mesma intensidade.”

“Eu amo você, Edward!” Falei quase inaudível, não me permiti abrir meus olhos.
Edward bateu o nariz no meu, nós estávamos gostando muito daquela prática. “Sexo, com você, é bom de qualquer jeito, baby!”
“Eu acho que eu prefiro você canalha, sexo por sexo.” Era uma verdade, eu gostava de ouvir as sujeirinhas que falava em meu ouvido, as mãos me marcando.
Os lábios finos desenharam minha mandíbula. “Eu gosto quando você vem cheia de atitude para cima de mim, me olhando pedindo para eu te comer, minha excitação vai ao teto, Bella!”
Sorri baixinho. “Você fala tão sujo, é engraçado!”
As mãos coloram ainda mais nossos corpos. “Se te incomodar, eu paro, sim?”
“Não me incomoda, eu gosto. Nada que você faz me irrita, você é bom em tudo.” Não era minha intenção inflar o ego de Edward, mas foi impossível não fazê-lo.
“Eventualmente, eu posso fazer coisas que você não goste, eu preciso saber.” Edward pousou uma mão em minha cintura, os dedos correram sobre minha pele quente.
Minha mente correu para o passado, existia muita coisa que eu achava repugnante, mas eu sabia que Edward não as faria comigo. Entretanto, ele também era um homem e tinha vontades de qualquer homem. “Nunca termine em meu rosto, por favor. Eu acho nojento.”

Abri meus olhos minimamente para ver as reações de Edward, ele tinha um leve rubor no rosto. Eu apressei-me para acrescentar. “Uh, é bom engolir, você parece gostar!”
Edward sorriu baixinho e salpicou beijos em meu rosto. “Só isso que não pode?”
Pensei por um breve instante. “Você me deixa segura, a gente pode tentar um tanto de coisa.”
“Eu tenho pensamentos sujos com você, Bella!” Edward tornou a distância escassa, nossos corpos se fundiriam a qualquer momento. “Completamente impróprios.”

Levei minha mão para a nuca ainda molhada de suor, puxei de leve os fios. “Nada parece impróprio quando nós estamos juntos nessa cama, minha educação e senso estão juntos com minhas roupas no chão.”
“Por isso que eu te amo.” Edward disse antes de me beijar. A língua traçou o contorno de meu lábio e depois pediu passagem.


Seguindo as palavras de Edward, eu dei o ritmo e ele nos conduziu. Eu queria tudo devagar. Minhas mãos desceram a calça de Edward, sem tremores bobos, acarinhei-o na barriga e costas.
Edward passou minha camisa por minha cabeça, os beijos só eram interrompidos nessas horas. As mãos grandes não foram possessivas, elas me tocavam devagarzinho com certa pressão. Edward explorou minhas coxas e bumbum, os dedos me tocavam em meu íntimo, o nome de Edward saia abafado, entre ofegos.

Senti o peso de Edward sobre meu corpo, o rosto estava colado no meu. “Linda e tão minha!”
Um sorriso brotou em meus lábios, apertei os ombros de Edward, eu só precisava dele dentro de mim. “Só sua!” Capturei os lábios de qualquer jeito. “Faça-me sua, Edward.”

Ele me penetrou lentamente, não indo muito fundo. Nós dois encontramos um ritmo gostoso, nossos corpos ondulavam juntos, um dando prazer ao outro. Os gemidos eram baixinhos, não existia nenhuma palavra, apenas respirações curtas. Edward me levava com uma facilidade imensa para a borda, mas ele nunca me deixava explodir. Ele diminuía as estocadas e beijava meu pescoço, eu sabia que ele também queria prolongar o momento bom. Minha passividade não me incomodava, Edward era bom em fazer tudo do jeito dele. O jeito dele era o ideal para mim. Era uma verdade universal; Edward nasceu para mim. “Eu não vou durar muito, baby!” Ele disse abafado e sofrido em meu pescoço, senti as investidas mais fortes e minhas paredes contraíram ritmadas, Edward cresceu dentro de mim, segundos depois ele me deu o líquido quente e viscoso.
Os tremores estavam em todos os lugares, nas pontas dos pés e na raiz de meus cabelos. Eu me sentia no céu, tocando as nuvens. “Eu nunca vou me cansar disto.”
Edward me deu um abraço longo e um beijo rápido. “Eu conto com isso.”
Apenas sorri e prendi meus olhos no meu mar verde particular. “Foi incrível!”
Não consegui evitar um bocejo, eu quis me matar por aquilo. Edward parecia muito disposto ainda, mas eu realmente estava com sono e cansada. “Desculpe?”
Ganhei um sorriso enorme, daqueles que preenchem metade da face. “Bella, bobinha!”
“Não é falta de tesão, é que você me deu uma canseira!” Joguei-lhe divertida, entre outro bocejo.
Ele riu e saiu da cama, indo apagar as luzes. “Onde em encontro mais mantas?”
“Na parte de baixo do armário, pegue uma azul, ela é quentinha!” Falei arrumando os travesseiros, eu sorri bobamente ao ver a imagem de Edward pegando cobertas no meu armário bagunçado. Era tão certo.
O quarto ficou escuro logo depois, o colchão abaixou por causa do peso de Edward. Ele me enlaçou pela cintura e passou minhas pernas sobre as dele. “Boa noite!”


Era engraçado beijá-lo no escuro, acabamos rindo um do outro. “Boa noite.” Desci meus lábios para deixar um carinho no pescoço longo. “Você está suado!”
“Quer que eu tome banho? Só preciso de uma toalha!” Edward disse com evidente constrangimento.
Eu sempre odiava minhas palavras. “Eu não quis dizer isso, eu também estou suada! Não me importo, isso significa que nos exercitamos muito!”
“Os lençóis também estão sujos e eu gosto desse cheiro, e o seu e o meu juntos!” Minha língua lambeu a pele suada, indo desde a clavícula até os lábios convidativos. “Eu amo seu gosto de homem.”
Edward ofegou e apertou minha cintura. “Não me provoque se realmente quer dormir!”
“Bons sonhos, Edward!” Falei antes de afundar minha cabeça no travesseiro que ele e eu dividíamos. “Ah, tire as lentes!” Lembrei-o, Edward passou os dedos nos olhos e os limpou no lençol.
“Elas já estão velhas mesmo.” Edward falou depois de perceber minha expressão curiosa. Eu teria que comprar todas aquelas coisas para lentes de contato.
Meu sono veio ligeiro, sonhos coloridos antecederam a cena e a ameaça. Tudo foi vivido e real, eu me senti presa às memórias.

(...)

Nem mesmo o alarme do celular me fez sair da cama, eu estava morta de cansada. Culpa de Edward! Olhei para o lado e o encontrei dormindo tranquilamente. A coberta estava cobrindo apenas a parte abaixo da cintura, eu tinha uma ótima visão das costas largas subindo e descendo.
Encarei-o por longos instante, deslumbrada com tanta beleza. Minhas bochechas arderam quando eu me lembrei de nossa noite. Eu precisava de mais noites daquela. Muitas delas.
Deixei Edward dormindo e fui tomar banho, abri um pouquinho a janela para ver o tempo. O céu estava azul, mais ainda existia a temperatura amena. As folhas das árvores estavam caindo aos poucos. Demorei na água quente, escovei meus dentes e vesti minhas roupas, optando também por meia calça e uma jaqueta sobre o vestido de manga longa. Puxei meus cabelos num rabo e deixei meu rosto sem nada. Voltei para o meu quarto, preocupada com o horário. Peguei o primeiro sapato que vi e o calcei. O salto fez um barulho irritante, caminhei delicadamente para a cama.

“Edward?” Chamei baixinho, afagando as costas. “Acorde!”
Não tive nenhuma resposta, apenas um leve remexer. “Mmm.”
Eu sorri, eu estava com saudades daqueles barulhinhos engraçados pela manhã. “Está tarde, você precisa ir trabalhar.”
Edward abriu os olhos e tirou o rosto do travesseiro, pressionei nossos lábios. “Tem toalha para você no banheiro, vou fazer alguma coisa para comermos, tá?”
Ele não me deixou sair de perto da cama, não sei como, ele me puxou para cima dele. “Você está linda, como consegue?” A voz estava rouca por causa do sono.
“Eu roubei um pouquinho de sua beleza essa noite!” Falei também divertida.
Edward puxou meu rosto para o dele. “A noite foi boa pra caralho, eu estava sonhando com ela...”
Suprimi um ofego, Edward desceu a mão por minha coluna, terminando com uma apalpada em minha bunda. “Se eu tivesse tempo, eu te mostraria o que estávamos fazendo.”
Mostre-me agora!
Os toques das mãos de Edward voltaram para minhas costas, ele só estava me provocando. “Eu tenho que ir trabalhar.”
Sai de cima dele e o puxei pelo braço, o corpo nu parou em minha frente. Tentador. Meus olhos correram por cada pedacinho, eu queria lambê-lo também.

“Limpe a baba, Bella!” Edward disse antes de pegar as roupas no chão, ele caminhou a passos largos para o banheiro.
“Idiota!” Eu falei antes que ele fechasse a porta. Eu ganhei um beijo soprado como resposta.
Segui para a cozinha, ainda sem saber como alimentar Edward. Peguei as últimas frutas e as piquei, joguei iogurte em cima. Parecia uma boa refeição, tirei os Yakults da geladeira também.
Os passos de Edward poderiam ser ouvidos por qualquer um, eu me concentrei em picar o morango me pedaços pequenos.

Era impossível ignorá-lo atrás de mim, o cheiro veio forte. Ele estava com o cheiro de meu sabonete, eu me virei despretensiosamente. E, para minha morte, Edward segurava um sorriso perfeito. Os cabelos estavam molhados e ele voltara para dentro de suas roupas. Eu pisquei para a miragem.

Edward deu um passo para minha direção. “Você fica adorável com as bochechas coradas, dormiu bem?”

Minhas mãos enlaçaram-lhe pelo pescoço, beijei-o calmamente. Nossos hálitos frescos se misturaram. “A noite foi normal!” Era uma pequena mentira, pois eu sabia que o pesadelo tinha vindo muito pior.
Edward beijou minha testa. “Você é uma mentirosa do caralho, eu sei que foi muito pior.”
E você foi doce e me consolou, tudo está bem agora.” Falei me deleitando com os lábios em minha pele. “Quão ruim é tomar leite fermentado no café da manhã?”
“Eu gosto!” Edward disse sorrindo e nos guiou para a mesa.
Ele puxou a cadeira para ficarmos mais próximo. Edward passou o braço sobre meu ombro, o contato fora estritamente protetor. “Você está tão linda essa manhã, embora eu ache o vestido um pouco curto.”
Sorri abertamente para ele, o vestido estava completamente aceitável. “Vestidos curtos só são usados quando estou com você, Edward!”
Edward também sorriu e bebeu o resto do meu Yakult, depois ele pegou uma colherada do iogurte com frutas. “Por que tudo que você faz é tão bom?”
“Você só está com muita fome, então tudo parece bom para você.” Expliquei-lhe enquanto terminava de comer.
“Tem planos para o almoço de hoje?” Edward perguntou depois de olhar o relógio.
Peguei meu celular e olhei a agenda, lá marcava um almoço com Carter. Eram as aulas de francês. “Uh, marquei com Carter!”
Os olhos de Edward, que estavam límpidos e doces, endureceram e cerraram. “Uh, legal!”

Ele não me olhou mais, apenas comeu silenciosamente. Aquilo me entristeceu, eu não queria estragar nosso princípio de manhã. Sai da mesa para pegar minha bolsa e computador, joguei tudo que eu precisava na enorme bolsa com certa irritação. Eu só queria voltar e gritar o quão idiota e cego Edward era. Era tão óbvio o jeito que o amava, que eu só tinha olhos para ele.

Peguei meu celular, sem medo de ser retardada. Mandei uma mensagem para o cara que estava sentado a uns cinco metros de distância.

Eu amo seu sorriso idiota, mas, por favor, não aja como um. 
Eu te amo, pensei que já estivesse óbvio!
B.


Ouvi o celular apitando na cozinha, o que fez meu rosto ferver. Fiquei mais dois minutos em meu quarto, esperando a mensagem de Edward. Eu bati meu pé no chão quando ela não veio.
Edward era irritante! Não custava nada ele me mandar um pedido de desculpas ou invadir meu quarto. Ignorei a força que eu usei para fechar a porta. “Eu já estou indo, Edward.”
Eu me amaldiçoei quando olhei para a mesa. Edward tinha tirado as louças que tínhamos sujado e a pia parecia limpa. Agora, ele encarava a tela do celular com sorriso bobo, quase deslumbrado.

Nossos olhares se cruzaram, eu via um pedido de desculpas nas esmeraldas. Ele sorriu timidamente para mim. “Desculpe-me?”
Quase corri ao encontro dele, eu me joguei nos braços protetores. “Ele não representa um décimo do que você é representa para mim, sim? É só um amigo, nada mais.”
Edward afagou minha bochecha. “Eu sou um ciumento de merda, certo?”
“Eu acho que eu gosto desse ciuminho sem fundamento, só não fique emburrado por causa dele, você é bonito demais para ficar irritado.” Beijei-lhe os lábios.
“Vou tentar, mas não me peça para ser educado com ele, pois eu não vou ser.” Edward correu as mãos para minhas costas, os dedos fizeram círculos calmos.
“Eu também tenho ciúmes de você, Edward. Eu adoro o fato de você trabalhar só com homens!” Falei divertida, eu sentia o clima ruim indo embora.
Edward sorriu e pegou minha mão, ele nos conduziu para a porta. “Eu tenho que trocar de roupas e pegar a chave do carro, eu vejo você à noite.”
Ergui meus pés para beijá-lo, Edward me levantou pela cintura, sem se importar por estarmos esperando o elevador. “Amo você, linda! Cuide-se!”

Beijamo-nos demoradamente, eu afundei meu rosto no pescoço cheiroso. “Você terá que abotoar seu uniforme até o último botão.” Falei ao ver a marquinha roxa feita por mim, com certeza.
Edward sorriu cheio de graça. “Ainda dá tempo de você trocar seu vestido por uma calça, eu prefiro que ninguém saiba das marcas que eu fiz em suas coxas!”
Alguém poderia acender um cigarro em meu rosto, pois quente ele já estava. Edward me colocou no chão e eu olhei minhas coxas; nem mesmo a meia calça disfarçava as marquinhas.
Eu o olhei, Edward sorria discretamente. “Culpa sua, Edward!”

Ele não disse nada, apenas me beijou. Fora intenso e diferente, Edward explorou cada pedaço de minha língua, nós dois ofegávamos feito loucos. “Quando seu almoço ficar muito chato e a presença de seu amigo tornar-se insuportável, levante a barra de seu vestido, sim? Você vai corar, morder os lábios e lembrar-se da noite incrível que dividimos.”


Busquei todo meu ar, nada saiu de minha boca. Minhas pernas tremeram e eu fiquei molhada, querendo-o dentro de mim. Eu mal percebi que Edward entrara no elevador que subira.Eu escorei na parede, tentando recobrar os sentidos. O elevador demorou a descer, aproveitei para olhar as marquinhas. Meu rosto corou e eu prendi meu lábio entre meus dentes, não precisei me afundar em lembranças. Cada imagem da noite anterior estava fresca em minha mente. Eu tracei a marquinha delicadamente, pedindo para que fosse os dedos de Edward.


Continua... 

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